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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
CONSUMISMO INFANTIL NA CONTRAMÃO DA SUSTENTABILIDADE
Esse é um assunto que sempre vale postagem e tem espaço para diálogo aqui no Blog
domingo, 30 de dezembro de 2012
Brincar é bom...
Eu comentei no texto de Natal que mais
importante que o brinquedo que a criança ganha no Natal é o sentimento, o que vale é a brincadeira,
BRINCAR é bom!!
E ontem li uma frase que compartilho abaixo que considero um ótimo exemplo!!
Após o Natal agora nas férias (escolares) o “negócio” é brincar.
Link texto de Natal
Instituto Alana - http://alana.org.br/ - Território do Brincar
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Jogo de tabuleiro (BI), tecnologia, publicidade...
Em Agosto de 2010 escrevi das variações do Banco Imobiliário (BI), na ocasião falei sobre alguns modelos, preços, mas comentei um pouco mais sobre dois deles o Super Banco Imobiliário (SBI), que era o título do texto, e o Sustentável. Hoje me deparei com uma publicação do Criança e Consumo falando sobre uma reportagem da revista O Globo (abaixo) falando sobre jogos patrocinados e como jogo é algo que me interessa muito nada mais justo que escrever um pouco mais.
No texto de 2010 coloquei alguns preços dos jogos e se você reparar o “Super Banco Imobiliário” (SBI) custa mais caro que o “Sustentável”, entendo que o SBI tem uma maquina para os cartões de crédito (de brinquedo), mas me pergunto, se as marcas estão investindo no jogo ele não poderia ter um preço menor? Mas como descreveu a reportagem da revista citada pelo Criança e Consumo, o jogo traz profunda relação com as marcas, para quem conhece o jogo tradicional as companhias ferroviárias, aéreas foram substituídas pelo patrocinadores do jogo como um posto, uma empresa aérea e assim vai.
A rede Globo de televisão na semana em um de seus telejornais mostrou a migração de alguns jogos de tabuleiro para celulares entre eles, o Banco Imobiliário, que tem o codinome (ou sufixo) “GEO”, uma versão para dispositivos móveis que acontece nos espaços reais (usando o nome de espaços reais parecido com o SBI porém me parece que nesse caso tem uma maior amplitude de possibilidades de empresas), o jogo também tem parceria com um banco. Não consegui jogá-lo por questões de tempo e instabilidade do servidor, mas vale dizer que a Estrela espera ter 1 milhão de downloads até o final do ano.
Existe uma versão chamada do Banco Imobiliário que se chama Monopoly (que também tem variações) inclusive com adaptações para celulares e tablets, esse se assemelha bastante com o original com nomes de ruas conhecidas e as tradicionais empresas ferroviária aérea e etc.
Agora vamos a algumas questões que visualizei com as crianças na brinquedoteca, algumas delas perguntam o que quer dizer “o conteudo” das cartas (as ações da ... ), algumas ainda não sabem o que são ações ou um seguro de carro (ainda que indiretamente possam descobrir que ter a marca X pode lhe trazer beneficio). O jogo (diga-se de passagem sempre gostei), que antigamente (não quero ser saudosista ou romântico) indiretamente fazia com que você montasse sua estratégia de jogo para comprar e vender propriedades, tem suas diferenças que sem nenhum estudo aprofundado considero interessante, apesar de achar um pouco exagerada essa busca por aproximar do real (utilizando os nomes dos parceiros). Acho uma pena o BI sustentável não chamar tanto a atenção das crianças, quem sabe a versão online possa trazer outros pontos importantes para sustentabilidade, pois ser sustentável não precisa estar ligado apenas a questão geográfica ou a produção do material do jogo. Acredito também que é uma questão de tempo para que as marcas percebam que não precisam ser tão diretas ou incisivas em suas ações. Regulamentar algumas praticas é importante, mas creio que crianças e adultos também percebem algumas atitudes que possam não considerar interessantes e com esse julgamento criar sua relação com as marcas.
A rede Globo de televisão na semana em um de seus telejornais mostrou a migração de alguns jogos de tabuleiro para celulares entre eles, o Banco Imobiliário, que tem o codinome (ou sufixo) “GEO”, uma versão para dispositivos móveis que acontece nos espaços reais (usando o nome de espaços reais parecido com o SBI porém me parece que nesse caso tem uma maior amplitude de possibilidades de empresas), o jogo também tem parceria com um banco. Não consegui jogá-lo por questões de tempo e instabilidade do servidor, mas vale dizer que a Estrela espera ter 1 milhão de downloads até o final do ano.
Existe uma versão chamada do Banco Imobiliário que se chama Monopoly (que também tem variações) inclusive com adaptações para celulares e tablets, esse se assemelha bastante com o original com nomes de ruas conhecidas e as tradicionais empresas ferroviária aérea e etc.
Agora vamos a algumas questões que visualizei com as crianças na brinquedoteca, algumas delas perguntam o que quer dizer “o conteudo” das cartas (as ações da ... ), algumas ainda não sabem o que são ações ou um seguro de carro (ainda que indiretamente possam descobrir que ter a marca X pode lhe trazer beneficio). O jogo (diga-se de passagem sempre gostei), que antigamente (não quero ser saudosista ou romântico) indiretamente fazia com que você montasse sua estratégia de jogo para comprar e vender propriedades, tem suas diferenças que sem nenhum estudo aprofundado considero interessante, apesar de achar um pouco exagerada essa busca por aproximar do real (utilizando os nomes dos parceiros). Acho uma pena o BI sustentável não chamar tanto a atenção das crianças, quem sabe a versão online possa trazer outros pontos importantes para sustentabilidade, pois ser sustentável não precisa estar ligado apenas a questão geográfica ou a produção do material do jogo. Acredito também que é uma questão de tempo para que as marcas percebam que não precisam ser tão diretas ou incisivas em suas ações. Regulamentar algumas praticas é importante, mas creio que crianças e adultos também percebem algumas atitudes que possam não considerar interessantes e com esse julgamento criar sua relação com as marcas.
Foto do Criança e consumo - link facebook
Banco Imobiliario para celular (Globo)
problemas com o “BI Geo”
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Consciência, com ciência ou estar ciente
Nesse último dia 20 aconteceram alguns eventos na cidade de São Paulo, e acredito que em outras cidades no país também, relacionados ao dia da consciência negra. Uma referencia a data de morte de Zumbi dos Palmares. Acredito ser importante tomar ciência dos acontecimentos, como a data do dia 20 fazer referencia ao Zumbi dos Palmares. Você sabia?
Mas temos que estar atentos a muito mais, essa semana aconteceu um caso de agressão sofrida por um rapaz no meio da Av. Paulista (SP) por outro garoto, aparentemente sem razão ( Os fatos que tenho conhecimento até agora são os que aparecem em um vídeo gravado por uma câmera de segurança - noticias). De acordo com o segurança que evitou algo pior ao tentar apartar a agressão ao perguntar o porquê estavam fazendo aquilo, a resposta foi “porque ele é viado”. Soou-me tão estranho quanto uma explicação há um tempo atrás (20/04/1997) "nós estavamos brincando", ao atear fogo a um índio dormindo na rua.
Pensando um pouco sobre os acontecimentos fui buscar no mini-dicionário Houaiss as definições das palavras:
Ciente
1. Informado, sabedor
2. versado em qualquer ciência ou matéria; sábio
Ciência
1. Conjunto de conhecimentos sistematizados relativos a um determinado objeto de estudo
2. Noção precisa; consciência
3. Conjuntos de conhecimentos práticos, técnicos ou intuitivos
Consciência
1. Compreensão que se tem da própria existência
2. Conhecimento, discernimento (tem c. dos seus direitos)
3. Faculdade de se julgar moralmente (não faz nada contra sua c.)
4. Posse das faculdades como ver, ouvir, pensar etc
5. Sentido de responsabilidade dever6. dignidade e honradez
Somos informados e por que não dizer bombardeados com informações a todo dia, a toda hora, o que não sei é o quanto transformamos isso em conhecimento.Qual seria nosso objeto de estudo dentro de uma sociedade onde temos que fazer um feriado para a data ser lembrada?
Questiono se todos conseguem visualizar e refletir sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional, pois a data é celebrada desde 1960, mas sabemos que tomou maior proporção a partir do momento onde apareceu como feriado (projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003).
Consciência que não deve aparecer apenas em datas comemorativas, que mudam de nome, “consciência negra, parada do orgulho gay, 7 ou 21 de setembro” como exemplos. Não estou igualando as questões, mas o meu sentimento de que determinados pensamento só aparecem nessas datas.
Por que não ter esta responsabilidade todos os dias?
Ver, ouvir, pensar em si mesmo e no outro como alguém que tem os mesmos direitos? Julgamentos morais, só se forem para trazer uma vida muito mais ciente de nossos atos, e que o conhecimento (ciência) e sentimentos de respeito, se apresente como pilares que sustentam nossa consciência de que deveriamos ter os mesmos direitos. Mas temos um longo caminho a percorrer...
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