Mostrando postagens com marcador internet. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador internet. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

ORSAI

Para quem gosta de ler contos cronicas, esse vídeo apresenta uma ótima opção (em espanhol)
Aos Amigos do estudo do Lazer uma oportunidade para pensar - lazer, lazer e consumo, educação, cultura... um prato cheio...



Não fique de fora desse jogo...


"Lo quem empezó siendo un blog puede convertirse en cualquier cosa"

terça-feira, 8 de julho de 2014

O oooou ICQ

Alguns de vocês devem lembrar do ICQ...
Sim!!! Aquele dos primórdios das conversas por computador... Início dos chats... Ele está de volta para concorrer com 

O que você acha?

Eu já fiz meu download...


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Interatividade em sua aula...

via UniVaersia Brasil - 16/01/2013

As possibilidades que a internet traz para a sala de aula são cada vez maiores. Aplicativos, redes sociais e outras ferramentas levam ao ambiente maior interação entre os alunos e o professor, maior acesso à informação e inúmeras formas de trabalhar com ela em função do aprendizado. A seguir, separamos diversas sugestões que você pode aplicar para diferentes finalidades, confira:
» 5 aplicativos para usar em sala de aula 
» Guia prático com 25 dicas para integrar as mídias sociais em sala de aula 
» 50 razões para usar o Facebook em sua sala de aula

1. Socrative

Socrative é uma ferramenta de interatividade habilitada para tablets, laptops e smartphones. Funciona como um sistema de resposta inteligente que permite que os professores conectem a sala por meio de uma série de exercícios e jogos educacionais.

2. TodaysMeet
TodaysMeet funciona como uma sala de bate-papo. Enquanto se está em uma palestra, reunião ou aula, as pessoas podem entrar nas “salas” e escrever mensagens comentando o que é discutido. A ideia para a plataforma é inspirada nas hashtags utilizadas no Twitter para marcar um comentário de assunto específico, mas se diferencia pois permite que a conversa seja privada e que pessoas que não estão no Twitter participem.

3. Go! Animate
As possibilidades no Go! Animate são inúmeras. Você pode fazer vídeos com animações super legais para suas aulas, gravar sua voz e compartilhar o conteúdo em diversas redes sociais.

4. Voki
Voki cria avatares exclusivos, permite que você coloque sua própria voz e compartilhe em diversos ambientes. Além de todas as ferramentas fantásticas, também oferece uma plataforma específica para a sala de aula, que disponibiliza planos de aulas e muitos outros artifícios específicos para professores e alunos.

5. Answer Garden
Answer Garden é uma ferramenta de feedback. Você pode utilizá-la para aulas de brainstorming, como forma de pesquisa de opinião, entre outras possibilidades. Primeiro, faça seu próprio link. Você deve escolher um assunto ou fazer uma pergunta e em seguida compartilhar o link formado com seus alunos ou com outros professores. Ao acessar o endereço eles poderão escrever uma palavra ou frase como resposta ao que você colocou.

6. YouTube Time Machine
Traduzindo, YouTube Time Machine é uma máquina do tempo do YouTube. Basta selecionar o ano e o tipo de conteúdo que você deseja ver que a máquina do tempo irá disponibilizar o que determinado ano tinha a oferecer na música, esportes, propagandas de televisão, eventos correntes, etc.

7. TitanPad
A ferramenta de colaboração TitanPad permite que várias pessoas trabalhem no mesmo arquivo ao mesmo tempo. Depois de criar seu próprio TitanPad você compartilha o link com as pessoas que deseja trabalhar e todas podem colaborar simultaneamente no mesmo arquivo.

8. Tag Galaxy
Uma verdadeira galáxia de fotos aparece depois que você digita uma palavra-chave ou tag no Tag Galaxy. Experimente palavras em inglês e em português e veja diversas imagens do Flickr criarem um “planeta” de fotos interativo.

9. Newseum
Veja a primeira página de centenas de jornais do mundo inteiro, tanto do presente quando do passado noNewseum.

10. Google Lit Trips
Google Lit Trips são arquivos completamente gratuitos que marcam as viagens de personagens famosos da literatura na superfície do Google Earth. A cada localização ao longo da jornada, vários quadros informativos oferecem mais recursos para que alunos e professores possam aprender mais sobre a obra de autores como Shakespeare, Voltaire, Camões e Hemingway.

Não gosto de copiar apenas uma noticia mas essa valeu a pena

logo universia

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Componentes da sala de aula no sec 21 (Open Colleges)

Trouxe um infografico que vi ontem, tentei traduzi-lo (espero nào ter deixado escapar algo)
aproveite deixe sua opinião se quiser (lembrando que essa realidade não é a brasileira porém alguns pontos podem ser pensados)


Qual a sua opinião? 

Imagem recebida por twitter replicada por Pierre Levy da Infographic intitulada
Componentes da sala de aula do seculo 21.
Infographic: Components of a 21st Century Classroom
via Eric Sheninger @NMHS_Principal
 - link Open College 

sábado, 5 de maio de 2012

Virada Educacional - G. Dimenstein

Gilberto Dimenstein (via UOL  05/05/2012 - 07h59 )

Na sexta-feira passada, tive um encontro educacional inesquecível em São Paulo com um grupo de jovens. Na pequena sala, lotada, eu ouvi a história de excepcionais ex-alunos, muitos deles campeões em olimpíadas de conhecimentos. A maioria formada no ITA, alguns com passagens pelas melhores universidades americanas. Contavam por que decidiram deixar seus empregos promissores em estabelecidas empresas para se dedicar a uma tarefa naquela sala apertada, quase claustrofóbica: ganhar dinheiro e, ao mesmo tempo, melhorar a educação no Brasil.
Eles estão um inventando um projeto digital, batizado de Geekie, em que o aluno possa aprender no seu próprio passo, recuperando os conhecimentos que, muitas vezes, nunca tiveram. É como se cada um tivesse um professor particular (veja mais detalhes aqui).
O projeto ainda está em fase de testes, desenvolvido inteiramente no Brasil, mas acompanhando a necessidade de fazer com os alunos saibam usar melhor o computador --o que ainda está para ser provado no mundo inteiro. Nada substitui o bom professor, mas quanto mais eles deixar de transmitir conteúdo e ser um gestor de curiosidades, melhor.
A Virada Educacional brasileira vai ocorrer (se ocorrer) de diversos jeitos. Um deles é quando os melhores alunos colocarem suas vidas (e seus bolsos) para produzirem bons alunos.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

internet e atitudes patológicas

Lendo o Blog do Ricardo Teixeira, vi um post sobre uma pesquisa da Associação Médica Americana, Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine (AP&AM), que publicou em sua versão online os resultados de uma pesquisa que revelou que o uso patológico da internet aumenta a chance de um adolescente vir a desenvolver depressão. Estudo foi feito durante nove meses com aplicação de escalas de ansiedade, depressão e de avaliação do padrão de uso da internet com mais de mil chineses.
Vale a pena ler o texto do Ricardo, mas como a minha área é lazer gostaria de trazer outra visão sobre o mesmo assunto.
Primeiro o que é patologia e que relação pode ter isso com lazer? Segundo a Wikipédia patologia (derivado do grego pathos, sofrimento, doença, e logia, ciência, estudo) é o estudo das doenças em geral sob aspectos determinados. Ela envolve tanto a ciência básica quanto a prática clínica, e é devotada ao estudo das alterações estruturais e funcionais das células, dos tecidos e dos órgãos que estão ou podem estar sujeitos a doenças.
No lazer existe um texto escrito por Marcelino(2002) intitulado “Atitudes Patológicas”. O lazer segundo o autor é marcado por uma ambiguidade que pode contribuir para o “desenvolvimento de atitudes criticas e criativas com relação a esfera pessoal e social, ou simplesmente, acentuar o conformismo, levando a processos de acomodação”. E além dessa possibilidade, pede atenção para atitudes que possam trazer “valores destrutivos do lazer” (palavras do autor)e as caracteriza por patológicas. Fala da dificuldade de separar atitudes desejaveis e indesejaveis, mas que se deve considerar o modo como atraves desse tempo disponivel as pessoas podem colocar em risco sua qualidade de vida.
A relação se fez mais clara? Aparentemente sim, pois a preocupação de como o lazer ou a escolha feita no tempo livre pode trazer consequencias, é um fato!
Em reportagem na revista Carta Capital, Maurício Horta e William Vieira, escrevem que a internet ser uma “valvula de escape” (aqui caberia um outro texto sobre lazer, mas fica para uma próxima oportunidade) para os chineses, é a saída para descarregar a raiva contida nos jogos virtuais e para conhecer novos amigos, centenas deles tão distantes na vida real”(p.9). Na pesquisa da AP&AM o uso mais comum da internet foi para diversão (45%), seguido por busca de informação (28.1%) e comunicação com amigos (26.4%).
O estudo e a reportagem citados trazem uma situação na China, portanto entendo e respeito as diferenças econômicas, sociais, políticas entre outras, mas mesmo assim me pergunto (como no texto anterior ao citar Riesman), será que como diz a expressão “lá assim como cá”, algumas situações se repetem?
Não precisamos chegar ao ponto “patológico”, mas podemos conversar, entendo esse estudo e essa reportagem como uma forma de expor o extremo, mas creio que devemos acompanhar crianças e adolescentes e o uso dessas tecnologias. Ela faz parte da história e do crescimento dessa nova geração, e cabe a nós educadores (pais, médicos, professore...) propor possibilidades para que as pessoas desfrutem em seu tempo livre de diferentes formas, assim como Marcelino já escreveu, para “contribuir para a passagem de níveis conformistas a níveis críticos criativos, à justa distribuição do tempo e do espaço para o lazer, sem duvida fundamentais, deve-se somar uma ação cultural democratizadora, atenta ao seu caráter educativo.

MARCELLINO (2002) – Estudos do lazer: uma introdução Campinas 3 edição Autores Associados.
Blog Consciencia no dia-a-dia
Revista Carta Capital (21/jul/2010) Praia de Chines: Os cibercafésviram mania entre os jovens. E o governo distribui manuais para controlar o vicio.(p.8) Reportagem de Maurício Horta e William Vieira

segunda-feira, 19 de julho de 2010

“Wi-fi gratuito”

Cada dia mais presente em nossas vidas a internet é analisada de diversos pontos, lendo mensagens do twitter fui redirecionado ao texto com o nome “Hotels: Don’t Charge Us For Internet Use” (algo como “Hoteis: não nos cobrem a internet”).
O autor do texto Jeremiah Owyang (analista de mídias sociais) entende essa cobrança como uma oportunidade de negócios, ainda pouco utilizada por hotéis. Apoiando sua teoria em exemplos como cafés, bares ou restaurantes que disponibilizam o wi-fi aos seus clientes como uma maneira de que seu cliente permaneça um tempo maior no estabelecimento.
Usando os chamados dispositivos habilitados (smartphone, ipod touch e outros) nas áreas diversas áreas do hotel, podendo assim até “manter nossos filhos ocupados”(trecho do autor). Esta frase acho que caberia um texto sobre lazer das crianças em hotéis, mas sem perder o foco, o acesso a tecnologia é um fato entre os jovens (tween educação e consumo), e porque não tentar desenvolver propostas diferenciadas que não só ocupem as crianças e adultos, mas faça parte do projeto que traga um diferencial ao hotel.
Jeremiah diz que essas atividades podem fidelizar clientes, nós podemos imaginar que o assunto interessa aos gestores, pois transforma em números($) o bem estar dos hospedes. Os comentários que seguem apontam diversas experiências, visões, questões financeiras, estruturais, aparentemente pessoas se interessam por hotéis com “wi-fi gratuito” (incluso no preço).
A rede é espaço gigantesco assim como as possibilidades a serem desenvolvidas

Noticia recebida – @vereda_estreita
Jeremiah Owyang - Blog Web Strategy -
texto - “Hotels: Don’t Charge Us For Internet Use”.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Internet - Referencias

Nas publicações que faço, escrevo embaixo dos textos algumas referências, sem nenhum caráter acadêmico, mas incentivar uma possível busca de maiores informações aos leitores.
As publicações na internet nos trazem e são referencias, que propiciam relações com outros temas. Associando rapidamente ela pode nos remeter a velocidade, ou a quantidade, de informações ou possibilidades de relacionamento.
As informações que se apresentam de forma cada vez mais rapidas e em maior número, podendo tornar-se conhecimento, mas esta relação não é direta, nenhum dado confirma essa hipótese, receber ou ler uma mensagem não é igual a entendê-la, vale ressaltar que aparentemente se torna um mar de informações que nem sempre são reais.
Na internet em alguns “sites” os textos em sua maioria são curtos, o “blog” ou o “micro blog” (Twitter - 140 caracteres para exprimir uma mensagem), tentam de forma concisa passar sua idéia e até divulgar sua mensagem sem que o receptor gaste muito tempo. Os textos curtos podem atrair um numero maior de leitores? Seria esta uma forma de tornar acessível e rápido, a um número maior de pessoas? As questões estão aí!
Continuamos buscando conhecimento e informação com as referencias dentro e fora da internet.
A Internet que a cada dia cresce como via de acesso a informação e possibilidade de conhecimento, mas cabe a cada um nós o uso que será feito dela