Para quem gosta de ler contos cronicas, esse vídeo apresenta uma ótima opção (em espanhol) Aos Amigos do estudo do Lazer uma oportunidade para pensar - lazer, lazer e consumo, educação, cultura... um prato cheio...
Uma semana fantástica, iniciando com uma visita a exposição do impressionismo
(se não viu ainda, vale a pena), depois encontros no “Festival de Ideias” e
durante esses encontros eu tive a chance de conhecer a Esquadrilha da Risada.
Sim, ela faz referencia a famosa esquadrilha da fumaça (como diria seu
fundador: estamos falando da esquadrilha da fumaça licita). No dia 27 de março
(dia do circo e meu aniversário) de 2007 Mauro Pires resolveu criar “um meio de desestressar os passageiros e fazer com que
a espera dos voos fosse mais agradável. Estudando o palhaço há alguns anos e
baseado em algumas teorias de que o riso ajuda a melhorar a qualidade de vida
das pessoas, enxerguei a necessidade de fazer o tempo de espera nos aeroportos
parecer mais curto e agradável. Assim nasceu a Esquadrilha da Risada –
trupe de palhaços que, inspirada nos trabalhos realizados em hospitais, utiliza
o método da “risoterapia” para tranqüilizar e divertir os passageiros e demais
usuários dos aeroportos"
(já falei sobre o riso no blog - entre aspas palavras retiradas da fan
page no facebook).
E define seu trabalho como “levar a cultura do
palhaço brasileiro assim promovendo o bem-estar e entretenimento dos usuários
do aeroporto, o que torna a viagem mais prazerosa – do início ao fim. Levemente maquiados (evitando esconder o rosto)
e com figurino de aviadores antigos (macacão, gorro, cachecol, óculos e
sapatões), fazemos intervenções livres em aeroportos nos horários de maior
movimento, usando permissão, delicadeza, brincadeiras, tudo isso com uma boa
dose de humor.
Tive a
ótima oportunidade de conversar sobre este projeto e principalmente sobre os
sujeitos que a constituem. Durante nosso papo soube que Mauro na época
trabalhava no aeroporto (obviamente em um lugar estressante) e resolveu
pensar no que fazer e em como fazer. O palhaço não estava ali naquele momento
por uma questão econômica, mas como o palhaço não vivia em seu bolso, mas no
seu coração, ele só precisava de uma oportunidade para voltar a tona.
Preciso fazer alguns comentários: não é só de amor que vive o projeto,
ele não é uma pessoa engraçada que pintou o rosto e colocou um nariz, é alguém
que estuda e busca realizar o seu trabalho da melhor maneira possível, e com
esse seu trabalho (profissionalismo se é que posso dizer assim) tentando
melhorar um pouco a vida das pessoas que passam pelo aeroporto. Você já pensou
quanto tempo uma pessoa fica no aeroporto? Não falo dos atrasos de voos, falo
de um voo internacional que você tem que chegar duas horas antes e por viver em
uma grande cidade você chega antes e fica quem sabe três horas antes de voar. O
projeto desde 2007 é bancado pelo própria Esquadrilha da Risada, alguns passos
foram dados, mas ainda faltam muitos (e eles virão!)
Os semelhantes se atraem, não estou me comparando a eles, pois a ideia, a
batalha dele com o projeto, é fantástica, mas o projeto começou no mesmo dia em
que eu faço aniversário. Mauro vem do trabalho com recreação e as coisas que eu
descrevi sobre o seu trabalho são ótimos exemplos de trabalho (coisa que o blog
tenta fazer sempre que possivel) estudar, organizar o seu trabalho para melhor
executá-lo.
Para finalizar ESQUADRILHA DA RISADA o que tenho para dizer a vocês é que:
A pista está liberada! Um ótimo voo (nas mentes das pessoas que vocês já
fizeram um dia melhor e principalmente naquelas que ainda estão por vir, por
que este voo terá muitos pés e sapatos de palhaço no chão, que todos os Santos
Dumont iluminem suas ideias e seus caminhos)
Hoje é o dia da abertura oficial das Olimpíadas de Londres, mas em 1924 terminavam as olimpíadas de Paris 1920, dessa vem um grande evento não apenas em numero de dias como em 1900 que durou 6 meses.
Em 1924 o Barão de Coubertin queria superar e mostrar a importância dos jogos que utilizaram pela primeira vez* os anéis olímpicos (criados em 1913 pelo Barão) foram utilizados em medalhas e cartazes dos jogos. Pela primeira vez utilizaram o lema Citius, Altius, Fortius, ou, mais rápido, mais alto mais forte, cunhado em latim por um monge francês, Frei Henri Didon e que as três bandeiras, olímpica, do país anfitrião e do próximo país a receber os Jogos, foram hasteadas lado a lado na cerimônia de encerramento.
Segundo o Dicionário Tubino do esporte, em 1924 pode se considerar uma descoberta do marketing esportivo, havendo investimentos em produtos como flâmulas, chaveiros e outros souvenires. E os cambistas também apareceram ingressos até 5 vezes mais caros.
Ficou com duvida do título do texto, então eu explico: olimpíada não corresponde só aos Jogos Olímpicos, mas também ao intervalo entre cada uma das edições*. Acredito que nem preciso falar sobre a origem dos Jogos, que eram celebrados em Olimpia (base do Monte Olimpo) na Grécia, ou do inicio dos Jogos da Era Moderna com Pierre Freddy “o Barão de Coubertin”. Londres 2012 muito provavelmente nos trará mais histórias, muito esporte e quebras de barreiras. Por falar em barreira, a barreira que eu gostaria que fosse quebrada é a da “fronteira olímpica” (momento utópico! Mas porque não?), que alguns preceitos (a chamada Carta Olimpica) funcionassem além do período de Jogos (OLIMPÍADA). Farei um breve resumo de alguns pontos dessa carta que poderiam servir para pensar a educação, a política, a história... (muitas possibilidades) Incentivo e apoio a ética, bem como a educação e a juventude.
Colocar o desporto ao serviço da humanidade (educar).
Agir sempre contra qualquer forma de discriminação, somos todos iguais.
Se opor a qualquer abuso político (e comercial – nesse caso a interesses econômicos que algumas vezes vem antes dos humanos).
Preocupar se com questões ambientais, promovendo o desenvolvimento sustentável.
Pensar em legados (dificil mas deveria valer para qualquer governo). Incentivar e apoiar a educação (na carta misturar esporte com cultura e educação), através das mais diversas possibilidades existentes.
*informação retirada de um folheto do Comitê Olímpico Brasileiro
Via Agencia USP Por Valéria Dias - valdias@usp.br Publicado em 20/junho/2012
Aluno montando estrutura do DNA com os "legos" desenvolvidos pela equipe da USP
Pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP realizam uma série de ações com o objetivo de divulgar o ensino de ciências. Entre as iniciativas, estão o desenvolvimento de uma série de kits interativos didáticos, com temas como síntese de proteínas e DNA, entre outros, que estimulam o aprendizado e o interesse de alunos do ensino fundamental e médio.
Os docentes do IFSC também ministram, em parceria a Secretaria Estadual da Educação, cursos de educação continuada para professores do ensino fundamental e médio, e ainda mantêm o Espaço Interativo instalado no centro da cidade de São Carlos, onde estudantes e professores podem visitar exposições e participar de oficinas e de um Clube de Ciências.
Os projetos são realizados pelo CBME InFormação, coordenado pelas professoras do IFSC, Leila Maria Beltramini (desde 2000) e Nelma R.S. Bossolan (desde 2007). A iniciativa é uma vertente educacional e de difusão de ciências do Centro de Biologia Molecular Estrutural (CBME) e do Instituto Nacional de Biotecnologia Estrutural e Química Medicinal em Doenças Infecciosas (INBEQMeDI). Esses órgãos são coordenados pelos professores Glaucius Oliva (atual presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPq) e Richard Charles Garratt, ambos do IFSC.
No Espaço Interativo, estudantes podem participar do Clube de Ciências e de outras atividades
Segundo a professora Leila, o foco da pesquisa do CBME/INBEQMeDI é a descoberta de novos fármacos, principalmente para doenças negligenciadas como malária, esquistossomose, Chagas, leishmaniose e leptospirose. “Procuramos focar a parte educacional e de difusão de ciências também nessas doenças. Um dos materiais desenvolvidos é a Série Parasitas, uma mídia interativa que aborda a doença de Chagas, levando a um aprendizado fácil e divertido”, conta. A mídia está disponível para download neste link.
O CBME é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID), criado em 2000 pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Já o INBEQMeDI é um dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia criados em 2009 pelo CNPq e pelo Ministério da Ciência, e Tecnologia e Inovação (MCTI). O grupo de pesquisadores envolvidos nos projetos de pesquisa, educacional e de difusão de ciências é interdisciplinar, envolvendo físicos, biólogos, químicos, e engenheiros, entre outros. O apoio vem da Fapesp, do CNPq e também da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), por intermédio do programa Novos Talentos da rede pública.
Estudar brincando Ainda na área educacional, os pesquisadores do IFSC desenvolveram kits para difusão de ciências. O material é patenteado e uma empresa licenciada se encarrega da fabricação. Olhando à primeira vista parece se tratar muito mais de um brinquedo de montar, semelhantes às peças coloridas da Lego. Entre as opções há o “Kit Construindo as moléculas da vida: DNA e RNA”, “Kit Escola Composição, Estrutura e Duplicação do DNA”, “kit Construindo moléculas de aminoácidos e proteínas” e “Kit Protein Folder”, entre outros. Alguns kits já foram distribuídos, inclusive, para o exterior.
Curso de educação continuada ministrado para professores do interior de São Paulo
No site do projeto há detalhes destas e de todas as outras iniciativas. Também é possível fazer download de materiais e ter acesso a recursos educacionais, como videoconferências. No link “Interatividade”, por exemplo, pode ser acessada uma série de joguinhos virtuais como o “Jogo da Memória” e o “Quiz da Galinha Perguntadora” (ambos sobre a doença de Chagas), “Sintetizando Proteínas”, “Software células virtuais CBME”, e “Disco de Aminoácidos”.
Na área da educação continuada, existe uma parceria com Diretorias de Ensino (DEs) da Secretaria de Educação Estadual e, com a participação dos coordenadores pedagógicos das DEs, são realizados cursos nas cidades, aos sábados, direcionados para os professores de ensino fundamental e médio da área de ciências da natureza. Além de atualizarem os professores, os pesquisadores desenvolveram uma metodologia para que o conteúdo possa ser abordado nas sala de aula.
Espaço Interativo No centro de São Carlos, foi montado um espaço interativo em uma casa adquirida pela USP para abrigar especificamente estas atividades. Além de exposições temáticas sobre proteínas recombinantes, biotecnologia e doenças negligenciadas, como doença de Chagas, professores e estudantes podem agendar visitas e participar de oficinas e cursos.
Espaço Interativo foi montado para abrigar as atividades de educação e difusão de ciências
No mesmo local funciona o Clube de Ciências. Os alunos de licenciatura do campus de São Carlos visitam escolas públicas da cidade para explicar o que é um Clube de Ciências. Os estudantes interessados têm a oportunidade de vivenciar a prática científica, acompanhando experimentos como a criação de uma colônia de bactérias e a observação de microorganismos no microscópio, entre outras atividades. Eles também podem participar de viagens didáticas para São Paulo, a fim de visitar espaços educativos como o Catavento, o Instituto Butantan, e a Estação Ciência. “Para cerca de 90% dos jovens que frequentam o Clube, esta é a primeira viagem que eles fazem para a capital paulista”, informa a professora Leila.
As coordenadoras de todas estas atividades contam com a colaboração de outros professores que fazem parte do CBME e INBEQMeDI, pós doutorandos, alunos de pós-graduação do IFSC, particularmente do físico Claudinei C. de Souza no desenvolvimento das mídia, e do curso de licenciatura em ciências exatas, além dos biólogos Luciano S. Abel (atualmente trabalhando no Instituto Oceanográfico da USP) e Gislaine Costa, educadora, atual contratada para atuar diretamente nestas atividades.
Mais informações: (16) 3373-9837 / 9159 ou emailsleila@ifsc.usp.br, com a professora Leila Maria Beltramini; ounelma@ifsc.usp.br, com a professora Nelma Bossolan
Uma imagem na rede social hoje me chamou a atenção e me inspirou a fazer algumas perguntas... Existem super heróis gordinhos? Por quê? Essa imagem pode ser o futuro dos heróis da geração fast food? (li na rede - os exemplos são heróis americanos em sua maioria.. Por quê??)
A imagem é essa “super heróis gordinhos” (foto – via rede social, existem
outros na rede).
Por trabalhar com o lazer sempre estou pensando sobre o tempo e atitudes, seja o tempo de trabalho, livre, da criança ou de adulto. Há pouco tempo atrás uma frase me ajudou a ter um foco melhor para esse post.
Veja a importância da atitude de um professor, percebam que ela esta cursando faculdade (Direito) e lembrou da atitude de uma professora quando era pequena...
Ok.. vocês não conhecem a pessoa, mas assim é uma mulher de 1,76 de altura, bonita e até onde sei, nunca foi “pequena” (de acordo com os “padrões” das idades). Continuando na as questões. Que tempo era esse?
Poderia ser uma escolha da criança (lazer), apenas por gostar e não ser a primeira bailarina do municipal. A professora poderia ter uma formação (acadêmica ou não) que esperava por resultados, ensinar bem é ter uma dançarina profissional?.
Essa “esperança de criar uma artista”, poderia inclusive ser criada por algumas mães (não era o caso) que colocam a filha no balé e esperam a primeira do municipal (ou pais que colocam o filho em escolinhas de futebol e esperam outro, Romário, Ronaldo ou Neymar).
Então professores, mães (educadores, recreadores e etc) pensem em suas atitudes, fazer uma escolinha de futebol, ou aula de balé, pode não ser uma meta para se tornar uma artista ou profissional bola, o sonho sim faz parte, educar-se, aprender a respeitar e a evoluir. A escolha do que fazer no seu tempo é algo importante, o diferencial esta na evolução de suas atitudes e não apenas do desempenho, atitude de buscar uma evolução no seu movimento (mesmo longe do que seria a perfeição), um passo (de dança ou no futebol) de cada vez.
Somos diferentes, cada um com sua característica, mas nenhuma delas impede a nossa vontade (outros fatores como econômico podem influenciar), mas o gosto e a vontade e o direito a escolha todos nós possuímos.
PS - espero que a professora não tenha mais uma atitude como essa, pois se tiver, muito provavelmente precisará de uma advogada.
Na sexta-feira passada, tive um encontro educacional inesquecível em São Paulo com um grupo de jovens. Na pequena sala, lotada, eu ouvi a história de excepcionais ex-alunos, muitos deles campeões em olimpíadas de conhecimentos. A maioria formada no ITA, alguns com passagens pelas melhores universidades americanas. Contavam por que decidiram deixar seus empregos promissores em estabelecidas empresas para se dedicar a uma tarefa naquela sala apertada, quase claustrofóbica: ganhar dinheiro e, ao mesmo tempo, melhorar a educação no Brasil.
Eles estão um inventando um projeto digital, batizado de Geekie, em que o aluno possa aprender no seu próprio passo, recuperando os conhecimentos que, muitas vezes, nunca tiveram. É como se cada um tivesse um professor particular (veja mais detalhes aqui).
O projeto ainda está em fase de testes, desenvolvido inteiramente no Brasil, mas acompanhando a necessidade de fazer com os alunos saibam usar melhor o computador --o que ainda está para ser provado no mundo inteiro. Nada substitui o bom professor, mas quanto mais eles deixar de transmitir conteúdo e ser um gestor de curiosidades, melhor.
A Virada Educacional brasileira vai ocorrer (se ocorrer) de diversos jeitos. Um deles é quando os melhores alunos colocarem suas vidas (e seus bolsos) para produzirem bons alunos.
Continuando no pensamento sobre nosso dia-a-dia me lembrei de
um comentário feito pelo André Bressan (O Pediatra.com) em um texto de2010.
“Super atual a qualificação de "pessoa" às crianças... as
pessoas que te conhecem.” Estudando esses dias ela me voltou a cabeça, junto a outros pensamentos
(para variar).
O que eu quis dizer com “eles me conhecem”, era uma explicação para o porque
fiz uma brincadeira na sala (se interessar ver texto) e o André atentamente chamou
de qualificação de pessoa. Na verdade meu pensamento era sustentar a minha
atitude , e a expressão utilizada não estava solta, complementando o texto, mas
algo em que me apoio e valores que sigo e que ao final nas palavras de Clovis
de Barros você entenderá melhor.
Por exemplo as palavras de Eclea Bosi em seu livro Memória e Sociedade ao
escrever uma explicação do porquê algumas
pessoas utilizam a expressão “meu tempo”. O tempo referido pela autora, é o da pessoa que
se relaciona ao seu tempo produtivo, seu trabalho, a sua atuação (física e
psiquica) e o que traz a expressão uma identidade e porquê não uma apropriação
a expressão.
Essa propriedade que ao descrever “eles me conhecem” eu pretendia
dar. E agora amparado nas palavras do
professor Clóvis de Barros Filho tento com suas palavras dar uma significação
para o termo:
“nós confiamos e desconfiamos o tempo todo, os valores são critérios
contraditórios, mas a confiança no outro se constroi com uma fidelidade aos
valores respeitado.
Por exemplo como professor tenho um estilo, uma maneira de trabalhar tudo isso
é resultado há certos criterios profissionais, exemplos, palavreado,
energia e voce sabe que esses valores não são os unicos. Eu quando dou
aula, eu comunico meus valores, a sua conduta comunica os valores de respeito.
O que você espera de mim? Você espera que eu seja fiel aos valores que eu mesmo
afirmei respeitar ao longo de nossos encontros, no final das contas quando a
gente age a gente esta contando qual é a nossa, e da a outro a chance de se
aproximar ou não... e que voce seja fiel ao que se propos e não precisa dizer
se voce vier na minha aula ela sera assim... isto esta implicito, a nossa
conduta é uma forma privilegiada de comunicação de valores voce poderia ter
agido de forma diferente e comunicaria outros valores toda conduta é uma grande
proposta de adesão e relacionamento... vc não precisa dizer se vc for minha
namorada serei carinhoso, etc isso não se diz, subintende-se (posso cair
no chão de dar risada agora?? hahahaha). Voce constroi uma relação de confianca
sendo fiel a vc mesmo, Desde o primeiro dia que voce me conheceu você viu que eu tenho “um jeito”, “um
estilo” um respeito reinterado a um certo numero de criterios existenciais
profissionais, um respeito reinterado a um certo numero valores”(grifo meu).
Portanto o que escrevi de uma forma simples lá atras apenas como forma de
tentar explicar a minha atitude que poderia ser julgada por alguém, é revista e
posso dizer até teorizada para que cada um de nós possa pensar em nossas
atitudes como pais, professores, educadores, trabalhadores e etc.
A cada atitude em nosso dia-a-dia nós construímos e nos estabelecemos, cada tem
o “seu jeito”, sendo assim André (amigos, pais, mães, bloguers, leitores...), nos qualifica como pessoa. E muito
provavelmente alunos, amigos, colegas de trabalho e outros que irão “nos
conhecem”.
"Abra seus braços para as mudanças, mas não abra mão de seus valores." Dalai Lama
BOSI, E. Memória e
sociedade. São Paulo: Companhia das Letras, 1994
Clovis de Barros – Professor de Ética na USP
O ultimo texto sobre música recebi alguns comentários que gostei muito, espero poder compartilhar um deles com vocês assim que a pessoa autorizar (nesses momentos penso muito nas palavras de Augusto de Franco, mas voltemos a musica).
Gostaria de compartilhar com vocês um texto de 2010 via Agência USP. Espero que a presença de um professor de música possa facilitar projetos, como esse e tantos outros que estão por aí e nem sempre temos conhecimento.
Publicado em 18/outubro/2010
Reco-reco, clava, xilofone, pau de chuva, ganzá. Esses são apenas alguns dos instrumentos utilizados nas aulas de música das escolas municipais de Mogi das Cruzes que participam do projeto “Tocando, cantando,… fazendo música com as crianças”. Tocar, entretanto, é apenas uma das possibilidades. E tudo nasceu de uma necessidade da professora de música Iveta Maria Borges Ávila Fernandes de ultrapassar a barreira tradicional do ensino de música em escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Em função do projeto, e com ele já em andamento, Iveta resolveu defender sua tese de doutorado pela Faculdade de Educação (FE) da USP.
Reco-reco, clava, xilofone, pau de chuva, ganzá. Esses são apenas alguns dos instrumentos utilizados nas aulas de música das escolas municipais de Mogi das Cruzes que participam do projeto “Tocando, cantando,… fazendo música com as crianças”. Tocar, entretanto, é apenas uma das possibilidades. E tudo nasceu de uma necessidade da professora de música Iveta Maria Borges Ávila Fernandes de ultrapassar a barreira tradicional do ensino de música em escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Em função do projeto, e com ele já em andamento, Iveta resolveu defender sua tese de doutorado pela Faculdade de Educação (FE) da USP.
O projeto “Tocando, cantando,… fazendo música com as crianças” supera o método tradicional e tem como principal proposta uma aula de música na qual a criança possa lidar com diversos instrumentos, ainda que de fácil utilização. Mais atividades lúdicas, como jogos e brincadeiras didáticas em grupo, também são incentivadas.
Pesquisador musical Gabriel toca com alunos: eles escolheram a música que gostariam de cantar
Na Escola Municipal de Educação Infantil Professor Adolfo Cardoso, uma das maneiras com as quais as crianças lidam com a música é cantar, ao som do violão, enquanto estão sentadas ao redor da mesa brincando com lego. “Elas não precisam necessariamente parar as atividades em andamento para cantar e isso torna a música mais atrativa. Além disso, a própria criança pode sugerir a música que gostaria de cantar”, afirma a diretora Silvana Silva Maciel.
Incentivar a criança a compor e improvisar é outra característica do projeto. Assim, se em uma aula o aluno apenas canta e toca os instrumentos, em outra pode ser estimulado a criar sua própria música, seja a letra ou a melodia. Dessa maneira, a linguagem musical vai sendo de fato desenvolvida na criança.
Pesquisador
Uma grande novidade criada pelo projeto é a introdução, nas escolas, dos pesquisadores musicais: graduandos em música ou músicos já formados que com sua base teórica e formação acadêmica na área podem dar suporte técnico aos professores. Segundo Iveta, os educadores da Educação Infantil e Ensino Fundamental I, por terem cursado magistério ou pedagogia, não possuem bagagem teórica para desenvolver novos procedimentos didáticos no ensino de música. Assim, o pesquisador musical atua em conjunto com a escola e auxilia o professor para que este possa desenvolver a música além do que poderia se não tivesse o auxílio de um profissional da área.
Pesquisador e professora: ele possui a técnica musical e ela possui a didática em lidar com as crianças
As escolas participantes do projeto recebem a visita do pesquisador uma vez na semana. “Na faculdade temos contato com muitos autores e trazemos algo diferente do método tradicional para ser explorado”, explica o pesquisador musical Gabriel Costa de Souza. Ele conta que, embora trabalhe junto aos professores com textos de caráter mais teórico, o fundamental não é que o professor se torne um músico, mas apenas que aprenda a lidar melhor com o ensino da disciplina. Dessa maneira, ele pode se desenvolver sempre.
“A formação e aprimoramento contínuos do professor é um dos grandes ganhos proporcionados à cidade pelo projeto”, declara Leni Gomes Magi, diretora do Departamento Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação. Segundo ela, os professores que participam, por terem apoio dos pesquisadores musicais, sentem-se mais seguros e prontos para lecionar. É o que declara Eulália Anjos Siqueira, diretora da creche Centro de Convivência Infantil Professora Ignez Pettená: “O pesquisador é fonte de conhecimento. Ele acompanha o trabalho da professora semanalmente e dá um suporte”.
Algumas notas dos xilofones acima estão faltando. A ideia é do pesquisador Cassiano para que, assim, tocar fique mais simples e prazeroso
O Projeto e a Cidade
O município de Mogi, ao adotar o “Tocando, cantando,… fazendo música com as crianças”, tornou-se prova concreta de que a pesquisa da Faculdade de Educação da USP sugere práticas realmente possíveis de serem executadas. Atualmente, das 93 escolas municipais, 31 participam do projeto.
Segundo Leni, ele foi bem aceito pelo município, pois este sempre teve a música muito presente em sua história e a linguagem da arte sempre foi valorizada. “Além disso, visamos construir diretrizes para o ensino musical na cidade”, pondera. A diretora do Departamento Pedagógico também destaca a grande aceitação do projeto pelas escolas, já que, além da música, ele trabalha valores. Luciana Rosa Fernandes Abib, professora do Centro Ignez Pettená, ressalta: “Em sala de aula, não só a sensibilidade musical melhora, mas também a concentração e a disciplina. A questão da socialização também pode ser trabalhada.”
No mesmo sentido, a diretora Rosana Petersen, da Escola Municipal de Ensino Fundamental I Professor Mário Portes, observa que a música leva a uma cumplicidade entre as crianças. “Parece que elas se tornam mais humanas umas com as outras e o trabalho em grupo fica mais fácil.”
A música Rock and roll all night, do Kiss, está no repertório da Banda Sinfônica do Mário Portes
A importância da música para a escola Mário Portes é tão significante que, além do “Tocando, cantando,…”, uma peculiaridade o destaca entre os outros: a Banda Sinfônica Jovem, formada majoritariamente por alunos e ex-alunos do colégio. “É um projeto com um trabalho mais aprofundado em música, com o aprendizado de instrumentos mais complexos e o estudo de partitura”, descreve Rosana.
Rodrigo dos Santos Cunha, de 14 anos, é ex-aluno da Mário Portes e participa da Banda Sinfônica tocando clarinete. Ele conta que o projeto “Tocando, Cantando,…” o ajudou com a base de um conhecimento e uma percepção musical fundamentais para o estudo mais profundo desenvolvido na Banda. Hoje, Rodrigo estuda a disciplina na Escola Municipal de Música de São Paulo e pretende seguir carreira.
Popular ao erudito
Alunos da Adolfo Cardoso cantam música de Hélio Ziskind
Extrapolar o universo das músicas infantis comuns, geralmente usadas nas aulas de música tradicionais, e colocar a criança em contato com músicas populares e eruditas. Essa prática, sugerida por Iveta em seu estudo, é adotada e valorizada pelas escolas do “Tocando, cantando,…”. No Centro Ignez Pettená, por exemplo, desenhos da Walt Disney são utilizados para trabalhar a música clássica.
A diretora Silvana, da escola Adolfo Cardoso, reforça: “Trabalhar música erudita é fundamental, pois eles não a ouvem no rádio e isso é feito de maneira muito tranquila e gostosa para as crianças”. Em relação ao folclore, um dos músicos trabalhados é Hélio Ziskind. “Nós ensinamos a música, mas toda a organização sobre qual instrumento cada um irá tocar e a hora de tocar partiu da iniciativa própria do aluno. Nada foi imposto e eles mesmos puderam criar sua performance”, descreve a professora Jussara Maria Rafael Lavra, do mesmo colégio. Por fim, brincadeiras de tradição, que remontam à cultura brasileira da infância, são praticadas como aspecto lúdico do aprendizado.
Hora de Compor
Todos podem escrever, ainda que nem todos se tornem Machado de Assis, assim como qualquer um pode compor, ainda que não necessariamente se torne um Villa Lobos. É com essa ideia que Iveta demonstra que incentivar as crianças a criarem não é uma proposta inviável. “Ao compor ela pode desenvolver sua linguagem musical e a aula pode torna-se mais eficaz”, explica.
Os pesquisadores musicais têm um papel importante nesse momento de criação. O pesquisador Cassiano Santos de Freitas explica que a criança tem liberdade para compor, mesmo havendo interferências do profissional para que as composições saiam mais ricas. “O aluno tem liberdade com orientação e assim, faz-se vários tipos de músicas e se criam diversos quadros sonoros”, assinala.
Segundo lei nº 11.769, sancionada em
18 de agosto de 2008, 2012 é a data limite para que escolas públicas e
privadas incluam o ensino de música em suas grades curriculares.
Grades? Palavra que pouca relação tem com a música, associo grades, a algo rígido e preso. E música a algo amplo, que nos traz diversas possibilidades, a
liberdade, se esta triste ou alegre, haverá uma canção, tem para todos os
gostos.
Incluir, acredito ser mais adequado, porque a música nos atrai, quem nunca viu
uma criança batucar na mesa, apenas bater para se divertir ou quem sabe quando
ela vai se encantar com um som produzido por um passaro, um avião ou um piano.
Os sons e a música fazem parte de nossa construção, o ritmo, o coração que
inicia seu processo de frequencia cardiáca, a criança que encosta no peito da
mãe (quando chora) e tem grandes possibilidades de se acalmar ouvindo o ritmo
do coração materno. A importância de se ter música quando criança, não é esperar o surgimento de um
Pixinguinha, Hermeto, Tom Jobim ou Vila Lobos. É criar uma possibilidade de
conhecer, sensibilizar, aprender, integrar!
Esta na duvida?
Veja o exemplo dessa professora que mantem seu diálogo indiretamente com seus
alunos (ou muito diretamente, eu diria! ela não é professora de música)
ou quem sabe esse exemplo de reunião entre alunos entre uma aula e outra no
colégio
Dá para ter duvidas sobre a
importância da música dentro ou fora da sala de aula?
Lá no início do blog contei dois causos*, na época chamei de histórias que ensinam (I e II) e que pensando um pouco mais, me parece redundância, pois aprendemos com o nosso dia-a-dia (ou deveríamos).
O fato é que hoje posto um conto com uma versão infantil, porém vale a pena ver são 3 minutinhos a história tem personagens que podem ser vistos diariamente em nossas vidas.
Aos pais que quiserem contar em casa para os seus filhos essa é uma história curtinha que você pode contar, repare que ela (Marina Bastos utiliza dois materiais de fácil acesso, uma lanterna e uma meia grande colorida (aquelas do tempo que você "pai" jogava bola heheh), se você quiser ainda pode colar olhos de plastico para diferenciar e até deixar como um brinquedo (fantoche) em casa. E se você ainda tiver um parceiro, pai, professor como o Thiago França ainda pode fazer a parte dos efeitos sonoros. O som do rabo da cobra pode ser feito por um potinho com areia.
*acontecimentos, relatos, mas gosto da palavra causo, pois me lembra Rolando Boldrin que admiro e gosto muito
Nicolau Gregorian - contou essa história em um encontro de literatura infantil que já contei por aqui, vocês lembram se não lembra clica aqui!
Ja postei, sobre visitas virtuais em museus, ja postei sobre a presença da arte no nosso dia a dia e não poderia deixar de comentar sobre o Google Art Project...
você tem que ver e aproveitar essa oportunidade, abaixo como exemplo a Pinacoteca do Estado de SP
Como escrever alguma coisa de Chico Anysio, teria que dar uma razão para cada personagem que ele criou.
Inspiração para muitos, quantas histórias e por falar em história deixo abaixo um programa que ele participou o Ensaio da TV Cultura. Para quem não conhece,
desde 1990, Ensaio traz a cada programa um artista diferente que, além de cantar, fala do trabalho, da vida particular e relembra casos vividos. Chico é um caso tão especial que nas palavras de Fernando Faro é um programa atípico com alguém que fez e fará parte de nossa cultura.
Duas situações e uma duvida que
pode se tornar um bom dialogo e quem sabe até um bom texto para pais,
professores e interessados no assunto. Semana passada uma turma do clube assistia um filme (tv
a cabo, pois estava chovendo e essa é uma opção para dias de chuva –
“cineminha”),quando em uma das frases do filme um dos personagens faz uma
brincadeira de cunho sexual, avisando “eu sou hétero,
nem vem que eu sou hetero” (vale o conteúdo, a frase não era exatamente essa,
mas era esse o sentido). Antes do filme acabar um dos meninos (#aos9) me
pergunta o que era hetero e o que ele queria dizer. Expliquei o que significava
a palavra hetero (diferente, outro, irregular), contextualizei no filme, depois
voltei e falei sobre homogenio e heterogenio, pois a exemplicação mostrando
agua e oleo para mostrar a diferença ajudaria a explicação. Agora um “causo” que farei algumas adaptações para que
eu passe o conteúdo sem que se identifique local e pessoas. Ontem passei por um
espaço onde crianças (idade aprox 10 a 12 anos) brincavam em um local um pouco
escuro, mas com movimento de adultos, quando uma menina sentou na barriga de
seu colega, uma pessoa ameaçou intervir na posição e eles logo mudaram de
posição. A pessoa ainda comentou essa é uma turma do barulho, temos que ficar
espertos. Não colocarei muito minha opinião, pois gostaria que
houvesse uma composição com pessoas (pais, mães, professores... e
interessados). A questão da sexualidade está aí, pode e deve ser conversada em
diversas idades, de adolescentes a idosos. Os casos acima são apenas exemplos
onde na primeira eu pude intervir, na maneira que julguei apropriada pelo
momento, lembrando que conheço desde bebê o primeiro menino citado e no segundo
desconheço todos os personagens.
O que você acha? Existe uma idade certa para
falar sobre o assunto? Como você age (ou agiria)
nos casos acima? Como é a conversa sobre
sexo inclusive com seu parceiro?
Dá uma olhada nesse banquinho...
Sabe aquela teoria do banquinho para pensar, esse ja vem com uma ampulheta que marca aproximadamente 5 minutos.
E ai você utiliza esse método? já usou? existe melhor momento?
Vocês reconhecem a foto acima? um caso que repercutiu na mídia de uma suposta gravidez de quadrigêmeos.
A noticia já circulou o suficiente, mas ainda ficou na minha cabeça o exemplo... que exemplo?
Segundo o dicionário Houaiss (em azul) "exemplo" 1. o que pode ou deve ser imitado; modelo (siga o e. de seu pai)
Que exemplo foi dado por essa mãe para seu filho? 2. fato que pode servir de lição
Ao meu ver, essa deve ser uma lição muito grande para ela, mas acho que vale para o nosso dia a dia, há um tempo atras contei sobre a postura de um pai no aeroporto atrasado para seu voo. (pais também seguem regras), nossas atitudes todos os dias são exemplos durante a educação. 3. fato usado para ilustrar ou esclarecer algo (meu sobrinho é um e. do que estou dizendo.)
É o que essa foto pode ilustrar um exemplo do que eu disse acima
Existe uma frase que vale para treinamentos que eu gosto bastante, mas vale também na educação: "Liderança se dá pelo exemplo!". Entenda liderança aqui como pais e mães que fazem parte da construção dessa educação.
O título desse texto é uma frase de Caetano Veloso que, como uma premonição, em 2012 orientará o carnaval do Águia de Ouro. A escola trará a Tropicalia, um pouco dessa história e de lembranças desse movimento que sacudiu a musica e a cultura brasileira entre 1967 e 1968. E agora espera sacudir o anhembi. Inovação é uma palavra que abraça escola e movimento, o que a agremiação sempre tenta trazer para a avenida o tropicalismo possibilita com um sincretismo entre vários estilos musicais como, rock, samba entre outros. A Tropicalia e o Carnaval estão lado a lado, temas do cotidiano de formas inovadoras e criativas são trazidas para avenida, elaboradas de algumas vezes com tons poéticos e até de criticas sociais. Nesse ponto preciso abrir um parênteses para falar de Joãozinho Trinta que nos deixou. Nos deixou aulas e aulas de como se fazer Carnaval, sempre polemico, surpreendente, revolucionário. (divagando seu trabalho iniciou nos anos 70.. será que o Tropicalismo teve alguma relação?) A Tropicália tem como marcos: na musica o III Festival de Música Popular da TV Record de 1967 (Caetano e Gil). No teatro, as experiências do Grupo Oficina, ou seja, as montagens d'O Rei da Vela e deRoda Viva.No cinema, acompanhando a radicalização das teses do Cinema Novo, em torno do lançamento deTerra em Transe, de Glauber Rocha. Fatos que são trazidos pelo samba-enredo do Águia de Ouro. E com este samba, virão para avenida personalidades que fizeram ou se identificam de alguma forma com esta parte da história. O Águia deve contar (pois depende da agenda dos artistas) com a participação de Caetano Gil, Ângela Maria, Cauby Peixoto, Maria Gadu, Rita Cadillac, Vanusa, Vanderléia, Toni Tornando, Zezé Mota, Fernando Pires, Zé Celso, Ney Matogrosso, Pepeu Gomes e do cineasta Fernando Meirelles
Só para se ter uma idéia em uma busca simples na internet de TROPICÁLIA a resposta é de 2.040.000 resultados(0,17 segundos), mas não são só numeros, são idéias e ideais que surgem no planeta Carnaval.
E no swing da Pompéia eu vou! Na Tropicália da Paz e do amor.
(Esse texto é sobre o Aguia de Ouro pois é a escola que participo e posso falar um pouco mais, mas o espaço continua aberto para outros textos de outras agremiações é só me escrever, conversamos e público o seu texto) Quer saber mais sobre o Águia de Ouro Site - www.aguiadeouro.com.brFecebook - http://www.facebook.com/aguiadeouro Twitter - @aguiadeouro