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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Participando do Encontro Viva 2.0 – Hidratação #vivapositivamente



Ontem tive uma grande oportunidade de participar do Encontro Viva 2.0 – Hidratação (#vivapositivamente) com a presença do Dr José Rubens D´Elia, Educador Físico com pós graduação em Fisiologia, Treinamento Esportivo e Administração Esportiva pela USP; e do atleta e administrador do Instituto Reação (que ensina judô para crianças e jovens carentes do Rio de Janeiro - www.institutoreacao.org.br) Flavio Canto. 
Uma breve apresentação como essa, imagino que já tenha despertado o interesse de muita gente (dos colegas de educação física, pais, amigos e visitantes do blog), mas preciso deixar marcado que o ambiente era fantástico. Nesse momento você pode imaginar que uma tarde a beira mar no Rio não haveria de ser diferente. Mas além disso (que valeu muito) a relação entre as pessoas parecia ser de um grupo de amigos que se conhecia há muito tempo (o que não era o caso, alguns já se conheciam porém não era maioria absoluta). Vou utilizar um comentário que escutei durante uma das conversas: "as pessoas que estão aqui parecem ter tantos pontos em comum que o clima fica muito agradável" (peço desculpas por não citar autor, mas realmente não lembro). 
Para não me alongar quero dizer que estou muito orgulhoso em poder participar desse momento. 


Agradeço a todos pelo momento em especial a Sam, Kelly e a Coca-Cola

segunda-feira, 18 de março de 2013

Menina dá um show no Tenis

Entre as diversas razões que tenho para amar o esporte...
sem palavras...
VEJA!!



boa semana!! (via Dominik)

terça-feira, 31 de julho de 2012

Redes sociais e atletas (e não atletas)

Os Jogos Olímpicos de Londres mal começaram e já posso citar 3 situações com atletas e redes sociais, mas pode servir para não atletas também. O fato é falar sobre o uso, ou melhor do uso da rede sem pensar nas consequências.
Há algum tempo algumas pessoas já falam sobre a utilização das redes sociais por atletas, acertos e erros. Cito o trabalho de Vanessa Graziato *, os diversos videos e textos de Martha Gabriel que sempre lembra “não faça na rede o que você não faria fora dela”, além das diversas repercussões nos jornais da internet**.
Escrevo isso porque antes da olimpiada uma atleta Grega foi afastada, pois consideraram seu comentario no twitter como racista. Em outro caso um atleta Suiço hostilizou um atleta Sul Coreano e foi afastado. E hoje uma atleta Brasileira respondeu ofensivamente e entrou em uma discussão  com outros participantes da rede.
Coloco ao final do texto “link’s” para reportagem os casos e agora escrevo alguns pontos para serem pensados.
No caso do Suiço vejo alguem que queria desabafar e não soube como, imagino que ele não soube perder. Situações durante a fase de crescimento podem ensinar as crianças a perder, sabendo lidar melhor com essa frustração quando adultos.

O comentário da Grega pode ter gerado uma repercussão e a partir daí gera-se a polemica. Ao postar o caso em meu Facebook um amigo comentou “Cara, achei exagerada a reação ao comentário. Achei uma brincadeira comum. Acho que, infelizmente, por tantas colocações e manifestações realmente de mau gosto, todos que falam qqr coisa até inocente acabam sofrendo..” .  Alguns atletas (e não atletas também) tem que entender como funciona a rede social, que aquilo que dizemos fica registrado, se não me falha a memória a própria Martha Gabriel fala que a “rede não deixa esquecer”, se você postou alguém pode salvar  (a própria rede ou outras pessoas) e você será responsabilizado pelo que escreveu. 
Em um exemplo mais simples ontem postei em um grupo na rede para pais (e mães) uma pergunta assim:
As férias escolares estão chegando ao fim, vocês estão felizes ou faltou fazer alguma coisa?
Minha intenção era comentar sobre as dificuldades de se ter criança em casa durante todo o dia em varios dias consecutivos (férias). E a falta era relacionado ao ter programado alguma coisa e não ter realizado por alguma razão (estava curioso por saber qual seria essa razão que limitou o lazer, minha area de atuação e que poderia, dependendo do caso ,se tornar um texto ou um comentário em sala de aula). Como escrevi rapido pode ter escapado a pontuação gramatical, mas logo em seguida recebi um pedido para  alterar a pergunta, pois parecia algo como uma “culpa”, e que meu viés na participação para algo menos inquisitivo e negativo, algo que não passou pela minha cabeça, mas abriu a possibilidade desse entendimento. Não estou comparando com o caso da Grega,  apenas ressaltando o fato de que temos que estar atentos ao que publicamos na rede e pensar nas possibilidades de diferentes entendimentos que nossos comentários podem gerar.














GRAZIATO, Vanessa  “O Poder das Midias Sociais: Como não transformar o twitter em inimigo.“
2010.
Atleta suiço

Atleta Brasileira

Atleta grega

* outros exemplos de atletas que já tiveram problemas – Veja dia 26/07/2012
http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/atletas-sao-craques-em-polemicas-nas-redes-sociais

sexta-feira, 27 de julho de 2012

27 de julho de 1924 ou 2012 - Curiosidades e informações Olimpicas

Hoje é o dia da abertura oficial das Olimpíadas de Londres, mas em 1924 terminavam as olimpíadas de Paris 1920, dessa vem um grande evento não apenas em numero de dias como em 1900 que durou 6 meses.
Em 1924 o Barão de Coubertin queria superar e mostrar a importância dos jogos que utilizaram pela primeira vez* os anéis olímpicos (criados em 1913 pelo Barão)  foram utilizados em medalhas e cartazes dos jogos. Pela primeira vez utilizaram o lema Citius, Altius, Fortius, ou, mais rápido, mais alto mais forte, cunhado em latim por um monge francês, Frei Henri Didon e que as três bandeiras, olímpica, do país anfitrião e do próximo país a receber os Jogos, foram hasteadas lado a lado na cerimônia de encerramento.
Segundo o Dicionário Tubino do esporte, em 1924 pode se considerar uma descoberta do marketing esportivo, havendo investimentos em produtos como flâmulas, chaveiros e outros souvenires. E os cambistas também apareceram ingressos até 5 vezes mais caros.
Dicionário Enciclopédico Tubino do Esporte

London Olympics 2012 logo.svg.pngPoster1924 6.jpg





quinta-feira, 26 de julho de 2012

Após a olimpíada, que venha Londres 2012


Ficou com duvida do título do texto, então eu explico: olimpíada não corresponde só aos Jogos Olímpicos, mas também ao intervalo entre cada uma das edições*.  Acredito que nem preciso falar sobre a origem dos Jogos, que eram celebrados em Olimpia (base do Monte Olimpo) na Grécia, ou do inicio dos Jogos da Era Moderna com Pierre Freddy “o Barão de Coubertin”.
Londres 2012 muito provavelmente nos trará mais histórias, muito esporte e quebras de barreiras. Por falar em barreira, a barreira que eu gostaria que fosse quebrada é a da “fronteira olímpica” (momento utópico! Mas porque não?), que alguns preceitos (a chamada Carta Olimpica) funcionassem além do período de Jogos (OLIMPÍADA).
 Farei um breve resumo de alguns pontos dessa carta que poderiam servir para pensar a educação, a política, a história... (muitas possibilidades)
Incentivo e apoio a ética, bem como a educação e a juventude.
Colocar o desporto ao serviço da humanidade (educar).
Agir sempre contra qualquer forma de discriminação, somos todos iguais.
Se opor a qualquer abuso político (e comercial – nesse caso a interesses econômicos que algumas vezes vem antes dos humanos).
Preocupar se com questões ambientais, promovendo o desenvolvimento sustentável.
Pensar em legados (dificil mas deveria valer para qualquer governo).
Incentivar e apoiar a educação (na carta misturar esporte com cultura e educação), através das mais diversas possibilidades existentes.

*informação retirada de um folheto do Comitê Olímpico Brasileiro  

Para quem não conhece a carta (link Comite Olimpico Internacional COI – em inglês)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Esporte, brinquedos e jornalismo

Aproveitando o momento em que o Pan-americano esta em alta (mesmo com a maior rede de televisão brasileira tentando ignorar em alguns momentos) e as conversas sobre o assunto estão nas ruas e nos comentários nas redes sociais. Citarei um exemplo (que pode valer para os narradores esportivos) o bambolê e o arco, que são parecidos mas não são iguais.
Só como introdução a ginástica Rítmica em seus primórdios era chamada de Ginástica Moderna, e a partir de 1950 ingressou em um processo de esportivização em decorrência do apelo da tentativa de ingressar nos Jogos Olímpicos, buscando consolidar o esporte(a importância dos jogos), que na segunda metade do sec.XX foi reconhecida como Ginástica Rítmica Desportiva (GRD).
O bambolê como conhecemos atualmente, de plástico colorido, surgiu nos Estados Unidos da América em 1958. Foi uma criação dos norte-americanos Arthur Melin e Richard Knerr, donos de uma fábrica de brinquedos, que trouxeram a idéia da
Austrália, onde estudantes de ginástica se divertiam girando aros de bambu na cintura. O brinquedo foi batizado de hula hoop e eles venderam 25 milhões de unidades em apenas quatro meses. No mesmo ano, a fábrica de brinquedos Estrela lançou o hula no Brasil, com o nome tirado do verbo "bambolear" (gingar). O que da para entender porque o nome é conhecido pela maioria das pessoas.
O arco é um dos aparelhos/aparatos usados na Ginástica Rítmica.
Segundo o dicionário Tubino, eles devem ter de 80cm a 90cm de diâmetro, um peso mínimo de 300g e com ele são executados movimentos de rotação, arremessos, rolamentos (cambalhota para alguns, mas esse fica para um próximo texto), e passagens entre eles.

A pesar de parecidos, não são iguais, então como curiosidade os jornalistas poderiam falar sobre essa semelhança, mas contar sobre suas diferenças, trazer a explicação é uma forma de se aproximar da massa não apenas trocando palavras, para facilitar a linguagem e o entendimento de muitos. As pessoas querem ver, entender e aprender mais sobre os esportes, até porque em 2012 tem olimpíadas em Londres e em 2016 elas estarão por aqui.
E termino parafraseando o autografo de Paulo Vinicius Coelho (PVC - livro Jornalismo esportivo) “jornalismo é mais sério do que ser apenas um evento espetacular”, por isso vamos falar sobre o esporte, educaçãoe quem sabe até brincadeiras.

TUBINO, M. J. G.; GARRIDO, F.; TUBINO, F. Dicionário enciclopédico Tubino do esporte. Rio de Janeiro: SENAC, 2006.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Lazer, Esporte e Saúde


Aos que não sabem faço parte de um grupo chamado Planeta Saúde Brasil que reúne diversos profissionais da saúde, algumas pessoas que ja conhecem (se não conhece depois de ler este post entre no link)comentaram comigo sobre a importância dessa relação entre o lazer (educação e a atividade física) e a saúde.
Sendo assim a noticia abaixo retirada da agência USP de noticias, retrata um estudo que se realizará em Ribeirão Preto, mas serve para todos nós pensarmos como estão as nossas praticas de esporte e lazer? E da nossa Saúde?

Da Redação - agenusp@usp.br Publicado em 7/junho/2010 Editoria : Esporte e Lazer

A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP vai mapear as práticas de exercício físico na população da cidade. A iniciativa será realizada por meio do curso de Fisioterapia, em parceria com a Associação Ribeirãopretana de Ensino, Pesquisa e Assistência ao Hipertenso (AREPAH). Também será traçado um perfil do desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas nas famílias dos entrevistados. O projeto é de extensão e está inserido num Programa do Ministério do Esporte do Governo Federal que pretende identificar e quantificar em todo o Brasil as práticas de esporte e lazer da população.A coleta de dados terá neste mês de junho. O projeto conta com doze bolsistas e deve durar cerca de um ano. Serão entrevistadas cerca de 4 mil pessoas, de todos os bairros da cidade, que responderão sobre a prática de esporte, de atividades de lazer, de exercícios físicos. Os coordenadores são os professores Hugo Celso Dutra de Souza, da FMRP, e Evandro José Cesarino, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP e a AREPAH. Eles também querem saber porque as pessoas deixam de fazer exercícios físicos. “Na infância e adolescência é comum todos se exercitarem e isso deixa de acontecer no início da idade adulta, muitos voltam no início da velhice somente por questões de saúde. Queremos investigar a causa desse intervalo”, diz o professor Souza.

Veja a noticia completa no http://www.usp.br/agen/?p=24863