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sábado, 15 de julho de 2017

Eu, Alice, amigos e a internet...



Vou tentar explicar um pouco melhor esse título e o causo de hoje...

Essa história começa com um encontro casual, surge uma amizade e longas conversas…

Como na história de Alice mergulhamos ou melhor, caímos em meio a mundo de novo…

Entre conversas, histórias, surgiram os textos do “Chiquinho” para ler e conhecer mais sobre esse novo amigo... Esses contos chegaram pela rede (e-mail) e seguiram para outras pessoas (cunhada, amigos)... O texto e a amizade se espalharam quase como algo viral, o que era possibilidade, virou realidade…

Essa realidade me fez lembrar* que a mesma Alice em um momento do conto de Lewis Carroll  que encontra o gato pergunta:
Alice - Voce Pode me ajudar? Para onde vai essa estrada?
Gato - para onde voce quetr ir?
Anao sei estou perdida
Gato - Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve...

E isso tenho certeza que não é o caso, sabemos muito bem onde queriamos chegar e que caminho nós escolhemos

E agora aqui estou vendo o ensaio da peça (texto escrito durante a tarde de sexta feira)

Alice no país da internet

As palavras, se tornaram imagens e diálogos.

Uma sensação diferente, um orgulho do trabalho do amigo e confesso uma pequena ansiedade…


Parabéns Chiquinho!!!

Obrigado Ju (cunhada), as "coisas do destino", cada um fez a sua parte...

Que tudo oconteça da melhor maneira possivel... boa apresentação de estréia a todos..

E que ninguém perca a cabeça e apenas os corações "malucos" continuem pelo mundo...

E para você que está lendo, fica o convite para ver a peça …

É um convite de amigo é não porque o Chiquinho é meu amigo…

Por enquanto a peça está no VIVO RIO (Rio de Janeiro) logo mais ela seguirá pela rede.



*lembrança de um comentário em uma palestra Mario Sergio Cortella

quarta-feira, 15 de abril de 2015

É para curtir?

Recebi pela rede uma solicitação para curtir uma página de trabalho infantil (sim estou distorcendo a imagem de quem enviou). 
Uma proposta de treinamento (workshop) para o "mercado de trabalho infantil". Confesso que situações como essa me levam a esse tipo de “provocação”. Não quero fazer uma insinuação leviana sobre a situação, mas propor mais uma vez uma reflexão sobre o assunto. Já escrevi algumas vezes sobre o assunto (clique 123). Resolvi dessa vez colocar opiniões no texto.

Falei com pais* cujos filhos participaram de “fotos e vídeos” (propagandas) e que estava interessado em colocar alguns comentários aqui no Blog. O que eles poderiam dizer para iniciar uma conversa entre pais sobre a experiência deles? (* = pai e mãe – deixarei de forma geral para que não entre em questão o gênero, mas o argumento).

Selecionei algumas frases ou pontos que coloco abaixo:

No meu caso é por puro prazer de ver a minha filha na tv, pois pela grana não ajuda nada.  A não ser comprar em brinquedos para eles"

“No meu caso, diferente de outros pais que forçam seus filhos a fazerem poses e gestos...a força..."

“Vi casos de pais pressionando as crianças para fazer direito” 

”Não acho que seja sadio, acredito que eles podem fazer se gostarem e quiserem.”

“Eles (crianças) não podem viver uma vida que nós pais queremos”


“Agora as agências e outras empresas são outro assunto...”

“Ele começou pois vi uma promoção em um site de compras coletivas, comprei interessada em ter fotos de meu filho, no local (uma agencia) uma pessoa se apresentou interessada em agenciar meu filho.”

"No começo a criança não gostava muito, algumas pessoas não sabiam trabalhar com crianças, os produtores querem que eles trabalhem como um adulto”

"As agências oferecem trabalho no período de aula.”

“Já vi muitos pais pressionando, mas tem muita criança que adora, fica lá o tempo que for sem reclamar.”
“Agora estão um pouco mais rigorosos, quando tem um trabalho você tem que ter uma serie de documentos: frequência escolar, rendimento, autorização, uma conta no nome da criança e tudo isso é encaminhado para um juiz que decide".

Acredito que esta seja uma questão para toda a sociedade. Replicando as palavras** da diretora de Ação Social da Fundação Telefônica Vivo, Gabriella Bighett, ao descrever o mote "É da nossa Conta": "chama atenção para o aspecto de corresponsabilização da sociedade civil e do estado na garantia dos direitos da infância e da adolescência".

Qual a sua opinião? 













sábado, 14 de março de 2015

Mais um?

Mais um "coach"?

Jonas, conhecido por alguns por ter participado de um programa de TV ou por ser modelo (é o que diz seu blog), parece ser o mais novo alvo dos Educadores Físicos.

Por se denominar Coach e participar de uma empresa chamada Mahamudra Brasil, que se apresenta como uma empresa voltada para "evolução mental, corporal e espiritual," Por ser uma pessoa que atua com sua beleza, pode se ter criado uma oportunidade para continuar com o assunto mídia e atividade física.
A empresa, atenta ao que esta acontecendo, postou (a) que respeita as regras vigentes. Como o Sr. Barbato trabalhou para esta mesma empresa em Los Angeles poderia existir a chance de uma confusão (mas lá a lei é outra o caso é outro).
Algumas pessoas podem ter se incomodado com o post do Sr. Jonas (eu inclusive).
Para alguém que se denomina Coach considero complicado sua frase de motivação.
O post (que foi alterado somente no Instagram, no Facebook ainda está o original) dizia (b):


"Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é de um profissional lembre-se:

Amadores construiram a arca de Noé, e profissionais o Titanic
Bom Fds a todos!!!!! Só alegria...."

Voltando a Educação Física, ao que parece ele não prescreve prescreve atividade física, esta não seria sua função. O seu trabalho de "coach" seria uma espécie de "Guru*", um acompanhamento, um trabalho motivacional. Confesso que ainda existem pontos sobre o assunto que não tenho conhecimento para falar ainda. 
O que posso afirmar é que atividade física tem que ser prescrita por profissionais, que seguem as leis existentes.  

Alguns pontos devem ser ressaltados
  • Temos que apurar os fatos sempre
  • Continuar na busca de pessoas que não cumprem a lei 
  • Ao que parece pelo menos existe um movimento afim de terminar com as coisas erradas
Nas academias ou em Brasilia,

Vamos atrás do que é nosso, do que é certo, de um país melhor..

(a)                                             (b)
(* o termo Guru logo me veio a cabeça Clovis de Barros).






domingo, 13 de julho de 2014

É hoje o dia

É hoje o dia da alegria
E a tristeza, nem pode pensar em chegar
Diga espelho meu!
Diga espelho meu
Se há na avenida alguém mais feliz que eu
Diga espelho meu
Se há na avenida alguém mais feliz que eu
A minha alegria atravessou o mar
E ancorou na passarela (Maracanã)
Fez um desembarque fascinante
No maior show da terra
Será que eu serei o dono dessa festa
Um rei
No meio de uma gente tão modesta
Eu vim descendo a serra
Cheio de euforia para desfilar
O mundo inteiro espera
Hoje é dia do riso chorar
Levei o meu samba pra mãe de santo rezar
Contra o mau olhado eu carrego meu patuá
Eu levei!
Acredito
Acredito ser o mais valente, nessa luta do rochedo com o mar
E com o mar!

É HOJE O DIA!!!!!
MUITO OBRIGADO A TODOS!!! 
Um abraço especial a minha familia, minha equipe de Competição, aos TLOs, Coordenadores de sede e voluntários 

Outro dia comentei sobre a dificuldade que tenho de escrever em alguns momentos, por isso resolvi usar a musica mais uma vez (assim como fiz no inicio).


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Dicas para entrevistas...

Deixei a reticências, pois acredito que o vídeo traz muito mais que uma “dica para um emprego”...
Amy Cuddy (social psychologist*) deixa a dica

FINGIR!!
Como assim??  (é uma brincadeira minha, veja o vídeo e entenderá (a leitura do quadro abaixo pode ajudar, mas são só alguns minutos de vídeo)

 

Não finjam até conseguirem!
Finjam até se tornarem!
Façam o bastante até se tornarem aquilo e internalizem.
Ajustes mínimos podem levar a grandes mudanças.
O vídeo mostra um caso que evidencia a importância da postura corporal em nosso dia a dia, entendo postura corporal como algo que faz referencia a corpo, mente e pensamentos.
Obviamente sua busca por emprego (ou qualquer outra mudança na vida) não será resolvida com este vídeo, nem com quaisquer 10 dicas para... mas “pequenos” ajustes são validos quando estamos dispostos.



  *não fiz uma tradução pois é um Nome
Dica vale a leitura de A vida que vale a pena de Clovis de Barros Filho

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Estudos Acadêmicos e Trabalho Infantil - Hangout Carla Letuza

Hoje a tarde tive a oportunidade de participar de um diálogo o último hangout on air da temporada 2012 #semtrabalhoinfantil, entrevistando a Doutora em Letras pela Universidade Federal de Alagoas, Carla Letuza Moreira, que defendeu recentemente a tese "Criança, infância e trabalho em discurso: os efeitos da igualdade e responsabilidade social entre dizeres e silenciamentos", na Universidade Federal de Alagoas Vale a pena conferir o diálogo..

Agradeço a Doutora Carla Letuza, a Samanta Shiraishi, ao Guilherme N e Aline Kelly conheça o Promenino - Fundação Telefônica

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Ecos "É da nossa Conta"

Escrevi o texto "" É da nossa Conta! e recebi pela rede esse comentário (a Bia me autorizou a postar) e resolvi dividir com vocês...
Essa opinião é dela ..Qual a sua???

É da nossa conta! por Bia 


O brincar é totalmente importante!
A criança que não brinca, tem na maioria dos casos severas dificuldades de relacionamento, e torna-se um adulto egoísta, depressivo e egocentrico!
(falo isso por experiência própria.)
E concordo! precisamos de ações efetivas pra praticar
educação, e integridade (sim praticar, por que garantido isso é pela nossa constituição) e inserção social dessas crianças carentes!
Mas como inteferir na vida delas e na estrutura da família pra modificar essa realidade??!!
Será que empregos pro pais seria a solução??
Será que acompanhamento da assitência social sob o perigo da perda da guarda resolveria o problema??
Será que o meio onde vivem é o problema??
Acho que compreender pra transformar a mentalidade dos responsáveis, seria
o primeiro passo, e a partir disso caso a caso inserir a criança na escola, e em atividades que ela possa se desenvolver normalmente como as outras.
É muito delicado esse tema Rafa, a assistência social e os abrigos, Fundação casa, etc. não estão preparados pra lidar com esse público (eles chamam de situação de risco, ) e nem nós!!!
Eu argumentei algumas coisas, mas minha cabeça ta um nó!!!
é muito delicado e difícil pensar em soluções, quando se está na zona de conforto, acho que apenas se colocar no lugar do outro é pouco nesse caso! Teríamos que de fato passar por isso pra compreender e achar soluções reais.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

“É da nossa Conta!"

Claro que é!
Essa é uma campanha que esta na rede
promovida pela Fundação Telefônica em parceria com a UNICEF e a OIT, relacionada ao “Trabalho infantil e adolescente".
E fui convidado a participar na próxima segunda de um encontro e gostaria muito de poder conhecer um pouco mais e depois dividir com vocês
Porém pensei em quem sabe levar opiniões de alguns leitores (adolescentes ou não) sobre o assunto, sei da dificuldade de tempo, parar para ler um texto ver um vídeo e tentar escrever sobre o assunto depois, mas vale tentar...
Conto com vocês pois é da nossa conta!!
#ParaPensar
(apenas exeplos) Propagandas, Novelas, Campanha Política, trabalho em casa... e assim vai



Saiba mais Promenino 

sexta-feira, 27 de abril de 2012

“Eles me conhecem” (do meu jeito)

Continuando no pensamento sobre nosso dia-a-dia me lembrei de um comentário feito pelo André Bressan (O Pediatra.com)  em um texto de2010. 
Super atual a qualificação de "pessoa" às crianças... as pessoas que te conhecem.
Estudando esses dias ela me voltou a cabeça, junto a outros pensamentos (para variar). 
O que eu quis dizer com “eles me conhecem”, era uma explicação para o porque fiz uma brincadeira na sala (se interessar ver texto) e o André atentamente chamou de qualificação de pessoa. Na verdade meu pensamento era sustentar a minha atitude , e a expressão utilizada não estava solta, complementando o texto, mas algo em que me apoio e valores que sigo e que ao final nas palavras de Clovis de Barros você entenderá melhor.
Por exemplo as palavras de Eclea Bosi em seu livro Memória e Sociedade ao escrever uma explicação do porquê  algumas pessoas utilizam a expressão “meu tempo”. 
O tempo referido pela autora, é o da pessoa que se relaciona ao seu tempo produtivo, seu trabalho, a sua atuação (física e psiquica) e o que traz a expressão uma identidade e porquê não uma apropriação a expressão.
Essa propriedade que ao descrever  “eles me conhecem” eu pretendia dar.  E agora amparado nas palavras do professor Clóvis de Barros Filho tento com suas palavras dar uma significação para o termo: 

“nós confiamos e desconfiamos o tempo todo, os valores são critérios contraditórios, mas a confiança no outro se constroi com uma fidelidade aos valores respeitado.
Por exemplo como professor tenho um estilo, uma maneira de trabalhar tudo isso é  resultado há  certos criterios profissionais, exemplos, palavreado, energia e  voce sabe que esses valores não são os unicos. Eu quando dou aula, eu comunico meus valores, a sua conduta comunica os valores de respeito. O que você espera de mim? Você espera que eu seja fiel aos valores que eu mesmo afirmei respeitar ao longo de nossos encontros, no final das contas quando a gente age a gente esta contando qual é a nossa, e da a outro a chance de se aproximar ou não... e que voce seja fiel ao que se propos e não precisa dizer se voce vier na minha aula ela sera assim... isto esta implicito, a nossa conduta é uma forma privilegiada de comunicação de valores voce poderia ter agido de forma diferente e comunicaria outros valores toda conduta é uma grande proposta de adesão e relacionamento... vc não precisa dizer se vc for minha namorada serei carinhoso, etc isso não se diz,  subintende-se (posso cair no chão de dar risada agora?? hahahaha). Voce constroi uma relação de confianca sendo fiel a vc mesmo,  Desde o primeiro dia que voce me conheceu você viu que eu tenho “um jeito”, “um estilo” um respeito reinterado a um certo numero de criterios existenciais profissionais, um respeito reinterado a um certo numero valores”(grifo meu).

Portanto o que escrevi de uma forma simples lá atras apenas como forma de tentar explicar a minha atitude que poderia ser julgada por alguém, é revista e posso dizer até teorizada para que cada um de nós possa pensar em nossas atitudes como pais, professores, educadores, trabalhadores e etc. 
A cada atitude em nosso dia-a-dia nós construímos e nos estabelecemos, cada tem o “seu jeito”, sendo assim André (amigos, pais, mães, bloguers, leitores...), nos qualifica como pessoa. E muito provavelmente alunos, amigos, colegas de trabalho e outros que irão “nos conhecem”. 


"Abra seus braços para as mudanças, mas não abra mão de seus valores." Dalai Lama

BOSI, E. Memória e sociedade. São Paulo: Companhia das Letras, 1994
Clovis de Barros – Professor de Ética na USP

 * Não é uma transcriçao porem coloco em ítalico para que saibam que são palavras do 
se quiser ver o video na integra 
http://www.espacoetica.com.br/videos/451-video-aula-os-valores-e-a-vida


quarta-feira, 11 de abril de 2012

O Riso .. no seu dia-a-dia

Outro dia li uma frase de Neruda que diz "la risa es el linguaje del alma", em uma tradução simples seria "o riso é a linguagem da alma". Poetas e escritores já escreveram sobre o riso e suas relações humanas, mas na hora em que li essa frase o que veio a minha mente foi o capitulo II do livro O Poder das Conexões intitulado "Quando você ri, o mundo ri com você". Livro muito bom para quem gosta de redes sociais, mas o que me veio a memória foi um caso que investigou uma "epidemia" (termo usado por eles) de riso, no caso um riso incontrolável. Segundo aldeões e cientistas que investigaram o fato a conclusão foi que "aquilo não era uma questão de alegria - embora isso tambem possa acontecer..., o surto foi um caso de histeria epidemica, uma condição que tira vantagem de uma tendencia profundamente enraizada nos seres humanos de exibir contágio emocional.Emoções de todo o tipo, de alegria ou outra natureza, podem se propagar entre pares de pessoas e entre grupos maiores." 
As emoções e o humor das pessoas são afetados pelos estados emocionais das pessoas com quem elas interagem. Se você achou esse fragmento acima um pouco teórico, segue um exemplo que pode despertar sua lembrança e assim quem sabe fazer uma analogia.
Você chega em casa e olha sua esposa (marido, namorado, amigo...), olhando seu rosto, sua expressão, muito provavelmente saberá sobre o ambiente, como ele ou ela está. As emoções podem ser uma maneira rápida de transmitir informações. Aquilo que você percebeu (ou não) em segundos, será transmitido em minutos ou talvez até horas de conversa. Fique atento para que esse mau humor não seja absorvido antes da explicação pois pode resultar em discussão. Pense no seu trabalho, se você já está nervoso, sua predisposição a dar uma resposta atravessada ou ser rispido com alguém e maior e pode complicar as coisas.
"Contudo, as emoções se espalham de modos que vão alem de simplesmente ler rostos e pensar sobre experiencias dos outros. Na verdade há um processo, existem efeitos benéficos das expressões faciais sobre o estado de espirito de uma pessoa, a chamada “aferencia afetiva ou teoria do feedback facial, uma vez que a trajetória dos sinais vai dos musculos (do rosto) para o cérebro, em vez da trajetória eferente, mais comum do cérebro para os músculos.” (p.32 Christakis & Fowler).
Sorria, pode ser uma maneira de mudar algo em seu caminho, contato, trabalho, mas lembre-se ele passa uma informação, comunica, portanto ele é fiel a suas atitudes, ele se constroi através de seus atos (valores).

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Frederico Marcondes de Carvalho

Da uma olhada nessa matéria... (clique para expandir facilita a leitura)

Tem história que com ele contando vira um "stand up"
Mostra que quando a gente quer buscar alguma coisa ... vale tentar, mesmo que em alguns momentos todos nós podemos ter um "fundinho de duvidas e inseguranças".
Desafios que nos afetam de diversas maneiras, mas estar atento a esses desafios pode ser um modo de supera-los e seguir em frente.
Por conhecer bem "o figura" cada ponto da reportagem merecia um comentário ou um texto sobre o assunto...
Vale a leitura...
Parabéns "Dê"


Matéria do jornal "A Tribuna" de Santos no dia 26 de dezembro de 2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Casa Edison


Durante uma conversa sobre musica com meu primo (falavamos sobre livros, cd discos de samba)conheci a Casa Edison.
O que era a Casa Edison, Fundada por Fred Figner em 1900, situada à Rua do Ouvidor nº 107, a Casa Edison (nome-homenagem a Edison, o inventor do fonógrafo) foi um estabelecimento comercial destinado inicialmente à venda de equipamentos de som, máquinas de escrever, geladeiras etc. Após dois anos de funcionamento, tornou-se a primeira firma de gravação de discos no Brasil. No ano de sua fundação, Fred Figner escreveu para a companhia Gramophone de Londres, solicitando que a firma enviasse ao Brasil técnicos para gravar música brasileira. Com a vinda do técnico alemão Hagen, Figner instalou uma sala de gravação anexa à Casa Edison, na Rua do Ouvidor nº 105. Foram então gravados os primeiros discos brasileiros, em seguida enviados à Europa para serem prensados. O jornal "Correio da Manhã" de 5 de agosto de 1902 registrou: "A maior novidade da época chegou para a Casa Edison, Rua do Ouvidor 107. As chapas (records) para gramophones e zonophones, com modinhas nacionais cantadas pelo popularíssimo Baiano e pelo apreciado Cadete, com acompanhamento de violão, e as melhores "polkas", "schottisch", "maxixes" executados pela Banda do Corpo de Bombeiros do Rio, sob a regência do maestro Anacleto de Medeiros". Entre 1902 e 1927, período que corresponde à chamada fase mecânica de gravação, foram lançados cerca de 7 mil discos, dos quais mais da metade pela Casa Edison. Até 1903, a Casa Edison produziu 3 mil gravações, conferindo ao Brasil o terceiro lugar no ranking mundial (estavam à frente os Estados Unidos e a Alemanha). Fred Figner enriqueceu, tornando-se proprietário de tudo o que se produzia em música brasileira. Como próximo passo, montou a primeira loja de varejo do Brasil, com um sistema de distribuição em todo o país, com filiais, vendedores pracistas e produção de anúncios e catálogos. Em 1912, a Odeon Talking Machine instalou uma fábrica de prensagem de discos no Rio de Janeiro e Figner passa a ser vendedor exclusivo da Odeon, recebendo o encargo de fornecer o terreno e construir a fábrica. Esta foi a primeira fábrica de discos instalada no Brasil e a maior da América Latina. Um ano mais tarde, a fábrica Odeon começou a produzir um total de 1,5 milhão de discos por ano, tornando-se o Brasil o quarto mercado de discos. A vendagem de discos durante a Primeira Guerra se mantém, tendo a Casa Edison comercializado 4 mil gravações de música brasileira. Em 1925, a empresa holandesa Transoceanic é encampada pela Columbia Gramophone de Londres, que desenvolveu o sistema de gravação elétrica inventado pela Western Electric. No ano seguinte, a Transoceanic - Odeon afasta Figner, passando a dominar a distribuição de discos no Brasil. Em 1927, Fred Figner entrega o selo Odeon e passa a gravar pelo selo Parlophon. Em 1932, a Transoceanic afasta Figner do negócio de discos. A partir deste ano, a Casa Edison restringiu sua linha de mercadorias a máquinas de escrever, geladeiras e mimeógrafos. Em 1960, encerrou as atividades como oficina de máquinas de escrever e calcular.*

Vale comentar que hoje existe um produto distribuido pela Biscoito Fino, com o patrocínio da Petrobras, o livro A Casa Edison e seu Tempo, de Humberto Franceschi, sobre a trajetória da primeira companhia de discos do país – ativa de 1902 a 1932 – e de seu fundador, o imigrante tcheco Fred Figner. A obra inclui cinco CDs de imagem com diversos documentos do acervo da Casa Edison e quatro CDs de música.

*fonte http://www.dicionariompb.com.br/casa-edison/dados-artisticos

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

"Ainda há vagas"


E isso não é um momento comercial no Blog! Não estou contratando ninguém através do blog. Essa é uma afirmação feita por Rubens Régis, presidente da Associação Brasileira de Resorts, vinculada neste domingo no Estado de São Paulo (caderno de Empregos pag.3), sob o titulo de “Sol, praia e boas chances de emprego no verão”.

A reportagem traz a possibilidade de se trabalhar como temporário durante o verão, em julho escrevi um texto chamado “Férias – alta temporada de trabalho”, e depois em outubro coloquei uma oportunidade de trabalho junto a uma empresa especializada em contratações para navio, e indicação de um blog sobre esse trabalho, quem não viu clique no link e leia.
Apesar da proximidade da temporada, Regis diz que ainda há tempo para se habilitar. O trabalho temporário muitas vezes tem se convertido em contratação para o ano inteiro.
A reportagem traz também que a Royal Caribean (operadora de cruzeiros marítimos) tem 140 vagas para embarque imediato em diversas áreas, segundo Douglas Santos, responsável pelo recrutamento. A qualificação é sempre um fator que diferencia os candidatos nos mais diversos trabalhos e aqui não seria diferente, apesar de a reportagem traz em um quadro ao lado o inglês como algo fundamental, existem casos onde a qualificação na área supera esse fator.


Ao final da reportagem Rubens comenta que as vagas para cruzeiros representam uma ameaça para os empregadores do continente, “pois são oferecidos salários mais altos, assim os mais qualificados preferem os navios", e aponta como uma diferença relevante o fato deles não serem contratados em regime de CLT (consolidação das leis trabalhistas), sendo uma concorrência desleal. Douglas, afirma que a Royal segue padrões internacionais.O Ministério do Trabalho divulgou um Termo chamado “Ajuste de conduta (TAC)” , na busca de garantir alguns direitos dos funcionários de cruzeiros (+1, +2).Quero agora fazer um comentário especifico da área de recreação e lazer que pode ser semelhante a outras áreas. Não considero uma concorrência desleal com os hotéis, pois o nosso trabalho na maioria das vezes é sazonal, portanto cada um deve analisar suas capacidades e competências e ver qual contratação lhe convém. E querer uma melhor remuneração não é um problema, é uma questão de posicionamento e estruturação da área. A experiência como contratante hoje me mostra situações que o hotel/empresa tenta contratar diretamente a equipe tentando diminuir custos, ou ate alguém da equipe tenta um contato direto buscando ganhar mais. Algumas vezes sem o conhecimento (chamado Know-how) necessário, mas ai sim preocupado apenas no retorno financeiro (a questão ética fica para cada leitor), que sabemos é fator determinante nos negócios. Mas isso é assunto para outro texto...A temporada esta apenas começando, boa sorte a todos nós!!E aqueles que quiserem por favor deixem seu recado ou opinião sobre o assunto.


Royal Caribbean Brasil - http://www.royalcaribbeanbrasil.com.br/

Onde tem (+) você encontra outras noticias sobre o assunto.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Férias - alta temporada de trabalho

O mês de julho esta chegando e com ele as “férias escolares”. Esperada por muitos alunos, e temida por muitos pais. Fato é que para quem atua na área de lazer e recreação este é um momento de alta temporada. O termo alta temporada usado pelo turismo para falar do maior fluxo recebido em um destino, utilizo para descrever o crescimento nas oportunidades de atuação.
Os hotéis, acampamentos, parques de diversões, clubes e colônias recebem um grande numero de pessoas para trabalhar durante esse período. Segundo noticia do G1 o setor de lazer é responsável por boa parte dessas contratações no período.
Na semana anterior a revista Veja são Paulo (reportagem de Luiz Fukushiro) publicou opções de acampamentos para as crianças em julho. Tentei entrar em contato com o autor da matéria para entender qual o critério na escolha dos locais, uma vez que a reportagem se parece muito com a do ano anterior. A reportagem vale como exemplos de locais para atuar. Na edição desta semana a mesma revista apresenta na capa o título “Férias de A a Z” (Por Giuliana Bergamo e L. Fukushiro), e traz em seu site um guia de programação.
As férias (julho e janeiro) são épocas de alta contratação como apresentado anteriormente, mas vale ressaltar que atualmente o mês de outubro aparece como um período que se realizam as chamadas “viagens de formatura” de oitavo e nono ano e de terceiro ano do colegial, com empresas de turismo que atuam com este mercado e contratam monitores durante esse período.
Os dados anteriores mostram que a presença do lazer se torna cada vez mais evidente, Luiz Pina e Olívia Ribeiro (2007), já falaram dessa evidencia (no caso do lazer e recreação na hotelaria), e mostram também o crescimento de empregos relacionados.
E cabe a nós informar e zelar para que estes trabalhos se mantenham e até se multipliquem, e sejam preenchidos por profissionais competentes.

PINA L W: RIBEIRO O C (2007) Lazer e recreação na hotelaria