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sábado, 23 de março de 2013

Back to the Future - Hoverboard

Pode parecer saudosismo, mas o curta (abaixo) não só tem muito a ver com o gosto do autor do blog mas com o que escrevo sempre por aqui...
Filmes (Livros... teatro) podem ser inspirações não só para comprar um brinquedo (hoverboard ou não), ele pode ser uma ótima inspiração para imaginação... para CRIAR ... BRINCAR
Inspire-se e quem sabe traga o BRINCAR de volta para o futuro!!!


+ sobre o curta (via @revistasuper)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Interesses comerciais, comunicação e infância



Ontem um texto com uma cartilha falando sobre consumismo infantil, já coloquei minha opinião aqui sobre o assunto (um exemplo disso brincadeiras e consumo), mas temos que estar sempre alertas sobre alguns assuntos e tentar sempre que possível divulgar questões relevantes a sociedade.
Hoje tomei conhecimento de uma noticia e quero dividi-la com vocês e buscar mais informações sobre o assunto:

Via João Brant- Brasil de Fato 24/12/12
O relator especial da ONU para liberdade de expressão, Frank la Rue, esteve no Brasil em meados de dezembro para uma visita a convite do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação. Como não era uma visita oficial, ele não quis se pronunciar sobre a situação do país, mas um assunto específico chamou sua atenção e o fez abrir uma exceção: ele se disse ‘’escandalizado” com possibilidade do STF derrubar a vinculação horária da classificação indicativa de programas de televisão.          
La Rue estava se referindo à ação de inconstitucionalidade apresentada pelo PTB e apoiada pelas emissoras de TV que tenta derrubar a obrigação das emissoras respeitarem faixas horárias para veicular programas voltados apenas a determinadas idades.  
As palavras do relator são claras. “Fiquei escandalizado que o Supremo Tribunal Federal esteja vendo conflito entre liberdade de expressão e a proteção à infância. Não posso entender e em nenhum país vi uma corte suprema que esteja disposta a sacrificar a proteção da infância por outros interesses. É absolutamente absurdo. A vinculação horária não é uma violação à liberdade de expressão. A liberdade tem limites. Defendo a liberdade ampla, mas reconheço os limites. Neste caso, o Estado tem obrigação de regular a proteção da infância. Senão, dá-se a impressão de que interesses econômicos podem se sobrepor a outros interesses”.             
O susto do relator tem sentido. A ação começou a ser votada em novembro de 2011, e depois dos votos de quatro ministros, todos favoráveis à derrubada da vinculação de horários, foi suspensa por um pedido de vistas do ministro Joaquim Barbosa. Desde então, o processo não foi retomado.        
Esse alerta deveria ser levado em conta pelo STF na continuidade da análise da ação. Seria muito ruim que prevalecesse no Judiciário uma perspectiva que coloca os interesses comerciais das empresas acima dos direitos das crianças e adolescentes. Entidades da sociedade civil brasileira já vinham alertando para esse perigo. O reforço, agora, vem da insuspeita relatoria de liberdade de expressão da ONU. 
Artigo originalmente publicado na edição impressa 512 do Brasil de Fato - http://www.brasildefato.com.br/node/11420

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

domingo, 30 de dezembro de 2012

Brincar é bom...


Eu comentei no texto de Natal que mais importante que o brinquedo que a criança ganha no Natal  é o sentimento, o que vale é a brincadeira, BRINCAR é bom!!
E ontem li uma frase que compartilho abaixo que considero um ótimo exemplo!!



Após o Natal agora nas férias (escolares) o “negócio” é brincar.

Link texto de Natal
Instituto Alana - http://alana.org.br/ - Território do Brincar

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Jogo de tabuleiro (BI), tecnologia, publicidade...

Em Agosto de 2010 escrevi das variações do Banco Imobiliário (BI), na ocasião falei sobre alguns modelos, preços, mas comentei um pouco mais sobre dois deles o Super Banco Imobiliário (SBI), que era o título do texto, e o Sustentável. Hoje me deparei com uma publicação do Criança e Consumo falando sobre uma reportagem da revista O Globo (abaixo) falando sobre jogos patrocinados e como jogo é algo que me interessa muito nada mais justo que escrever um pouco mais.


No texto de 2010 coloquei alguns preços dos jogos e se você reparar o “Super Banco Imobiliário” (SBI) custa mais caro que o “Sustentável”, entendo que o SBI tem uma maquina para os cartões de crédito (de brinquedo), mas me pergunto, se as marcas estão investindo no jogo ele não poderia ter um preço menor? Mas como descreveu a reportagem da revista citada pelo Criança e Consumo, o jogo traz profunda relação com as marcas, para quem conhece o jogo tradicional as companhias ferroviárias, aéreas foram substituídas pelo patrocinadores do jogo como um posto, uma empresa aérea e assim vai.
A rede Globo de televisão na semana em um de seus telejornais mostrou a migração de alguns jogos de tabuleiro para celulares entre eles, o Banco Imobiliário, que tem o codinome (ou sufixo) “GEO”, uma versão para dispositivos móveis  que acontece nos espaços reais (usando o nome de espaços reais parecido com o SBI porém me parece que nesse caso tem uma maior amplitude de possibilidades de empresas), o jogo também tem parceria com um banco. Não consegui jogá-lo por questões de tempo e instabilidade do servidor, mas vale dizer que a Estrela espera ter 1 milhão de downloads até o final do ano.
Existe uma versão chamada do Banco Imobiliário que se chama Monopoly (que também tem variações) inclusive com adaptações para celulares e tablets, esse se assemelha bastante com o original com nomes de ruas conhecidas e as tradicionais empresas ferroviária aérea e etc.
Agora vamos a algumas questões que visualizei com as crianças na brinquedoteca, algumas delas perguntam o que quer dizer “o conteudo” das cartas (as ações da ... ), algumas ainda não sabem o que são ações ou um seguro de carro (ainda que indiretamente possam descobrir que ter a marca X pode lhe trazer beneficio). O jogo (diga-se de passagem sempre gostei), que antigamente (não quero ser saudosista ou romântico) indiretamente fazia com que você montasse sua estratégia de jogo para comprar e vender propriedades, tem suas diferenças que sem nenhum estudo aprofundado considero interessante, apesar de achar um pouco exagerada essa busca por aproximar do real (utilizando os nomes dos parceiros). Acho uma pena o BI sustentável não chamar tanto a atenção das crianças, quem sabe a versão online possa trazer outros pontos importantes para sustentabilidade, pois ser sustentável não precisa estar ligado apenas a questão geográfica ou a produção do material do jogo. Acredito também que é uma questão de tempo para que as marcas percebam que não precisam ser tão diretas ou incisivas em suas ações. Regulamentar algumas praticas é importante, mas creio que crianças e adultos também percebem algumas atitudes que possam não considerar interessantes e com esse julgamento criar sua relação com as marcas.


Foto do Criança e consumo - link facebook
Banco Imobiliario para celular (Globo)
problemas com o “BI Geo” 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

25 de Supérfluo


Supérfluo, segundo o dicionário Houaiss, o que vai além da necessidade. Em se tratando de 25 de março (rua de grande circulaçao e comércio da cidade de São Paulo), é considerada a maior região comercial da América Latina (Wikipédia), repare na foto ao lado, muita gente, não digo que além do necessário pois é uma época de Natal (data de crescimento no movimento comercial), o que pode ser além da necessidade, é o quanto as pessoas vão comprar na 25. Mas a questão deste texto não é financeira, hoje estive na 25 de março comprando material para eventos, enquanto comprava os materiais me deparei algumas vezes com mães brigando com seus filhos (entre 3 e 7 anos):
- Tira a mão daí!
– Não pega isso!!
- Vou te bater!!!
Não, não vai!
Não vou discutir a lei da palmada, mas gostaria de sanar algumas duvidas. E quem sabe a partir delas criar um diálogo.Quem levou a criança para a 25 de março?Quem entrou em uma loja de brinquedos?Foi a Senhora (ou o Senhor)!
Repare mais uma vez na foto, hoje não estava tão cheio como na foto, mas qual a real necessidade de levar uma criança para uma área como esta??
Não sei se este texto será capaz de chegar as pessoas que já fizeram isso, o comentário vale para mega promoções em shoppings ou outros espaços com muitas pessoas.

Uma sucessão de coisas que vão além da necessidade, nesse momento você pode pensar, mas tem mãe (ou pai) que não tem com quem deixar seu filho, pode ser, mas tenho a certeza que nenhum pai (ou mãe) gosta de arriscar a segurança do seu filho, portanto...

Então para que arriscar?
Como diria o site TINONI (segurança infantil de Lisboa), “existem algumas regras e comportamentos que podem salvaguardar o bem estar das crianças e contribuir para a melhoria das condições de segurança quer em casa, quer nos espaços públicos.
Neste sentido, é essencial que fomente e mantenha um espaço de diálogo e de confiança com as crianças a seu cargo, permitindo-lhe detectar precocemente eventuais problemas e evitar os acidentes.”
Prevenimos quando criamos condições para que os acidentes não ocorram planeamos, quando antecipadamente, fornecemos informação sobre os procedimentos correctos a adoptar em situação de emergência.”
  • · Se for possivel coloque uma pulseira com nome e contato, se ele souber nome da mae e um telefone de contato melhor ainda!
  • · Em espaços de grande circulação tente marcar um ponto de encontro com seu filho.
  • · Ensine que ele pode e deve procurar a policia (bombeiros) em caso de necessidade.


Sobre o assunto segurança você pode saber mais no site citado acima
TINONI -
http://www.tinoni.com/pais-educadores.php?id=2
ou
www.criancasegura.org.br

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Instituto Alana - "Blogagem Coletiva" - CONAR

O Instituto Alana propôs uma blogagem coletiva sobre o parecer escrito pelo Sr. Ênio em nome do CONAR, que causou espanto e indignação aos responsáveis do instituto, que inclusive publicou seu descontentamento sobre o assunto (leia)
Acho que seria interessante que um grupo grande de pessoas pudesse ler este parecer e fazer sua própria analise.
Como a proposta desse blog é sempre apresentar outras possibilidades ou ângulos de visão, segue um pensamento sobre o assunto. Segundo o Wikipédia Parecer é uma opinião, que deve ser acompanhada de um documento assinado com data, nome e registro do profissional, emitido por um especialista (que pode ser por exemplo advogado, médico ou psicólogo) sobre uma determinada situação que exija conhecimentos técnicos.
O parecer deve ser sustentado em bases confiáveis e escrito com o objetivo de esclarecer, interpretar e explicar sobre um determinado tema cujo interlocutor não é tão especializado quanto o receptor da mensagem de preferência usando como referências artigos científicos comprovados ou leis que expliquem essa opinião.
O documento esta no link acima (palavra parecer), com nome data e registro profissional, mas aí surgem pontos para serem vistos e revistos, se o objetivo é esclarecer, interpretar e explicar, não ficou muito claro (pelo menos para mim). Que o interlocutor não é alguém especializado em crianças eu percebi, pois querer utilizar o imaginário (a bruxa) como simbologia do mal para afastar o interesse ou quem sabe assustar alguém não é um processo lá muito pedagógico. Atitude (aparentemente fato isolado - pensamento do Sr Ênio) inesperada para um órgão que tem seu trabalho para a sociedade e pautada nela.

E o dialogo, mesmo quando não se concorda com alguma atitude, é uma forma de educação e um processo para se escutar pontos de vista em prol da educação de uma pessoa ou de uma sociedade.

Discordo em gênero, numero e grau, que criança foi feita para azucrinar, criança é criança! E tem que ser educada! O "não" citado esse sim corretamente está para colocar limites, e isso vai depender do dialogo, não da força imposta. Respeitar a diversidade de opiniões é um caminho para promover mudanças significativas e assim avançarmos como sociedade.

Veja mais no site do Instituto Alana - Projeto Criança e Consumo