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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

BOLHAS GIGANTES de...

BOLHAS GIGANTES DE...

Sabão?
Sonhos?
Brincadeiras?

Vamos do principio, vocês devem ter percebido que tenho postado menos, porém na ultima semana falei que iria postar o mais breve possível.
Estava chegando o "dia das crianças" (ultimo final de semana) e como poderia um blog que fala de educação, brincadeiras, não postar nada...

Eis que enquanto eu pensava, vi uma propaganda com bolhas de sabão...
EUREKA!
Simples! Uma brincadeira que sempre funcionou (sempre tomando cuidado com as crianças)... cores, imagens... sonhos..
Mas espera.... isso qualquer um faz em casa, compra por aí, ganha na festa junina do colégio...
Neste momento é que vamos buscar fazer algo de diferente, por exemplo, aumentar o tamanho das bolhas já pode ser um primeiro passo...
E foi o que aconteceu vejam as fotos que o "Tio Jhony e a Tia Li" enviaram.
Eles foram os responsáveis (lembra dos cuidados, pois utilizamos sabão) por supervisionar e executar a atividade (Agradecimentos especiais a Vanessa e o Rodrigo "Pelé")

 
E aos amigos professores pode ser uma ótima oportunidade de ensinar algo diferente aos seus alunos...

Para fazer bolhas de sabão grandes ou gigantes você vai precisar de aros maiores do que aqueles que citei acima. E como fazer? Arame, cano de chuveirinho ou cano de plastico e fita adesiva (ou corda e madeiras hehehe)


Coloco um video do "Manual do Mundo" (vale uma visita) e irá ajudar










quinta-feira, 21 de junho de 2012

Ações educativas ajudam a divulgar ciência de forma lúdica


Aluno montando estrutura do DNA com os "legos" desenvolvidos pela equipe da USP
Pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP realizam uma série de ações com o objetivo de divulgar o ensino de ciências. Entre as iniciativas, estão o desenvolvimento de uma série de kits interativos didáticos, com temas como síntese de proteínas e DNA, entre outros, que estimulam o aprendizado e o interesse de alunos do ensino fundamental e médio.
Os docentes do IFSC também ministram, em parceria a Secretaria Estadual da Educação, cursos de educação continuada para professores do ensino fundamental e médio, e ainda mantêm o Espaço Interativo instalado no centro da cidade de São Carlos, onde estudantes e professores podem visitar exposições e participar de oficinas e de um Clube de Ciências.
Os projetos são realizados pelo CBME InFormação, coordenado pelas professoras do IFSC, Leila Maria Beltramini (desde 2000) e Nelma R.S. Bossolan (desde 2007). A iniciativa é uma vertente educacional e de difusão de ciências do Centro de Biologia Molecular Estrutural (CBME) e do Instituto Nacional de Biotecnologia Estrutural e Química Medicinal em Doenças Infecciosas (INBEQMeDI). Esses órgãos são coordenados pelos professores Glaucius Oliva (atual presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPq) e Richard Charles Garratt, ambos do IFSC.
No Espaço Interativo, estudantes podem participar do Clube de Ciências e de outras atividades
Segundo a professora Leila, o foco da pesquisa do CBME/INBEQMeDI é a descoberta de novos fármacos, principalmente para doenças negligenciadas como malária, esquistossomose, Chagas, leishmaniose e leptospirose. “Procuramos focar a parte educacional e de difusão de ciências também nessas doenças. Um dos materiais desenvolvidos é a Série Parasitas, uma mídia interativa que aborda a doença de Chagas, levando a um aprendizado fácil e divertido”, conta. A mídia está disponível para download neste link.
O CBME é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID), criado em 2000 pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Já o INBEQMeDI é um dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia criados em 2009 pelo CNPq e pelo Ministério da Ciência, e Tecnologia e Inovação (MCTI). O grupo de pesquisadores envolvidos nos projetos de pesquisa, educacional e de difusão de ciências é interdisciplinar, envolvendo físicos, biólogos, químicos, e engenheiros, entre outros. O apoio vem da Fapesp, do CNPq e também da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), por intermédio do programa Novos Talentos da rede pública.
Estudar brincando
Ainda na área educacional, os pesquisadores do IFSC desenvolveram kits para difusão de ciências. O material é patenteado e uma empresa licenciada se encarrega da fabricação. Olhando à primeira vista parece se tratar muito mais de um brinquedo de montar, semelhantes às peças coloridas da Lego. Entre as opções há o “Kit Construindo as moléculas da vida: DNA e RNA”, “Kit Escola Composição, Estrutura e Duplicação do DNA”, “kit Construindo moléculas de aminoácidos e proteínas” e “Kit Protein Folder”, entre outros. Alguns kits já foram distribuídos, inclusive, para o exterior.
Curso de educação continuada ministrado para professores do interior de São Paulo
No site do projeto há detalhes destas e de todas as outras iniciativas. Também é possível fazer download de materiais e ter acesso a recursos educacionais, como videoconferências. No link “Interatividade”, por exemplo, pode ser acessada uma série de joguinhos virtuais como o “Jogo da Memória” e o “Quiz da Galinha Perguntadora” (ambos sobre a doença de Chagas), “Sintetizando Proteínas”, “Software células virtuais CBME”, e “Disco de Aminoácidos”.
Na área da educação continuada, existe uma parceria com Diretorias de Ensino (DEs) da Secretaria de Educação Estadual e, com a participação dos coordenadores pedagógicos das DEs, são realizados cursos nas cidades, aos sábados, direcionados para os professores de ensino fundamental e médio da área de ciências da natureza. Além de atualizarem os professores, os pesquisadores desenvolveram uma metodologia para que o conteúdo possa ser abordado nas sala de aula.
Espaço Interativo
No centro de São Carlos, foi montado um espaço interativo em uma casa adquirida pela USP para abrigar especificamente estas atividades. Além de exposições temáticas sobre proteínas recombinantes, biotecnologia e doenças negligenciadas, como doença de Chagas, professores e estudantes podem agendar visitas e participar de oficinas e cursos.
Espaço Interativo foi montado para abrigar as atividades de educação e difusão de ciências
No mesmo local funciona o Clube de Ciências. Os alunos de licenciatura do campus de São Carlos visitam escolas públicas da cidade para explicar o que é um Clube de Ciências. Os estudantes interessados têm a oportunidade de vivenciar a prática científica, acompanhando experimentos como a criação de uma colônia de bactérias e a observação de microorganismos no microscópio, entre outras atividades. Eles também podem participar de viagens didáticas para São Paulo, a fim de visitar espaços educativos como o Catavento, o Instituto Butantan, e a Estação Ciência. “Para cerca de 90% dos jovens que frequentam o Clube, esta é a primeira viagem que eles fazem para a capital paulista”, informa a professora Leila.
As coordenadoras de todas estas atividades contam com a colaboração de outros professores que fazem parte do CBME e INBEQMeDI, pós doutorandos, alunos de pós-graduação do IFSC, particularmente do físico Claudinei C. de Souza no desenvolvimento das mídia, e do curso de licenciatura em ciências exatas, além dos biólogos Luciano S. Abel (atualmente trabalhando no Instituto Oceanográfico da USP) e Gislaine Costa, educadora, atual contratada para atuar diretamente nestas atividades.
Mais informações: (16) 3373-9837 / 9159 ou emailsleila@ifsc.usp.br, com a professora Leila Maria Beltramini; ounelma@ifsc.usp.br, com a professora Nelma Bossolan

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Exemplo de trabalho com MÚSICA

O ultimo texto sobre música recebi alguns comentários que gostei muito, espero poder compartilhar um deles com vocês assim que a pessoa autorizar (nesses momentos penso muito nas palavras de Augusto de Franco, mas voltemos a musica).
Gostaria de compartilhar com vocês um texto de 2010 via Agência USP. Espero que a presença de um professor de música possa facilitar projetos, como esse e tantos outros que estão por aí e nem sempre temos conhecimento.

Reco-reco, clava, xilofone, pau de chuva, ganzá. Esses são apenas alguns dos instrumentos utilizados nas aulas de música das escolas municipais de Mogi das Cruzes que participam do projeto “Tocando, cantando,… fazendo música com as crianças”. Tocar, entretanto, é apenas uma das possibilidades. E tudo nasceu de uma necessidade da professora de música Iveta Maria Borges Ávila Fernandes de ultrapassar a barreira tradicional do ensino de música em escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Em função do projeto, e com ele já em andamento, Iveta resolveu defender sua tese de doutorado pela Faculdade de Educação (FE) da USP.
Reco-reco, clava, xilofone, pau de chuva, ganzá. Esses são apenas alguns dos instrumentos utilizados nas aulas de música das escolas municipais de Mogi das Cruzes que participam do projeto “Tocando, cantando,… fazendo música com as crianças”. Tocar, entretanto, é apenas uma das possibilidades. E tudo nasceu de uma necessidade da professora de música Iveta Maria Borges Ávila Fernandes de ultrapassar a barreira tradicional do ensino de música em escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Em função do projeto, e com ele já em andamento, Iveta resolveu defender sua tese de doutorado pela Faculdade de Educação (FE) da USP.
O projeto “Tocando, cantando,… fazendo música com as crianças” supera o método tradicional e tem como principal proposta uma aula de música na qual a criança possa lidar com diversos instrumentos, ainda que de fácil utilização. Mais atividades lúdicas, como jogos e brincadeiras didáticas em grupo, também são incentivadas.

Pesquisador musical Gabriel toca com alunos: eles escolheram a música que gostariam de cantar
Na Escola Municipal de Educação Infantil Professor Adolfo Cardoso, uma das maneiras com as quais as crianças lidam com a música é cantar, ao som do violão, enquanto estão sentadas ao redor da mesa brincando com lego. “Elas não precisam necessariamente parar as atividades em andamento para cantar e isso torna a música mais atrativa. Além disso, a própria criança pode sugerir a música que gostaria de cantar”, afirma a diretora Silvana Silva Maciel.
Incentivar a criança a compor e improvisar é outra característica do projeto. Assim, se em uma aula o aluno apenas canta e toca os instrumentos, em outra pode ser estimulado a criar sua própria música, seja a letra ou a melodia. Dessa maneira, a linguagem musical vai sendo de fato desenvolvida na criança.
Pesquisador
Uma grande novidade criada pelo projeto é a introdução, nas escolas, dos pesquisadores musicais: graduandos em música ou músicos já formados que com sua base teórica e formação acadêmica na área podem dar suporte técnico aos professores. Segundo Iveta, os educadores da Educação Infantil e Ensino Fundamental I, por terem cursado magistério ou pedagogia, não possuem bagagem teórica para desenvolver novos procedimentos didáticos no ensino de música. Assim, o pesquisador musical atua em conjunto com a escola e auxilia o professor para que este possa desenvolver a música além do que poderia se não tivesse o auxílio de um profissional da área.

Pesquisador e professora: ele possui a técnica musical e ela possui a didática em lidar com as crianças
As escolas participantes do projeto recebem a visita do pesquisador uma vez na semana. “Na faculdade temos contato com muitos autores e trazemos algo diferente do método tradicional para ser explorado”, explica o pesquisador musical Gabriel Costa de Souza. Ele conta que, embora trabalhe junto aos professores com textos de caráter mais teórico, o fundamental não é que o professor se torne um músico, mas apenas que aprenda a lidar melhor com o ensino da disciplina. Dessa maneira, ele pode se desenvolver sempre.
“A formação e aprimoramento contínuos do professor é um dos grandes ganhos proporcionados à cidade pelo projeto”, declara Leni Gomes Magi, diretora do Departamento Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação. Segundo ela, os professores que participam, por terem apoio dos pesquisadores musicais, sentem-se mais seguros e prontos para lecionar. É o que declara Eulália Anjos Siqueira, diretora da creche Centro de Convivência Infantil Professora Ignez Pettená: “O pesquisador é fonte de conhecimento. Ele acompanha o trabalho da professora semanalmente e dá um suporte”.

Algumas notas dos xilofones acima estão faltando. A ideia é do pesquisador Cassiano para que, assim, tocar fique mais simples e prazeroso
O Projeto e a Cidade
O município de Mogi, ao adotar o “Tocando, cantando,… fazendo música com as crianças”, tornou-se prova concreta de que a pesquisa da Faculdade de Educação da USP sugere práticas realmente possíveis de serem executadas. Atualmente, das 93 escolas municipais, 31 participam do projeto.
Segundo Leni, ele foi bem aceito pelo município, pois este sempre teve a música muito presente em sua história e a linguagem da arte sempre foi valorizada. “Além disso, visamos construir diretrizes para o ensino musical na cidade”, pondera. A diretora do Departamento Pedagógico também destaca a grande aceitação do projeto pelas escolas, já que, além da música, ele trabalha valores. Luciana Rosa Fernandes Abib, professora do Centro Ignez Pettená, ressalta: “Em sala de aula, não só a sensibilidade musical melhora, mas também a concentração e a disciplina. A questão da socialização também pode ser trabalhada.”
No mesmo sentido, a diretora Rosana Petersen, da Escola Municipal de Ensino Fundamental I Professor Mário Portes, observa que a música leva a uma cumplicidade entre as crianças. “Parece que elas se tornam mais humanas umas com as outras e o trabalho em grupo fica mais fácil.”

A música Rock and roll all night, do Kiss, está no repertório da Banda Sinfônica do Mário Portes
A importância da música para a escola Mário Portes é tão significante que, além do “Tocando, cantando,…”, uma peculiaridade o destaca entre os outros: a Banda Sinfônica Jovem, formada majoritariamente por alunos e ex-alunos do colégio. “É um projeto com um trabalho mais aprofundado em música, com o aprendizado de instrumentos mais complexos e o estudo de partitura”, descreve Rosana.
Rodrigo dos Santos Cunha, de 14 anos, é ex-aluno da Mário Portes e participa da Banda Sinfônica tocando clarinete. Ele conta que o projeto “Tocando, Cantando,…” o ajudou com a base de um conhecimento e uma percepção musical fundamentais para o estudo mais profundo desenvolvido na Banda. Hoje, Rodrigo estuda a disciplina na Escola Municipal de Música de São Paulo e pretende seguir carreira.
Popular ao erudito

Alunos da Adolfo Cardoso cantam música de Hélio Ziskind
Extrapolar o universo das músicas infantis comuns, geralmente usadas nas aulas de música tradicionais, e colocar a criança em contato com músicas populares e eruditas. Essa prática, sugerida por Iveta em seu estudo, é adotada e valorizada pelas escolas do “Tocando, cantando,…”. No Centro Ignez Pettená, por exemplo, desenhos da Walt Disney são utilizados para trabalhar a música clássica.
A diretora Silvana, da escola Adolfo Cardoso, reforça: “Trabalhar música erudita é fundamental, pois eles não a ouvem no rádio e isso é feito de maneira muito tranquila e gostosa para as crianças”. Em relação ao folclore, um dos músicos trabalhados é Hélio Ziskind. “Nós ensinamos a música, mas toda a organização sobre qual instrumento cada um irá tocar e a hora de tocar partiu da iniciativa própria do aluno. Nada foi imposto e eles mesmos puderam criar sua performance”, descreve a professora Jussara Maria Rafael Lavra, do mesmo colégio. Por fim, brincadeiras de tradição, que remontam à cultura brasileira da infância, são praticadas como aspecto lúdico do aprendizado.
Hora de Compor
Todos podem escrever, ainda que nem todos se tornem Machado de Assis, assim como qualquer um pode compor, ainda que não necessariamente se torne um Villa Lobos. É com essa ideia que Iveta demonstra que incentivar as crianças a criarem não é uma proposta inviável. “Ao compor ela pode desenvolver sua linguagem musical e a aula pode torna-se mais eficaz”, explica.
Os pesquisadores musicais têm um papel importante nesse momento de criação. O pesquisador Cassiano Santos de Freitas explica que a criança tem liberdade para compor, mesmo havendo interferências do profissional para que as composições saiam mais ricas. “O aluno tem liberdade com orientação e assim, faz-se vários tipos de músicas e se criam diversos quadros sonoros”, assinala.
Veja também matéria, publicada em 25 de agosto, sobre a tese de doutorado de Iveta, defendida na Faculdade de Educação da USP: Professor escolar pode tornar aula de música mais atraente
Fotos: Marcos Santos
Original Agência USP

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Histórias que...

Lá no início do blog contei dois causos*, na época chamei de histórias que ensinam (I II) e que pensando um pouco mais, me parece redundância, pois  aprendemos com o nosso dia-a-dia (ou deveríamos).
O fato é que hoje posto um conto com uma versão infantil, porém vale a pena ver são 3 minutinhos a história tem personagens que podem ser vistos diariamente em nossas vidas.

Aos pais que quiserem contar em casa para os seus filhos essa é uma história curtinha que você pode contar, repare que ela (Marina Bastos utiliza dois materiais de fácil acesso, uma lanterna e uma meia grande colorida (aquelas do tempo que você "pai" jogava bola heheh), se você quiser ainda pode colar olhos de plastico para diferenciar e até deixar como um brinquedo (fantoche) em casa. E se você ainda tiver um parceiro, pai, professor como o Thiago França ainda pode fazer a parte dos efeitos sonoros. O som do rabo da cobra pode ser feito por um potinho com areia.

*acontecimentos, relatos, mas gosto da palavra causo, pois me lembra Rolando Boldrin que admiro e gosto muito
Nicolau Gregorian - contou essa história em um encontro de literatura infantil que já contei por aqui, vocês lembram se não lembra clica aqui!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Ateliê de Artes para Crianças – na USP

(Via USP) 
Até dia 2 de março ficam abertas as inscrições para o curso Ateliê de Artes para Crianças, no departamento de Artes Plásticas (CAP) da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP.
Para crianças de 7 a 12 anos
Duas turmas distintas 
SEMPRE AS TERÇAS-FEIRAS
Horário – 9 as 10h30 e das 14 as 15h30.
INSCRIÇÕES E AULAS GRATUITAS
Os alunos deverão trazer o material a ser utilizado em sala de aula.
Ficha de inscrição neste link
Mais informações no site do evento


A ECA fica na Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária – SP

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Brincando com Arte no CPC USP





 

Acaba amanhã, mas se você puder passar lá...

Centro de Preservação Cultural o CPC expõe a mostra Brincando com Arte, que faz parte da realização de exercícios de artes plásticas, associados ao ritmo da música clássica, desenvolvidas pelas crianças do Centro Educacional Dom Orione (Bela Vista) em São Paulo...
Local - Rua Major Diogo, 353, São Paulo 
Horário - 10 da manhã as 16 horas
Tel - (11) 3106.3562
GRATUITO




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Que tal iniciar ou comentar arte através da Barbie - Poupée Barbie

Iniciar arte através da Barbie?
Para falar a verdade é através de um trabalho de uma artista francesa, Jocelyn Grivaud que fotografou as "Barbies" que remetem há alguma outra obra...
Você reconhece essa imagem? uma ótima oportunidade de contar para seus filhos?
o que você acha?
monalisa 
e tem muito mais... das mais novas que pode ser reconhecidas facilmente pelas crianças

adolescentes..

ou esta aí a oportunidade de você contar...




Existem outras imagens relacionadas a Picasso, Chanel, Vogue..
visite o site http://www.barbiemamuse.com/index.php
No site tem explicações sobre as obras (está em francês), mas no minimo o nome das obras você conseguirá identificar e assim tem a oportunidade ate de fazer uma pesquisa conjunta no google ou quem sabe em um livro de arte...
E esse pode ser um primeiro passo para uma visita ao MASP! quem sabe???

Agradeço ao @publistorm que publicou sobre o trabalho.. eu apenas trouxe para uma visão de educador sobre o post...