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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Que horas ela volta? E quando você vai?


     imagem do convite que recebi

Há um bom tempo não falava de cinema por aqui... Mas ontem recebi um convite para ir a pré estréia do filme "Que horas ela volta?" 
Pensando em o que escrever do filme não quero descrever algo que possa de alguma forma fazer você perder uma "surpresa". Entenda surpresa por uma das inúmeras cenas que podem fazer você se lembrar de alguém, de alguma história, sentimentos ou relação entre pessoas.
Por falar em pessoa, este é um filme para mães, pais, filhos, diaristas, amigas da diarista, caveiras, motorista... 
Sei que minha opinião não tem o mesmo foco nem o peso do "Sundance" ou "Festival de Berlim" mas acredite, vale o ingresso. Quem sabe as sutilezas de algumas cenas também te levem a se questionar e/ou se emocionar.
A questão agora é "quando você vai"??
Quem sabe até deixe seu comentário por aqui (cuidado para não contar nada pra ninguém hehe)

Abs e até mais...

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Mascotes no Rio


Os Amigos Rio 2016: Misha (Moscou 1980), Athena (Atenas 2004), Fu Niu Lele (Pequim 2008), Wenlock e Mandeville (Londres 2012)

O Comitê Rio 2016 vai realizar uma campanha inédita com astros dos movimentos Olímpico e Paralímpico!

Eles estarão em diversos cenários cariocas... Ótima chance para entrar no clima!
"A ideia é trazer essa atmosfera de magia dos Jogos para o dia a dia dos cariocas” (Gerente de Marcas, Tânia Martins)

“Essa é a primeira vez que mascotes de Jogos anteriores visitam uma cidade-sede das próximas competições. 
Os Amigos Rio 2016 esperam por você, seus filhos e amigos...  

Segue a agenda
Quinta-feira, 20/11
11h: chegada dos Amigos Rio 2016 às 11h no aeroporto internacional Tom Jobim – terminal 2, desembarque internacional
15h30: Fu Niu Lele e Athena visitam a Vista Chinesa

Sexta-feira, 21/11

11h: os Amigos Rio 2016 irão visitar o Pão de Açúcar com crianças do programa de Educação do Rio 2016, Transforma, onde haverá uma contação de histórias sobre os Jogos e um piquenique
15h30: Fu Niu Lele visita o Cristo Redentor
15h30: Misha visita a orla de Copacabana


#AmigosRio2016 


Conteúdo retirado do site Rio 2016

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Pãe - Eu aceitaria a experiência e você?


Ontem recebi este vídeo e na hora pensei preciso postar...
Mas o fato é que achei muito boa a experiência e que poderia ser uma ótima opção para muitos...
E você Pai ou quem sabe futuro pai (aquele que pretende...), aceitaria essa oportunidade?
(vale dizer que não tenho nenhuma relação com a marca, gostei da ideia e por isso estou compartilhando)




Peço desculpas por escrever pouco nos ultimos tempos... vou me esforçar para voltar a estar mais presente.. 

Abs a todos

domingo, 4 de maio de 2014

Uma noticia.. uma reação e tudo muda..

Vi este video hoje e resolvi partilhar com vocês...
Uma noticia que muda tudo...

Em ritmo de dia das mães... Bjoos a todas







terça-feira, 18 de março de 2014

Emma... mãe de dois

Encontrei esse texto em um blog da Emma
Emma é uma mãe de 37 anos de idade que tem dois filhos. Um dos dois, o filho Ian, é autista. Ela também está buscando seu mestrado em educação especial (segundo seu blog).
Apesar do texto ter sido escrito ao que parece com um foco para crianças com necessidades especiais, acredito que as atividades também são validas para pais, mães professores aumentarem seu repertório.
copio abaixo o texto original (você pode usar o tradutor)
Reading and understanding social cues don’t come easy for children with special needs.
Here are twelve activities that you can do with your child to help improve his or her social skills.
If you have any resources or ideas to help a child with his or her social skills please add them in the comments.
Eye Contact
Good, solid eye contact show others that we are both interested in what they have to say and that we have confidence in our ability to listen.
1. Have a staring contestMaking a contest out of making eye contact with you can challenge some kids (especially if they have a competitive streak).
2. Eyes on The ForeheadWhen you are hanging out with your child place a sticker of an eye or a pair of eyes on your forehead.  Encourage them to look at the stickers.  It may not be exactly looking at your eyes but it is training them to look in the right direction in a funny, less threatening way.  (Idea  from: Children Succeed)
3. SwingingTry making eye contact as your child swings on a swing.  Make  a game of it where the child tries to reach you with their feet.  The sensory input may be calming and allow them to focus more on you.  Compliment them on how nice it was to have them looking at your eyes.

Idioms

Idioms, even in typical children, are very confusing. For Children with ASD it can drive them crazy (is that an idiom?).
Activities that can help kids with idioms include:
4. Books about IdiomsThere are many great books that illustrate and explain idioms.  Try In a Pickle And Other Funny Idioms by Marvin Terban.  It gives a funny literal illustration and then explains the history of the phrase.  Use such books as a launching pad.  Have your child make their own book of idioms that they hear.  When you use one regularly such as “That’s a piece of cake” have children make their own page.
5. Online
There are many websites that list idioms or have games to try guessing what the idiom really means. Check out  Idiom Site, Fun Brain or vocabulary.co.il
6. Memory or Matching Gamewrite down idioms on one set of cards and their meanings on another.  Have the child try to pair them up.  You could also add in the literal picture of the idiom to visualize what the idiom that is being used actually looks like.

Reading Faces / Interpreting Emotions

This skill is important at home, in school and on the playground. Many misunderstandings arise from kids misinterpreting the emotions of others. Sometimes kids can be confused by what a particular look means. They may easily mistake a look of disappointment and think someone is angry, or they may mistake a nervous expression for a funny one.
7. Emotion CharadesInstead of using movie titles, animal or other typical words, use emotions.  Write down feeling words on pieces of paper – or, print out and cut up the worksheet below. Take turns picking a slip of paper and then acting out the word written on it. You could substitute written words for pictures showing the emotion. If kids prefer, you can draw the emotion rather than act it out like in the game Pictionary.  You can make it harder by setting a rule that you cannot draw the emotion using a face. Instead, they have to express the feeling by drawing the body language or aspects of a situation that would lead to that emotion (e.g. for sadness, you can draw a kid sitting alone on a bench, or a rainy day, etc.)
8. Face ItFace games are a way to work on social interaction. Like in an acting class, you can try “mirroring” with an autistic child: Touch your nose or stick out your tongue and have him or her imitate you. Make funny faces that the child can copy. Kids with social skills deficits often have trouble reading expressions and interacting socially, so activities that get them more comfortable with these situations are a great idea.
9. Bingo/Matching GameYou can use the pictures from the printable emotions game as bingo boards.  You can also cut them up and make a matching set of words written or other similar faces and then you can play a matching or memory card game.

Staying On Topic

When people have a conversation, they pick a topic to discuss. Each person adds something to the conversation until the conversation has finished or the top has changed. Sometimes it is hard for children to stay on topic and take part of a regular conversation. Here are some activities to help with staying on topic and carrying out a conversation.
10. Topic GamePlay a game with the alphabet where every letter has to be the beginning of a word in a theme such as fruit or vegetable: A…apple, B…banana, C…carrot
11. Step into Conversation
Step into Conversation
 is a learning tool that provides children with autism with the structure and support they need to hold interactive conversations. Cards provide 22 basic, scripted conversations with areas for the child to fill in the blanks. Icons with labels run along the top of each card and remind the child to Stand, Look, Talk and Listen. They are reminded to listen after they make each statement.
12. Improvisational Storytelling
To play this game, put pictures of different emotions face down on the table. Then players decide together on some story elements must appear in the story (e.g., an arctic wasteland, a lemur, and a banana). The goal is for the players to take turns making up the narrative, building on each others ideas and (eventually) making use of all the required story elements.
To begin, first player picks a card, and starts the narrative. He can take the story into any direction he likes, but he must incorporate the emotion depicted on the card. After a minute or two, the next player picks a card and continues the narrative. Players continue to take turns until they have used all the required story elements and reached a satisfying conclusion.
texto de 28/3/11 http://www.friendshipcircle.org/ 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Exemplo de Pai...

Poderia ser exemplo de Mãe, para quem pensou em um texto de dia dos pais... Ainda não...
Esse é um texto veículado no Agencia USP (Valéria Dias) que acredito vale a pena ser lido...
Fala sobre a elação entre nossas atitude e suas consequencias, vale para diversas coisas, mas essa é uma pesquisa sobre nutrição infantil.
Nas palavras da Nutricionista Luciana (autora do trabalho)"o melhor meio para que os filhos tenham uma alimentação correta e saudável é exatamente por meio do exemplo dos pais: as crianças irão se espelhar naquilo que presenciam os pais fazerem."

"O comportamento dos pais influencia diretamente o modo como as crianças lidam com a própria alimentação. Por isso, a melhor forma de educá-las é tomando atitudes que sirvam de exemplo, como escolher alimentos saudáveis; realizar as refeições na mesa; evitar fast-food e pratos e comidas prontas; oferecer alimentos saudáveis sem, com isso, forçar o consumo; e nunca usar alimentos não saudáveis, como doces, para “presentear” os filhos pelo bom comportamento.


Esses são alguns dos apontamentos da nutricionista Luciana Lorenzato, autora da dissertação de mestrado Avaliação de atitudes, crenças e práticas de mães em relação à alimentação e obesidade de seus filhos através do uso do Questionário de Alimentação da Criança (QAC). A pesquisa foi apresentada em 2012 na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, sob a orientação do professor Sebastião de Sousa Almeida.
O estudo consistiu na aplicação do Questionário de Alimentação da Criança (QAC) em 150 mães que aguardavam para serem atendidas em consultas médicas em Postos de Saúde da cidade de Ribeirão Preto. O objetivo foi averiguar de que forma o comportamento dos pais influencia a obesidade dos 
A pesquisadora pode avaliar o IMC dos filhos, que é a proporção entre o peso e a altura ao quadrado. Luciana constatou que 80% das crianças estava com o peso adequado; e 17,3% acima do peso, sendo 11,3% com sobrepeso e 6% com obesidade. Já o IMC das mães indicou que 69,9% delas estava com peso adequado; e 23,3% acima do peso, sendo 17.9% com sobrepeso e 8% com obesidade. “Houve uma correlação positiva entre o IMC das mães e de seus filhos. Conforme o peso da mãe aumenta, aumenta também o peso dos filhos”, aponta Luciana.
Ao analisar as respostas das mães ao questionário, a nutricionista constatou que a maioria relatou ter peso normal desde a infância até a adolescência e o mesmo relataram em relação aos filhos. As mães se consideraram responsáveis pela alimentação deles; e preocupadas com aquilo que eles comem; concordaram com o ato de restringir o oferecimento de alimentos não saudáveis (como os ricos em gordura, açúcar e sal); concordaram com o uso de pressão para que a criança coma alimentos que consideram saudáveis; e acreditam que devem monitorar aquilo que os filhos comem.
Foi observada uma correlação positiva entre os fatores percepção de responsabilidade dos pais, peso da criança, restrição de alimentos e monitoramento, com o IMC dos filhos. Foi constatado ainda que, quanto menor o IMC das crianças, maior é a utilização de pressão para comer por parte dos pais.
Obesidade e infância
Luciana explica que a obesidade ocorre devido a interação de fatores genéticos, ambientais (dieta, influência familiar, da mídia e de amigos) e dietéticos (o que come e o quanto come). “O comportamento dos pais durante a alimentação dos filhos está associado à obesidade na infância. Isso é bastante relevante pois o comportamento alimentar de uma pessoa é formado exatamente durante esta fase”, destaca.
De acordo com a pesquisadora, muitas vezes o comportamento dos pais tem uma influência muito negativa nos filhos. Por exemplo, quando oferecem um alimento saudável em um contexto negativo, como uma forma de punir a criança: “se não comer a salada, não pode assistir televisão”. Ou o contrário, quando alimentos não saudáveis são oferecidos como uma espécie de “presente” pelo bom comportamento: “você fez o dever de casa, então vai ganhar um doce”.
Luciana explica que toda criança apresenta uma autorregulação interna de ingestão de alimentos que controla a fome e a saciedade. “Muitos pais interferem neste processo ao pressionarem os filhos a comerem quando já estão saciados. Isso impede as crianças de exercerem o próprio autocontrole”, alerta a 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Dominó de...

Enquanto eu via o Documentário "Muito Além do Peso" diversos pensamentos e conversas surgiram, entre esses pensamentos resolvi postar um dominó de frutas e legumes.
Você pode imprimir e brincar com seu filho, ou se quiser pode fazer o seu (por isso coloquei algumas peças extras - copie e cole no "paint").


É possivel encontrar outras opções na internet...

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Muito Além do ....

Muito Além do Peso é um documentário que vale a pena conferir para poder quem sabe pensar:
Muito Além da Educação
Muito Além das propagandas
Muito Além da relação entre pais e filhos
Muito Além inclusive de algumas opiniões propostas no filme, pois é direito de cada um ter o seu direito de analisar e deliberar quanto as suas escolhas...


Esteja atento para que:
as brincadeiras de seus filhos não fiquem Muito Além*
a sua alimentação não vá Muito Além*
e principalmente o diálogo não fique Muito Além*

* Nesses casos além = distante

+ no site http://www.muitoalemdopeso.com.br/

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Começando a Colônia de ...

Algumas vezes já comentei por aqui que faço parte de grupos na internet, além de dialogar com alguns pais em diversos lugares em que convivo. Li um comentário em um desses grupos que acho que pode render bons diálogos aqui no blog. Pedi autorização para o dono para postar aqui, mas resolvi postar por partes para não ficar muito longo. Vamos ao comentário que começava assim:
Ontem colocamos a Mariana (2anos) na Colônia de férias xxxxxxxxxxxxxx. Hoje tiramos.
E ai o pai (este post foi feito por um pai) começou a enumerar algumas questões que pretendo abrir para diálogo.

1) Colocaram latas de CERVEJA para as crianças pintarem;
Supondo que a ideia era utilizar latinhas usadas para criação de alguma coisa, atividade que tem seu espaço em uma programação de recreação, abre-se um porém: utilizar latinhas de cerveja é plausível?
Certa vez para fazer uma atividade (que esta nesse vídeo) utilizei uma latinha dessa, você pode perceber pelo aro que era uma lata de cerveja, porém está coberta com fita adesiva e poderia estar coberta com tinta também evitando assim a utilização dela por crianças. Mas também não podemos ignorar que as crianças tem pleno conhecimento de marcas e dependendo da faixa-etária é possível explicar inclusive porque a latinha esta coberta. Uma razão do uso de latas de cerveja pode ser a maior facilidade em encontrá-las, mas será que é mesmo? Hoje existem diversas bebidas em latas, como refrigerantes, sucos, chás, energéticos... E se fosse uma lata de refrigerante? Será que haveria discussões sobre o incentivo do consumo?
Algumas oficinas também utilizam alimentos em sua confecção, por exemplo chocalhos de arroz, aí eu te pergunto comida é brinquedo?
Essa é uma provocação apenas para pensar um pouco mais sobre outras relações que podem estar presentes em uma atividade de recreação, minha opinião é que existem diversos materiais que podem ser encontrados para serem substituídos, mas o principal é que devemos pensar em como é esse tempo de lazer, nosso ou dos filhos.

3) A turma de 7 anos fica na mesma quadra da de 2 anos e meio. Uma bola raspou a cabeça da Mariana. Se batesse poderia gerar danos cerebrais e descolamento de retina. E o monitor falou que não podia fazer nada quanto a isso.

4) A mãe, ao perguntar sobre esses fatos, NÃO TINHA RESPONSÁVEL e todos tiravam o corpo fora.

8) Monitores despreparados tanto para dar informações quanto para cuidar de crianças que ainda são dependentes.
10) Monitor João xxxxxxx, que era responsável pelas atividades, não sabia o que ia acontecer. Uma prancheta resolvia o caso. 

Não estou ignorando outras reclamações, estou apenas separando o que considerei possível de englobar nesse texto.
A reclamação numero 2 referia-se a não se preocuparem com a “troca de fralda” da criança. Preciso dizer (assim como fiz no grupo) me deixa triste ler situações como esta, mas vamos dialogar sobre as questões.
Faixa-etária – Sem nenhuma teoria me parece um fato que crianças de dois anos e meio tem características diferentes de crianças de sete anos, sem falar que imagino (desconsidere que trabalho na área) que a atividade não seja a mesma, isso foi o que eu entendi lendo o post, eram atividades diferentes, eles aparentemente acertaram nesse ponto, porém se a atividade dos maiores pode interferir e segundo o relato até machucar outra criança é melhor evitar. Agora uso a reclamação 4, falta um responsável da atividade e da equipe, ainda não estou falando da entidade que propôs a colônia, apenas da atividade, nesse ponto o ”8” ajuda a responder, me pareceu um despreparo da equipe, vide que o suposto responsável não sabia o que ia acontecer*.
Uma prancheta resolvia? NÃO, uma prancheta não resolveria. Entendo o que o pai quis dizer, que se houvesse uma organização seria melhor. Agora alguns amigos de trabalho que leem o blog devem estar pensando: é porque ele odeia prancheta! A prancheta tem utilidade, porém eu trago questões agregadas a ela, inclusive a de que um papel escrito ou impresso com o nome das atividades não garante uma boa execução. Agora uma questão pessoal, a prancheta me lembra monitor que só está preocupado com a quantidade ou cumprir os horários esquecendo do desenvolvimento da ação como um todo, uma programação de lazer pode e deve respeitar diversos interesses (sociais, manuais, físico esportivos...).
Quis terminar discordando de um ponto apenas para mostrar que podem existir diversas maneiras de ver a mesma situação, como por exemplo brincar com criança (ou acompanhar um velho) qualquer um faz, tem que ser atento e carinhoso... mas isso fica para continuar no próximo post...

*esse texto esta baseado apenas nas informações postadas no grupo

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Interesses comerciais, comunicação e infância



Ontem um texto com uma cartilha falando sobre consumismo infantil, já coloquei minha opinião aqui sobre o assunto (um exemplo disso brincadeiras e consumo), mas temos que estar sempre alertas sobre alguns assuntos e tentar sempre que possível divulgar questões relevantes a sociedade.
Hoje tomei conhecimento de uma noticia e quero dividi-la com vocês e buscar mais informações sobre o assunto:

Via João Brant- Brasil de Fato 24/12/12
O relator especial da ONU para liberdade de expressão, Frank la Rue, esteve no Brasil em meados de dezembro para uma visita a convite do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação. Como não era uma visita oficial, ele não quis se pronunciar sobre a situação do país, mas um assunto específico chamou sua atenção e o fez abrir uma exceção: ele se disse ‘’escandalizado” com possibilidade do STF derrubar a vinculação horária da classificação indicativa de programas de televisão.          
La Rue estava se referindo à ação de inconstitucionalidade apresentada pelo PTB e apoiada pelas emissoras de TV que tenta derrubar a obrigação das emissoras respeitarem faixas horárias para veicular programas voltados apenas a determinadas idades.  
As palavras do relator são claras. “Fiquei escandalizado que o Supremo Tribunal Federal esteja vendo conflito entre liberdade de expressão e a proteção à infância. Não posso entender e em nenhum país vi uma corte suprema que esteja disposta a sacrificar a proteção da infância por outros interesses. É absolutamente absurdo. A vinculação horária não é uma violação à liberdade de expressão. A liberdade tem limites. Defendo a liberdade ampla, mas reconheço os limites. Neste caso, o Estado tem obrigação de regular a proteção da infância. Senão, dá-se a impressão de que interesses econômicos podem se sobrepor a outros interesses”.             
O susto do relator tem sentido. A ação começou a ser votada em novembro de 2011, e depois dos votos de quatro ministros, todos favoráveis à derrubada da vinculação de horários, foi suspensa por um pedido de vistas do ministro Joaquim Barbosa. Desde então, o processo não foi retomado.        
Esse alerta deveria ser levado em conta pelo STF na continuidade da análise da ação. Seria muito ruim que prevalecesse no Judiciário uma perspectiva que coloca os interesses comerciais das empresas acima dos direitos das crianças e adolescentes. Entidades da sociedade civil brasileira já vinham alertando para esse perigo. O reforço, agora, vem da insuspeita relatoria de liberdade de expressão da ONU. 
Artigo originalmente publicado na edição impressa 512 do Brasil de Fato - http://www.brasildefato.com.br/node/11420

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Preparar para Armar a Barraca

Preparar e supervisionar a execução 

Escrevi no texto anterior sobre uma atividade que é projetada para um clube, mas dei um exemplo de um texto antigo que falava de como fazer isso em casa. Essas são situações distintas, apesar de ambas serem momento agradáveis, no caso de se fazer no clube é um trabalho e fazer em casa para filhos (afilhados, sobrinhos.. etc) é um momento de lazer. Como assim? Não estou entrando na discussão teórica sobre o que é lazer e o que não é. O fato é que são situações que tem diferenças, mas podem ter muitas semelhanças também. 

Vamos falar sobre o assunto, no caso do clube houve uma programação, fez parte de um processo, coisa que em casa com o filho poderia ser feito no dia que você pudesse ou julgasse importante. Mas obviamente, você pode programar a atividade em casa, no texto "um espaço para brincar" não programei a atividade, resolvi fazer e fiz. (Ok, meu trabalho é esse, mas isso não definia a possibilidade de fazer ou não fazer). Por que programar, vamos lá, no trabalho é uma questão de organização.
Quantas vagas existem para participar em um clube e quantas vagas existem para fazer em casa? Como assim?
Tanto no clube quanto em casa qual seria o espaço físico para os participantes? Tenho 4 barracas para 5 pessoas, tenho em casa uma barraca grande para 4 pessoas, o que pode significar uma participação maior ou menor de pessoas (amiguinhos, primos, etc). Sabendo quem vem, e qual a idade deles a programação pode ser mais focada na idade deles. No caso de trabalho é importante uma ficha de inscrição com dados dos pais e da criança, e claro no caso de amiguinhos uma conversa com a mãe para saber mais sobre hábitos e quem sabe até medicações que ele possa estar usando no período. (É tem muita coisa envolvida em uma atividade dessas). E claro, como se trata de uma brincadeira, definir o período é bem interessante. Não falo isso só para caso de mães que irão buscar seus filhos na casa da amiga, mas limites são importantes só cuidado para eles não se tornarem o foco, que é fazer uma atividade diferente para curtir com a molecada, por isso se preparar pode ser uma ótima maneira de tentar garantir esses momentos.
Como dicas tem os textos já citados, ou quem sabe um aniversário temático de acampamento não possa ser uma ideia??

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Armando a Barraca

Em julho de 2010 postei um texto que gosto muito que fala sobre um espaço para brincar que você pode ter interpretado de diversas formas, mas deixando isso pra lá vamos “armar as barracas de acampamento”.

Essa atividade fecha um ciclo de atividades dentro do projeto da recreação no clube, mas antes que alguém pense que é uma propaganda dos meus serviços (poderia ser mas não é), a ideia é incentivar a atividade (tendo ou não uma barraca como a da foto). Neste caso ela é realizada comigo há 9 anos (dentro de um projeto que podemos considerar de 20 anos alterando parceiros na construção e programação), respeitando as mudanças a cada ano de participantes, interesses e etc.
 O dia do “Acampamento no Clube”,  é uma data que normalmente é muito aguardada pela turminha que participa da recreação,  mas ao mesmo tempo um momento de conhecer novas pessoas que quem sabe venham a participar mais da recreação a partir desse momento.
A atividade acontece no clube na passagem de um sábado para domingo, dias em que a recreação funcionaria, porém com um horário diferente. Pode se considerar um período curto, mas acredito muito valido para crianças, monitores e pais.

Seus filhos já participaram de momentos como esses? e ai como foi?





segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Caçando Easter Eggs

Primeiro o que seriam “easter eggs “? Uma tradução ao pé da letra seria algo como “Ovos de Pascoa”, mas também são conhecidas referências escondidas (não sei se tão escondidas assim..) que aparecem nos filmes da Pixar.
Para você pai, mãe, padrinho que por alguma vez já pensou, vai assistir esse filme de novo... tai um ótimo desafio ou possibilidade assistindo filmes da Pixar, Disney ou qualquer outro, procurar imagens não percebidas...
O Carro de pizza aparece em vários filmes e é um dos mais comentados, você nunca reparou? veja o vídeo no final do texto. Mas existem outros dá uma olhada nisso

Nemo e Boo

Jessie (toy Story -em cima da mesa)
Tem brinquedo espalhado na casa do Wall-E (Mike Wazowski - Monstros S.A)

Homenagem a Jurassic Park de Steven Spielberg

 O ursinho do Toy Story no filme Up Altas Aventuras

Por falar em Up agora coloco exemplos que eu gosto bastante (e acho fantástico quem descobre, eu encontrei no Diário Cinéfilo) Na foto abaixo existe um postal (uma carta) para Carl e Ellie o Casal de Up

E o que seria A-113 que aparece diversas vezes

Numeros o 237 que aparece na imagem abaixo é uma referência ao quarto de "O Iluminado" Filme favorito do diretor Lee Unkrich, detalhe ele está usando um Apple (a Pixar cresceu após a compra de Steve Jobs)
 As vezes me pergunto será que eles não estão “economizando ideias? (brincadeira) mas eles conseguem compor imagens e as pessoas ainda vão atrás para descobrir


Só para constar na cena do Toy Story (1995) O carro tem a marca Dinoco que aparece no Relâmpago McQueen tem muito mais no
 Diario Cinéfilo (onde encontrei algumas imagens - alem do yahooe Ig (clique no link)

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Cadê o Grilo II

Essa semana postei um texto sobre Grilos, procurar grilos para falar a verdade e no meio da minha busca para escrever acabei deixando esses dois itens postarei abaixo
Primeiro um Grilo para montar (impresso no papel canso fica um pouco mais legal)



E uma brincadeira chamada "CADÊ O GRILO"

Que consiste, em organizar uma 
Primeiro da coluna pergunta - CADÊ O GRILO
Todos respondem – ESTA LÁ ATRAS
P – O que é que faz?
T – Corre atrás

A primeira da coluna  sai correndo atrás da ultima da fila que dará voltas em torno da coluna para fugir quando não quiser mais fugir ela senta em primeiro na fila (pelo menos uma volta ao redor da coluna*). SE a pegadora pegar a pessoa sairia da brincadeira porém acredito que de acordo com o numero de participantes podemos montar mais de uma coluna, mais de um grilo, e assim os que forem pegos trocam de grupo mas continuam a brincar. Se não pegar a pegadora senta-se a frente de quem fugiu e recomeça a brincadeira (portanto terá mais uma chance de pegar)
A brincadeira segue assim até que todos brinquem ou até que o grupo não queira mais (ou o monitor troque a atividade)


terça-feira, 11 de setembro de 2012

Brincando no parquinho - Procurando Grilos



Você já procurou grilos??
A idéia não é mata-los, é fazer com que as crianças procurem os grilos e algumas delas peguem os bichinhos sem machuca-los, por um tempo eles ficam em um copo e depois devolvemos para o parquinho.
Na cultura européia o grilo afasta a infelicidade (Câmara Cascudo), e pronto taí uma ótima razão para brincar (o que também afasta a infelicidade).
 

Gosto do fato das crianças prestarem muita atenção na grama, e do desafio que é tentar pegar os grilos de uma forma que não o mate. Qualquer criança que não tenha medo nem nojo pode brincar, e considerando que algumas crianças hoje em dia não tem essa possibilidade de brincar em um local arborizado, ou em um sitio, essa pode ser uma oportunidade de se divertir. 





Preciso comentar um caso: um dos pequenos era muito habilidoso na arte de pegar grilos e estava todo contente por participar da brincadeira, então me contaram “esse ai pega até sapo”(o que esta sozinho na foto), não tem medo nem nojo de nada – Ok SAPO eu nunca peguei.. nem tentei..






Espero que alguns pais se lembrem de ter feito isso durante a infância,  conta-se que algumas pessoas pegavam os grilos os prendiam para ouvi-los cantar durante as noites de verão (deve ser o tal afastar a infelicidade ou seria a beleza da infância que Dickens traz um pouco no livro o Grilo na Lareira).




 Uma vez após a brincadeira (há muito tempo) optamos por criar uma possível casa para os grilos (com direito a tirolesa – esse barbante da casa até ou outro lado e piscina). OBS: não deixamos os bichinhos presos por muito tempo, logo devolvemos a natureza. 



Curiosidades

Chá de Grilo – contra retenção de urina (Dicionário do Folclore Brasileiro)
DICKENS, Charles (1812-1870). O Grilo da Lareira, Conto juvenil, publicado em 1846 com o título The Cricket on the Hearth. 
O Livro Perigoso para garotos traz no capitulo “Insetos e Aranhas” alguns tipos de grilos 
Em Portugal e na Espanha os grilos são vendidos em pequenas gaiolas (Cascudo), encontrei um blog português que fala mais sobre o que ele chama de caça aos grilos que esta em sua 3 edição tamanha a quantidade de referencias que ele foi buscar..

Vale ler também O Livro Perigoso para Garotos -  “Insetos e Aranhas – Gafanhotos e Grilos” – IGGULDEN, Conn & IGGULDEN Hal (2007) 2 edição Galera Record
CASCUDO, Câmara (1954) Dicionário do Folclore Brasileiro Ediouro (10 edição) RJ




terça-feira, 8 de maio de 2012

Dia das Mães, no clube, na escola..

No clube, na escola, no hotel ou em outros lugares as cria-se uma programação para que as crianças façam uma lembrancinha para as Mamães. (Papais essa pode ser uma boa idéia para você fazer junto com seus filhos)
Como já coloquei algumas histórias do clube aqui, eu também criei essas possibilidades e assim diversos presentes. E algumas vezes algumas mães vem contar que como o filho entregou aquele presente, ou de que lembra sempre de um, pois foi um dia que...
E esse texto é mais uma tentativa de texto colaborativo, queria muito saber que presente você ganhou que lembra até hoje. (simples, mas que ficou na memória)



(espero que minha mãe leia e pelo menos ela escreva..se ela lembrar..)
Na foto acima Simone "Tia Pipoca" uma super Mãe que trabalhou comigo por muito tempo.
E no domingo Feliz dia das Mães para todas vocês e um especial para minha Mãe!!!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

“Eles me conhecem” (do meu jeito)

Continuando no pensamento sobre nosso dia-a-dia me lembrei de um comentário feito pelo André Bressan (O Pediatra.com)  em um texto de2010. 
“Super atual a qualificação de "pessoa" às crianças... as pessoas que te conhecem.”
Estudando esses dias ela me voltou a cabeça, junto a outros pensamentos (para variar). 
O que eu quis dizer com “eles me conhecem”, era uma explicação para o porque fiz uma brincadeira na sala (se interessar ver texto) e o André atentamente chamou de qualificação de pessoa. Na verdade meu pensamento era sustentar a minha atitude , e a expressão utilizada não estava solta, complementando o texto, mas algo em que me apoio e valores que sigo e que ao final nas palavras de Clovis de Barros você entenderá melhor.
Por exemplo as palavras de Eclea Bosi em seu livro Memória e Sociedade ao escrever uma explicação do porquê  algumas pessoas utilizam a expressão “meu tempo”. 
O tempo referido pela autora, é o da pessoa que se relaciona ao seu tempo produtivo, seu trabalho, a sua atuação (física e psiquica) e o que traz a expressão uma identidade e porquê não uma apropriação a expressão.
Essa propriedade que ao descrever  “eles me conhecem” eu pretendia dar.  E agora amparado nas palavras do professor Clóvis de Barros Filho tento com suas palavras dar uma significação para o termo: 

“nós confiamos e desconfiamos o tempo todo, os valores são critérios contraditórios, mas a confiança no outro se constroi com uma fidelidade aos valores respeitado.
Por exemplo como professor tenho um estilo, uma maneira de trabalhar tudo isso é  resultado há  certos criterios profissionais, exemplos, palavreado, energia e  voce sabe que esses valores não são os unicos. Eu quando dou aula, eu comunico meus valores, a sua conduta comunica os valores de respeito. O que você espera de mim? Você espera que eu seja fiel aos valores que eu mesmo afirmei respeitar ao longo de nossos encontros, no final das contas quando a gente age a gente esta contando qual é a nossa, e da a outro a chance de se aproximar ou não... e que voce seja fiel ao que se propos e não precisa dizer se voce vier na minha aula ela sera assim... isto esta implicito, a nossa conduta é uma forma privilegiada de comunicação de valores voce poderia ter agido de forma diferente e comunicaria outros valores toda conduta é uma grande proposta de adesão e relacionamento... vc não precisa dizer se vc for minha namorada serei carinhoso, etc isso não se diz,  subintende-se (posso cair no chão de dar risada agora?? hahahaha). Voce constroi uma relação de confianca sendo fiel a vc mesmo,  Desde o primeiro dia que voce me conheceu você viu que eu tenho “um jeito”, “um estilo” um respeito reinterado a um certo numero de criterios existenciais profissionais, um respeito reinterado a um certo numero valores”(grifo meu).

Portanto o que escrevi de uma forma simples lá atras apenas como forma de tentar explicar a minha atitude que poderia ser julgada por alguém, é revista e posso dizer até teorizada para que cada um de nós possa pensar em nossas atitudes como pais, professores, educadores, trabalhadores e etc. 
A cada atitude em nosso dia-a-dia nós construímos e nos estabelecemos, cada tem o “seu jeito”, sendo assim André (amigos, pais, mães, bloguers, leitores...), nos qualifica como pessoa. E muito provavelmente alunos, amigos, colegas de trabalho e outros que irão “nos conhecem”. 


"Abra seus braços para as mudanças, mas não abra mão de seus valores." Dalai Lama

BOSI, E. Memória e sociedade. São Paulo: Companhia das Letras, 1994
Clovis de Barros – Professor de Ética na USP

 * Não é uma transcriçao porem coloco em ítalico para que saibam que são palavras do 
se quiser ver o video na integra 
http://www.espacoetica.com.br/videos/451-video-aula-os-valores-e-a-vida


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Quanto mais programação educativa as crianças assistiam, maior se tornava sua agressividade relacional

Antes que alguém me xingue ou me processe, essa frase foi retirada de um livro, é uma pesquisa feita sobre agressão entre alunos de educação infantil pelos Dr Jamie Ostrov e Dr Douglas Gentile. Tive conhecimento de um de seus trabalhos através do livro Filhos: novas idéias sobre educação . Monitorando alunos de duas escolas de Minnessota (realidades diferentes mas que podem nos trazer informações relevantes), eles compararam o comportamento das crianças (entre 2 e 5 anos) com o relato dos pais sobre quais os programas assistiam.
O que se esperava era que desenhos como Star Wars e Power Rangers fossem incentivar mais a violencia que Clifford e Arthur, até ai nenhuma idéia ou suposição mirabolante, mas o diferencial apareceu no longo prazo (aos que interessarem o assunto o livro é muito interessante e vai descrever mais sobre este trabalho e sua metodologia).
Foi neste longo prazo que surgiu a frase que dá título a este texto, eles notaram que ao assistir essa programação as crianças apresentavam um numero elevado de agressões relacionais (classificação deles que é entendida como: “Você não pode brincar com a gente”, ou ignorar uma outra criança que queria brincar, “todo tipo de ação que atinge a essencia de uma amizade (p.156)”.) Ostrov explica que em muitos programas o enredo passa de trinta minutos contextualizando um conflito que é resolvido em uns poucos minutos no final, sendo assim “A criança nessa idade tem dificuldade para relacionar a mensagem do final do episódio com a trama que a antecedeu,... ela assimila cada um dos comportamentos mostrados isoladamente”.
É para se pensar, não??
A pesquisa continua em outras escolas em Buffalo, NY, mas não quero fazer uma copia do trabalho e sim trazer o assunto para o diálogo.

Dr Jamie Ostrov -
http://www.psychology.buffalo.edu/directory/faculty/people/ostrov/
Douglas Gentile -
http://drdouglas.org/- http://www.psychology.iastate.edu/~dgentile/
BRONSON PO (2010) Filhos: novas idéias sobre educação PO Bronson & Ashley Marryman (tradução Elenice Araujo) Testo Editores São Paulo.

domingo, 4 de setembro de 2011

Mais respeito

Seguindo a ideia do texto anterior, gostaria de continuar nosso diálogo sobre educação.
Coloquei que as crianças (filhos, alunos ou...) poderiam se espelhar em nossas atitudes, sim isso é uma possibilidade, sejam essas atitudes positivas ou negativas.
Como assim?
Um exemplo pode ser a abertura dos Simpsons em que aparece a Meggie (bebê) imitando a Marge (mãe) dirigindo e buzinando de forma veemente. Coloco um video abaixo para ilustrar essa mesma ideia.



Não acredito em receitas ou formulas perfeitas, o que me serve, pode não servir para você. Aqui na familia brincamos que do pé de manga só nasce manga, mas apenas como brincadeira quando surgem caracteristicas parecidas com meu pai ou minha mãe. Mas falando um pouco mais sobre as atitudes das crianças perante aos adultos, visualizar um pequeno desentendimento entre pais e mães pode não ser um bicho de sete cabeças, inclusive pode ser uma oportunidade de mostrar que nem tudo segue em perfeita harmonia, e que depois, com o problema solucionado ou não, o respeito e o diálogo (sendo visto pelo filho mais uma vez) são mantidos.
O livro Filhos: novas idéias sobre educação, traz um capitulo com o titulo: “Por que, para os adolescentes, discutir com os adultos é um sinal de respeito e não de desrespeito – e as discussões não são destrutivas para o relacionamento, mas sim construtivas?” (ítalico e negrito por minha conta)
Parenteses: Na sua casa como funciona??

BRONSON PO (2010) Filhos: novas idéias sobre educação PO Bronson & Ashley Marryman (tradução Elenice Araujo) Testo Editores São Paulo.