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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Histórias que...

Lá no início do blog contei dois causos*, na época chamei de histórias que ensinam (I II) e que pensando um pouco mais, me parece redundância, pois  aprendemos com o nosso dia-a-dia (ou deveríamos).
O fato é que hoje posto um conto com uma versão infantil, porém vale a pena ver são 3 minutinhos a história tem personagens que podem ser vistos diariamente em nossas vidas.

Aos pais que quiserem contar em casa para os seus filhos essa é uma história curtinha que você pode contar, repare que ela (Marina Bastos utiliza dois materiais de fácil acesso, uma lanterna e uma meia grande colorida (aquelas do tempo que você "pai" jogava bola heheh), se você quiser ainda pode colar olhos de plastico para diferenciar e até deixar como um brinquedo (fantoche) em casa. E se você ainda tiver um parceiro, pai, professor como o Thiago França ainda pode fazer a parte dos efeitos sonoros. O som do rabo da cobra pode ser feito por um potinho com areia.

*acontecimentos, relatos, mas gosto da palavra causo, pois me lembra Rolando Boldrin que admiro e gosto muito
Nicolau Gregorian - contou essa história em um encontro de literatura infantil que já contei por aqui, vocês lembram se não lembra clica aqui!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Cheguei aos 120 anos!!


Poderia ser um caso de mais uma pessoa a chegar a lista de mais velhos do mundo, ainda liderada por uma francesa, Jeanne Calment (122 anos 21/fev/1875 – 4/ago/1997), mas não é o caso.
Ponto turistico de São Paulo? Centro financeiro da cidade? Clichê?
Por mim, cada um pode dar a definiçao que achar melhor, o fato é que ela é um dos pontos mais altos da cidade, e quando digo alto não são por seus imensos prédios ou nessa época do ano ser um ótimo passeio para ver os enfeites de Natal.
Entre hospitais, escolas, um museu que é um cartão postal, o MASP (escola também que tive o prazer de conhecer mais este ano), um espaço tão democrático quanto a avenida em que se encontra, mas que muitas vezes as pessoas não frequentam por não saber que podem!! sim as portas estão abertas, terça feira não é cobrado ingresso (Saiba mais) e a avenida é de livre circulação.

poderia contar diversas histórias... mas eu deixo para orquestra com co-produção do Grupo Cantilena Ensemble que contará com músicas, a história de um dos mais importantes marcos na cidade de São Paulo e para quem não puder ir lá escute esse samba do Camisa Verde e Branco que ele pode ajudar a passar por alguns pontos da história da paulista de uma forma diferente.





Se você estiver interessada em um livro, vale a pena procurar o
livro “Paulista Símbolo da Cidade” (Projeto Editorial: Ricardo Ohtake - Texto: Ignácio de Loyola Brandão - Banco Itaú – 1990) Se quiser saber mais... clique aqui, ou aqui, ou aqui (FOTOS – de onde tirei essas mais antigas e lá tem uma cronologia da avenida).
Fotos... minha camera já retratou a Paulista também...

Parabéns Avenida Paulista!!!
Presente na vida de tantos...
E você tem alguma história para contar??

sábado, 13 de novembro de 2010

AcreditANDO

Uma noticia que recebi essa semana, por Regiane Teixeira (11/11/2010 - 19:42) no site da revista Época São Paulo.

O caso é interessante, reconheço e entendo que a situação econômica do casal apresentado são diferentes a realidade da maioria, mas atento para o trabalho, mantendo a linha de sempre divulgar possibilidades que podem ser interessantes.

Centro de tratamento em São Paulo será inspirado no Project Walk, dos EUA



Fernanda e Felipe se conheceram durante tratamento nos EUA que já fez deficientes voltarem a andar
por Regiane Teixeira - 11/11/2010 - 19:42
Felipe Costa e Fernanda Fontenele se conheceram durante tratamento nos EUA
Em 2003, aos 17 anos, Fernanda Fontenele sofreu um acidente de carro que a deixou tetraplégica. Felipe Costa foi diagnosticado paraplégico em 2008, aos 20 anos, depois que capotou seu automóvel. Decidido a voltar a andar, ele procurou diversos tratamentos até conhecer o Project Walk, um centro de reabilitação avançada na Califórnia, Estados Unidos. Lá, Felipe viu pacientes com lesões medulares voltarem a andar e se tornou o primeiro brasileiro a fazer o tratamento na instituição, assim como uma fonte de informações para compatriotas que vivem a mesma situação.

Felipe conheceu Fernanda por meio dos vídeos que ela colocou na internet no intuito de conseguir dinheiro para viajar e fazer o tratamento. “Os vídeos me comoveram bastante porque as nossas histórias eram parecidas. Começamos a trocar e-mails e eu mandava informações sobre moradia e coisas que poderiam ajudá-la na Califórnia”, conta. Fernanda convocou os amigos, organizou uma campanha e conseguiu o valor necessário. “Quando ela chegou aos EUA, parecia que já nos conhecíamos há muito tempo. Tínhamos muitos sonhos e gostos em comum”, diz ele.

Casal inagura centro de tratamento neste mês em São Paulo
Os dois passaram cerca de um ano nos EUA. Fernanda já recuperou 100% dos movimentos dos braços e um parte dos movimentos das pernas e Felipe já consegue se sustentar em pé. “Foi muito importante termos passado pelo tratamento juntos. A cada movimento novo que eu consegui fazer, mostrava para ela e vice-versa”, conta Felipe. De volta ao Brasil, eles ficaram noivos e agora pretendem terminar o tratamento em um centro que os dois irão inaugurar no dia 16 de novembro em São Paulo.

Batizado Centro de Recuperação de Lesão Medular AcreditANDO, a instituição é baseada no Método Dardzinski, desenvolvido no instituto Project Walk, que foi criado há cerca de dez anos, com o objetivo de fazer com que pacientes com lesão medular possam voltar a andar. O centro será o único da América Latina a utilizar o método e terá capacidade para atender até 15 pessoas ao mesmo tempo. Segundo Fernanda, o método é aplicado em cinco fases, sendo as primeiras dedicadas ao estímulo para criação de massa muscular. “As duas últimas fases são para pessoas que têm o movimento, mas não têm a coordenação para voltar a andar”, diz. “Os exercícios são repetitivos e o clima é de academia.” A área de cerca de mil metros quadrados tem todos os equipamentos importados e duas instrutoras que passaram pelo treinamento na Califórnia. “Já tivemos mais de 100 inscrições”, conta Fernanda. Uma hora de tratamento deve custar entre R$ 100 e R$ 150, sendo que o indicado são três horas da fisioterapia diariamente. No futuro, a instituição deve oferecer também hidroterapia. Já o casamento de Fernanda e Felipe tem data definida: sai no ano que vem.

A partir do dia 16 de novembro. De segunda à sexta, das 9h às 19h. Centro de Recuperação de Lesão Medular AcreditANDO: Rua Alvarenga, 1.700, Butantã, São Paulo, tel.: 2389-6522. E-mail: acreditando@acreditando.com.br

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Histórias que ensinam II

Seria coincidência? Acaso então? Perguntas que João M Salles se faz também durante a faixa comentada do DVD "Santiago".
Ontem assistindo o documentário de João Moreira Salles, entre diversos assuntos que poderíamos abordar nesse filme, aproveito para dar continuidade ao ultimo texto publicado e sugerir que vejam este domentário.
As histórias de Santiago filmadas por “Joãozinho” (me dei liberdade) perdoem mas o filme nos traz um pouco essa liberdade e nos faz pensar e aflorar muito mais pensamentos e emoções.

Título: Santiago Duração:01 hs 20 min Ano de lançamento:2007 Estúdio:Videofilmes
Direção e Roteiro: João Moreira Salles
Produção:Maurício Andrade Ramos
Fotografia:Walter Carvalho
Edição: Eduardo Escorel e Lívia Serpa

domingo, 2 de maio de 2010

Histórias que ensinam

Sábado de manhã, recebi na sala de recreação o avô de uma das crianças. Ele sempre passa por lá, porém neste sábado resolveu contar história. Adoro pessoas que sabem contar história... Quando digo saber contar, é porque assim como muitas situações ou popularmente se diz: "para fazer tem que saber".
Não precisa ser um Roberto Carlos Ramos, pedagogo mineiro e um dos maiores contador de história da atualidade, mas faz toda a diferença saber contar. E claro junto com as histórias, aprendemos um pouco sobre sua familia e a escolha dos nomes de origens indigenas. Durante 50 minutos nós (monitores e crianças) fizemos parte da história.
Assumo que desviei um pouco a atividade programada, mas valeu! Obrigado.
A história de Roberto C Ramos tornou-se um filme de Luiz Villaça “O contador de Histórias”