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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

ORSAI

Para quem gosta de ler contos cronicas, esse vídeo apresenta uma ótima opção (em espanhol)
Aos Amigos do estudo do Lazer uma oportunidade para pensar - lazer, lazer e consumo, educação, cultura... um prato cheio...



Não fique de fora desse jogo...


"Lo quem empezó siendo un blog puede convertirse en cualquier cosa"

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Dia do Livro 2012

Hoje pelo twitter @rafavac postei um link do @catracalivre muito legal 
mas agora pouco vi este video (obrigado Luciana de Oliveira) e acredito que vale a pena compartilhar...



Lembrando que algum tempo atras falei de um dispositivo de transmissão de conhecimento por via ótica

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Leitura desde de pequeno

Olá hoje conversando através de uma comunidade em redes sociais conheci um blog muito interessante chamado "Pequenos Leitores", apresentado pela Sam Shiraishi (@samegui) editora do blog.
Vale comentar que isso "dialogos na internet" ja havia rendido um texto por aqui assim como a leitura já foi citada algumas vezes.
"Ler: uma brincadeira" (inclusive foi este texto que citei na comunidade) ou sobre o Nicolau Gregorian (doutor em lingüística e literatura e professor de literatura infantil do depto. de letras clássicas e vernáculas da USP) e sempre que possivel tento divulgar o que gosto, para que mais gente possa ler

Visite

http://nossospequenosleitores.blogspot.com/

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Nicolau Gregorian ideias que seguem...

Comentei no texto anterior sobre um encontro de literatura infantil, e aproveitando que algumas pessoas leram e comentaram no blog e fora dele, resolvi escrever um pouco mais sobre o que foi exposto.
Nicolau Gregorian trouxe alguns pontos sobre os quais podemos pensar, suas relações com a educação dentro e fora dos muros da escola.
Esse texto está baseado na palestra de Nicolau, anotados alguns pontos, reescrevo tentando aproveitar o máximo da palestra colocando alguns pensamentos sem perder a essência.
Inicio por apresentar o que ele chamou de uma escola muito tradicional, com carteiras posicionadas uma atrás da outra, e mesmo as escolas que trabalham sentados em círculos, se o aluno sentar fora da “linha” causa tremores a alguns professores. Quando se pensa em literatura para esse publico tenta se encontrar o que é adequado, referente a etapa de vida que esta criança esta vivendo, mas organizar uma divisão matemática (numérica), dividir alunos por faixa-etárias e dizer que todos respondem de forma igual, não é fácil. Sabendo do contexto de uma pluralidade cultural na qual vivemos esse é um grande desafio.
Segundo Gregorian “pensamos em uma formação virtual, pois formamos crianças para um mundo que desconhecemos.”
A preocupação não deve se tornar uma seleção com excessos de critérios pedagógicos (o que este livro vai trazer*), priorizar o didático em detrimento do lúdico em textos para crianças pode transformar a leitura em função pedagógica.
A criança tem que ser estimulada a se identificar com o livro, e essa identificação pode vir de casa, se a família lê, o primeiro estimulo está feito. Vale também para fora da escola, as crianças do clube onde eu trabalho quando chegam na sala de recreação muitas vezes me encontram lendo e como já escrevi alguns trazem os livros que estão lendo para eu ver, sempre que possível tento ler para aumentar meu dialogo com eles.
Na escola em alguns momentos existem duvidas de como escolher um livro, como a adequação ao tipo de leitor, se eu sei o que ele gosta de ler (livre escolha, um dos princípios do lazer), posso indicar outros livros.
Este é um papel que podemos desenvolver e quem sabe, propor uma visão mais ampla do contexto.
Em um desses diálogos sobre livros surgiu uma consideração que na saga dos vampiros o personagem principal masculino é romântico, carinhoso e que segundo algumas meninas era o “sonho delas”. Nesse momento uma das meninas alertou que o livro foi escrito por uma mulher e esta poderia ser uma das razões do personagem saber tão bem como agradar uma menina. (concordei, pois confesso que esse eu não li, porém já existe uma dialogo).
E a nós educadores (ou não) cabe em qualquer instância incentivar o gosto pela leitura, artes cênicas, música, cinema e toda forma de arte que amplie as possibilidades e os pensamentos.
Gregorian terminou falando do entendimento da palavra literatura como “fazer a arte da palavra”, que as crianças devem ler, curtir o livro, ser feliz com a literatura e se divertir”.
E se divertir tem tudo a ver com lazer!!!


*citou como referencia Nelly Novaes Coelho é livre-docente e professora de pós-graduação de Literatura Portuguesa e Brasileira da Universidade de São Paulo.
José Nicolau Gregorian Filho, doutor em lingüística e literatura e professor de literatura infantil do depto. de letras clássicas e vernáculas da USP

terça-feira, 26 de outubro de 2010

II Encontro WMF Martins Fontes de literatura Infantil e juvenil



Já escrevi alguns textos sobre encontros como Bienal, postei um vídeo sobre livro (o lado tecnológico) e sempre que for possível escreverei da importância de usá-los durante o lazer. Mas neste sábado fui convidado para um encontro sobre literatura infantil e juvenil na escola.
Uma manhã com a oportunidade de escutar três palestrantes falando um pouco sobre o que eles (WMF Martins Fontes) chamaram de “livros: modo de usar – a mediação da leitura na escola. Nicolau iniciou a manhã falando da literatura para crianças e jovens e a formação de leitores literários. Após um café para encontrar amigos e professores que estiveram por lá seguimos com a Maria José Nóbrega falando de “ler na escola - como identificar boas práticas com os gêneros literários?”.
E terminamos com Ilan Branman “Quem tem medo do lobo mau? uma reflexão sobre o politicamente correto na educação e na literatura infantil e juvenil.
Gostaria de fazer um comentário, que foi ressaltado por um dos palestrantes, como é bom ver diversos (não tenho dados precisos mas acredito que mais de 80 participantes) professores que depois de uma semana de aula usaram seu sábado que poderia ser de lazer em prol de um dialogo com outros profissionais, em busca de um melhor aprendizado e de tentar pensar mais sobre a educação.
Parabéns à editora por repetir a idéia, já que este foi o segundo ano desse evento (gratuito), e PARABÉNS aos professores, não só os presentes mas todos aqueles que ainda acreditam na educação por seus diversos meios.


Palestrantes

José Nicolau Gregorian Filho, doutor em lingüística e literatura e professor de literatura infantil do depto. de letras clássicas e vernáculas da USP

Maria José Nóbrega, mestre em filosofia e Lingua portuguesa (USP) coordenadora do curso de pós-graduação “Docência em Língua Portuguesa” do ISE-Vera Cruz e assessora pedagógica das revistas Carta na Escolae Carta Fundamental.

Ilan Brenman, escritor e doutor em educação.

sábado, 28 de agosto de 2010

Ler: Uma brincadeira


No texto aproximando escrevi um pouco sobre como o relacionamento entre as pessoas pode influenciar o desenvolvimento do ser humano, utilizando ou não outras ferramentas.

Os livros aoarecem como uma opção para essa aproximação, acredito que vale o comentário: no clube onde trabalho tenho uma sala com brinquedos, jogos, livros e gibis e sempre que possível tentamos trabalhar essa opção. Digo sempre que possível porque o espaço está lá, mas como já comentei em outro texto, eles tem que querer participar da atividade, ler ou mesmo brincar tem que ser um ato de livre escolha.

O recreador (pai, mãe...) pode tornar aquele livro diferente trazendo novos sons para história, usando objetos da “brinquedoteca” (quarto, sala) no meio da história, cada um tem que buscar outras possibilidades.

Final de semana passado, conversando sobre a Bienal de livros, um dos meninos voltou em casa para buscar um livro para me mostrar, era o “Ladrão de raios” (Percy Jackson), que ele pegou na biblioteca da escola. Independente do livro, volto a dizer, ele escolheu ler e o melhor ainda levou para o espaço da recreação para ler. Conseguiu ler por 30 minutos, a turma do futebol chegou, mas valeu!

Na foto está a Andréa (Tia Dea) brincando com o livro, meninos escutando sua história (repare que a volta existem outros brinquedos). Já escrevi sobre Carlos Roberto Ramos um fantástico contador de história, pois como diria Thalita Rebouças (jornalista e escritora) “Ler é bacana” e nos educadores temos que adaptar as situações para que esse prazer seja realidade.


segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Aproximando

A Bienal Internacional de Livros em São Paulo chegou ao fim, mas notícias ainda reverberam em bate-papos pela rua (no clube em que trabalho também) e noticias na imprensa.
Há alguns instantes estava lendo uma reportagem do site “oglobo.globo.com” intitulada “Especialistas defendem que pais leiam para filhos a partir dos 6 meses, porque melhora a cognição e o desempenho escolar”.
Coloco abaixo a reportagem e a palestra feita por Perri Klass.
Gostaria de destacar alguns pontos da reportagem:
Os “super especialistas” recomendam estimular as crianças durante situações diárias (troca de fralda, passeios...), Zilda Arns, médica pediatra, sanitarista e fundadora da Pastoral da Criança já falava da importância da mãe conversar enquanto amamenta seu filho. O dialogo entre pais e filhos parece ser uma chave para um bom desenvolvimento.
O livro pode e deve ser mais uma ferramenta para desenvolver ações complementares estimulando a alfabetização, no sentido de melhorar as condições das famílias, como diria Zilda Arns: “se as famílias vão bem, a criança vai bem”.
Uma biblioteca, independente da fase da vida, tem que ser vista e reconhecida cada vez mais como um espaço de lazer, não só de estudo.
O fundador da ONG Instituto Alfa e Beto (SP) João Batista Oliveira(também na reportagem do oglobo), ressalta a importância do habito da leitura e da participação dos filhos na escolha dos livros. Sou um exemplo para isso, a maioria dos livros que fui obrigado a ler na escola não me agradavam, a partir do momento que pude escolher meus livros me tornei um leitor mais feliz e apaixonado por ler tudo (até o dicionário). Oliveira diz ainda que “nunca é tarde para começar”. Com o passar do tempo, podemos perguntar qual foi o livro de que a criança mais gostou, o que gostou ou não, estimulando o lado critico, e porque não o criativo perguntando o que ele mudaria para a história ficar mais interessante.
Para quem assistiu o filme “Onde vivem os monstros”, o personagem principal Max pode exemplificar essa criatividade (vídeo ao final do texto). O filme é para adultos, é um pouco confuso em alguns momentos, mas acredito que ele tinha a idéia de trazer uma metáfora sobre a infância, assim como no livro.
Como alguém que atua no lazer das pessoas tento das diversas formas me aproximar das pessoas, se os livros e as conversas do dia-a-dia podem fazer parte desse nosso desenvolvimento, farei o possível para manter essas atitudes e divulgá-las.

Reportagem no Oglobo
http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2010/08/20/especialistas-defendem-que-pais-leiam-para-filhos-partir-dos-6-meses-porque-melhora-cognicao-o-desempenho-escolar-917443625.asp

Perri Klass - Pediatra
http://oglobo.globo.com/vivermelhor/arquivos/Perri.pdf
Zilda Arns
http://www.pastoraldacrianca.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=364:biografia-da-dra-zilda-arns-neumann&catid=58:falecimento-dra-zilda-

Onde vivem os monstros
http://wwws.br.warnerbros.com/wherethewildthingsare/#/Splash
Dados do Livro
Autor: Maurice Sendak
Editora: COSAC & NAIFY
Edição: 1ª EDIÇÃO - 2009


O Blog aprendendo a vida também traz um texto sobre o estimulo de bebês (Os blogs não definem temas mas aprecem estar em consonância)http://montardo-ap.blogspot.com/2010/08/estimulando-o-desenvolvimento-do.html

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

21ª Bienal Internacional de Livros de São Paulo


Este é um blog que fala de lazer e educação então não poderia deixar a Bienal Internacional do Livro de fora.

Por onde eu começo? ...

Pelos livros claro!

Bom gosto muito de todos os tipos de livro, vocês podem notar pelo “fundo”(background) do blog. Ele inclusive parece muito com uma capa de um livro, mas isso deixa para outro post.

Os livros podem nos trazer informações, por falar nisso, o caminho para chegar a Bienal, o metrô, que tem fácil acesso na estação do Tietê com ônibus saindo para o Anhembi (hoje foi rápido).

A entrada da feira é organizada, com poucas filas para comprar ingresso, mas a fila de professores e de escolas era interminável. Ponto para se comentar: tanto as escolas publicas quanto as particulares estão presentes caminhando pela feira, a maioria é da pública. Seria ótimo se todos estivessem interessados nos livros e não só no “passeio”(sair da escola para uma visita qualquer).

Existe a opção de fazer uma visita monitorada, até onde eu apurei (amigos trabalhando no evento) são mais de 200 monitores. Uma ótima chance de conhecer o espaço, mas como já comentei nem todos estão interessados, pasmem, nem os professores. Claro que estes são minoria, conversei com pessoas durante o dia e encontrei diversos interesses.

Como profissional da área do lazer comento que é possível que entre esses monitores se encontre alguns que façam parte de uma minoria de desinteressados também, apenas posso dizer que vi algumas diferenças nas atuações. Mas o lugar é propicio para adquirir conhecimento e alguns deles vão aprender com seus parceiros e com os livros a atuarem de diferentes formas.

A feira está muito bonita, organizada, estandes com diversos tipos de livros, para todas as faixas-etárias e para todos os gostos. O lado lúdico pode ser despertado não só através das paginas dos livros, comos pelas narrativas dos contadores de histórias e em outras oportunidades propostas pelos expositores do evento.

A tecnologia estava presente nos estandes, nos livros virtuais, nas ações com blogs, microblog e parece que ainda ganhará espaço.

Acessibilidade é uma palavra vista nos espaços amplos e entradas com rampa nos estandes, um dia eu espero que seja presente também para os livros na vida de tantos como os que foram vistos hoje na feira, pois apesar de diversos estandes com preços promocionais sabemos que comprar livroS ainda são para poucos. E o conhecimento é para todos, ou deveria ser...


Mais informações na área de imprensa do site da 21ª Bienal Internacional de Livros de São Paulo

segunda-feira, 17 de maio de 2010

LIVRO

Boa idéia (em espanhol com legenda)



caso nao abra o endereço esta abaixo
http://www.youtube.com/watch?v=3QMVoHOJ5A0&feature=related

quinta-feira, 15 de abril de 2010

... tem livros no mercado

No texto anterior citei um livro que ganhei e de forma superficial apresentei alguns dados sobre a copa, futebol, cinema. Quero dar uma pequena continuidade descrevendo sobre o crescimento no mercado dos títulos relacionados a futebol:“O mundo das Copas” de Lycio V Ribas e a “Enciclopédia das copas do mundo de Luiz F Baggio, ambos citados no blog do Juca Kfouri.Da mesma coleção de autoria de Maurício Noriega; “Os 11 maiores técnicos do futebol Brasileiro”, saíram, “os 11 maiores laterais...” autoria de Paulo Guilherme e 11 maiores camisa 10...” do Marcelo Barreto. Não sei se a convivência entre Marcelo e Milton dentro da mesma emissora fez com que Milton Leite escrevesse “Melhores seleções Brasileiras de todos os tempos” e da mesma editora Mauro Beting lançou “Melhores seleções Brasileiras de todos os tempos”.Livros que indiretamente estão nas conversas do dia-a-dia daqueles que gostam do assunto. Comentários: “como ele foi esquecer o “...“ ou da seleção “...“(não coloquei nenhum exemplo para não entrar na polemica) ou com os dados e informações no melhor “estilo” Paulo Vinicius Coelho e Erich Beting. Esses são alguns dos livros lançados esse ano, sem a intenção de divulgação, apenas a estrutura desse texto “pretendeu” assemelhar (dentro das limitações existentes) a idéia apresentada. Os títulos apresentam “dados” e escolhas feitas pelo autor. Independente da sua escolha de leitura ou dos 11 melhores, assim como os autores quero propor um diálogo. Dialogo do grego diálogos, pelo latim dialogus – 1. Entendimento através da palavra, conversação, colóquio, comunicação. 2. Discussão ou troca de idéias, conceitos, opiniões, objetivando a solução de problemas e a harmonia) Coloquei esta explicação e um grifo ao final pois acredito ainda no respeito ao próximo e nas suas escolhas seja em um livro ou na saída do estádio, nos tais locais do dia-a-dia. Boa leitura e bom diálogo!!!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Armando Nogueira

29 de março de 2010 - "Hoje as palavras estão de luto". O que escrever sobre o "mestre" das palavras eu que me esforço para conseguir escrever duas linhas. Mas conta-se que ele mesmo tinha suas dificuldades, em suas palavras "É minha sina e minha sobrevivência. Preciso escrever por necessidade profissional e existencial, embora eu sofra muito no processo, a ponto de dizer que melhor que escrever é ter escrito. Vou continuar a escrever, para ter a alegria de depois poder dizer: "Escrevi, confesso que escrevi!"Pensei em parafrasear algumas de suas fantásticas frases, mas isso nós podemos encontrar em livros noticias e na própria web. Então só queria deixar como uma lembrança e agradecimento por ele transformar esse amor, esse sentimento que nós mortais temos pelo esporte em textos.Vou ler de novo a Ginga e Jogo para relembrar um pouco desta arte. Porque a arte deve ser contemplada sempre, sabemos como é o Cristo Redentor (que recebeu o Acreano de braços abertos), mas não cansamos de admirá-lo de braços abertos sobre a Guanabara...Ontem Ganhei um livro da história das copas desde 1930.. será que ela nasceu para ser vista por ele?? (Armando Nogueira 1927-2010) Não!Ele é diferente, único e escreveu para o esporte como um todo, Ele fez para o jornalismo (ou fez o jornalismo - e ai digo como aquele que transformou), ele fez por todos nós amantes da palavra, do esporte e da vida. Agora o céu brilha com mais uma estrela (que não é solitária). mas em algum lugar Nelson Rodrigues e Armando Nogueira terão conversas fantásticas do futebol e da vidaEspero um dia absorver um pouquinho de tudo que você nos deixou como pessoa e como profissional..