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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Exemplo de Pai...

Poderia ser exemplo de Mãe, para quem pensou em um texto de dia dos pais... Ainda não...
Esse é um texto veículado no Agencia USP (Valéria Dias) que acredito vale a pena ser lido...
Fala sobre a elação entre nossas atitude e suas consequencias, vale para diversas coisas, mas essa é uma pesquisa sobre nutrição infantil.
Nas palavras da Nutricionista Luciana (autora do trabalho)"o melhor meio para que os filhos tenham uma alimentação correta e saudável é exatamente por meio do exemplo dos pais: as crianças irão se espelhar naquilo que presenciam os pais fazerem."

"O comportamento dos pais influencia diretamente o modo como as crianças lidam com a própria alimentação. Por isso, a melhor forma de educá-las é tomando atitudes que sirvam de exemplo, como escolher alimentos saudáveis; realizar as refeições na mesa; evitar fast-food e pratos e comidas prontas; oferecer alimentos saudáveis sem, com isso, forçar o consumo; e nunca usar alimentos não saudáveis, como doces, para “presentear” os filhos pelo bom comportamento.


Esses são alguns dos apontamentos da nutricionista Luciana Lorenzato, autora da dissertação de mestrado Avaliação de atitudes, crenças e práticas de mães em relação à alimentação e obesidade de seus filhos através do uso do Questionário de Alimentação da Criança (QAC). A pesquisa foi apresentada em 2012 na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, sob a orientação do professor Sebastião de Sousa Almeida.
O estudo consistiu na aplicação do Questionário de Alimentação da Criança (QAC) em 150 mães que aguardavam para serem atendidas em consultas médicas em Postos de Saúde da cidade de Ribeirão Preto. O objetivo foi averiguar de que forma o comportamento dos pais influencia a obesidade dos 
A pesquisadora pode avaliar o IMC dos filhos, que é a proporção entre o peso e a altura ao quadrado. Luciana constatou que 80% das crianças estava com o peso adequado; e 17,3% acima do peso, sendo 11,3% com sobrepeso e 6% com obesidade. Já o IMC das mães indicou que 69,9% delas estava com peso adequado; e 23,3% acima do peso, sendo 17.9% com sobrepeso e 8% com obesidade. “Houve uma correlação positiva entre o IMC das mães e de seus filhos. Conforme o peso da mãe aumenta, aumenta também o peso dos filhos”, aponta Luciana.
Ao analisar as respostas das mães ao questionário, a nutricionista constatou que a maioria relatou ter peso normal desde a infância até a adolescência e o mesmo relataram em relação aos filhos. As mães se consideraram responsáveis pela alimentação deles; e preocupadas com aquilo que eles comem; concordaram com o ato de restringir o oferecimento de alimentos não saudáveis (como os ricos em gordura, açúcar e sal); concordaram com o uso de pressão para que a criança coma alimentos que consideram saudáveis; e acreditam que devem monitorar aquilo que os filhos comem.
Foi observada uma correlação positiva entre os fatores percepção de responsabilidade dos pais, peso da criança, restrição de alimentos e monitoramento, com o IMC dos filhos. Foi constatado ainda que, quanto menor o IMC das crianças, maior é a utilização de pressão para comer por parte dos pais.
Obesidade e infância
Luciana explica que a obesidade ocorre devido a interação de fatores genéticos, ambientais (dieta, influência familiar, da mídia e de amigos) e dietéticos (o que come e o quanto come). “O comportamento dos pais durante a alimentação dos filhos está associado à obesidade na infância. Isso é bastante relevante pois o comportamento alimentar de uma pessoa é formado exatamente durante esta fase”, destaca.
De acordo com a pesquisadora, muitas vezes o comportamento dos pais tem uma influência muito negativa nos filhos. Por exemplo, quando oferecem um alimento saudável em um contexto negativo, como uma forma de punir a criança: “se não comer a salada, não pode assistir televisão”. Ou o contrário, quando alimentos não saudáveis são oferecidos como uma espécie de “presente” pelo bom comportamento: “você fez o dever de casa, então vai ganhar um doce”.
Luciana explica que toda criança apresenta uma autorregulação interna de ingestão de alimentos que controla a fome e a saciedade. “Muitos pais interferem neste processo ao pressionarem os filhos a comerem quando já estão saciados. Isso impede as crianças de exercerem o próprio autocontrole”, alerta a 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Muito Além do ....

Muito Além do Peso é um documentário que vale a pena conferir para poder quem sabe pensar:
Muito Além da Educação
Muito Além das propagandas
Muito Além da relação entre pais e filhos
Muito Além inclusive de algumas opiniões propostas no filme, pois é direito de cada um ter o seu direito de analisar e deliberar quanto as suas escolhas...


Esteja atento para que:
as brincadeiras de seus filhos não fiquem Muito Além*
a sua alimentação não vá Muito Além*
e principalmente o diálogo não fique Muito Além*

* Nesses casos além = distante

+ no site http://www.muitoalemdopeso.com.br/

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

domingo, 30 de dezembro de 2012

Brincar é bom...


Eu comentei no texto de Natal que mais importante que o brinquedo que a criança ganha no Natal  é o sentimento, o que vale é a brincadeira, BRINCAR é bom!!
E ontem li uma frase que compartilho abaixo que considero um ótimo exemplo!!



Após o Natal agora nas férias (escolares) o “negócio” é brincar.

Link texto de Natal
Instituto Alana - http://alana.org.br/ - Território do Brincar

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Instituto Alana - "Blogagem Coletiva" - CONAR

O Instituto Alana propôs uma blogagem coletiva sobre o parecer escrito pelo Sr. Ênio em nome do CONAR, que causou espanto e indignação aos responsáveis do instituto, que inclusive publicou seu descontentamento sobre o assunto (leia)
Acho que seria interessante que um grupo grande de pessoas pudesse ler este parecer e fazer sua própria analise.
Como a proposta desse blog é sempre apresentar outras possibilidades ou ângulos de visão, segue um pensamento sobre o assunto. Segundo o Wikipédia Parecer é uma opinião, que deve ser acompanhada de um documento assinado com data, nome e registro do profissional, emitido por um especialista (que pode ser por exemplo advogado, médico ou psicólogo) sobre uma determinada situação que exija conhecimentos técnicos.
O parecer deve ser sustentado em bases confiáveis e escrito com o objetivo de esclarecer, interpretar e explicar sobre um determinado tema cujo interlocutor não é tão especializado quanto o receptor da mensagem de preferência usando como referências artigos científicos comprovados ou leis que expliquem essa opinião.
O documento esta no link acima (palavra parecer), com nome data e registro profissional, mas aí surgem pontos para serem vistos e revistos, se o objetivo é esclarecer, interpretar e explicar, não ficou muito claro (pelo menos para mim). Que o interlocutor não é alguém especializado em crianças eu percebi, pois querer utilizar o imaginário (a bruxa) como simbologia do mal para afastar o interesse ou quem sabe assustar alguém não é um processo lá muito pedagógico. Atitude (aparentemente fato isolado - pensamento do Sr Ênio) inesperada para um órgão que tem seu trabalho para a sociedade e pautada nela.

E o dialogo, mesmo quando não se concorda com alguma atitude, é uma forma de educação e um processo para se escutar pontos de vista em prol da educação de uma pessoa ou de uma sociedade.

Discordo em gênero, numero e grau, que criança foi feita para azucrinar, criança é criança! E tem que ser educada! O "não" citado esse sim corretamente está para colocar limites, e isso vai depender do dialogo, não da força imposta. Respeitar a diversidade de opiniões é um caminho para promover mudanças significativas e assim avançarmos como sociedade.

Veja mais no site do Instituto Alana - Projeto Criança e Consumo