quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Feira de Troca de brinquedos no Ibirapuera




A doce arte

via catraca livre 
Anderson Meneses em 20/06/12 
A pedido de Jelly Belly, uma famosa marca americana, a artista Kristen Cumings recriou várias obras de arte clássicas para uma colecção intitulada “Obras-primas Jelly Bean
Cerca de 60 horas e 12 mil jujubas foram utilizados para criar cada peça. As jujubas foram aderidas à lona usando adesivo e um revestimento acrílico.

 
 
 



terça-feira, 4 de setembro de 2012

Preciso Tibitar


E você tibita quando? Você gosta de tibitar?Onde você tibita?
Eu gosto de tibitar em qualquer lugar, na sala, no quarto, na cozinha até no carro apesar de não ser muito cômodo mas dependendo do momento se você não tem muito tempo vai ali mesmo. 
Não entendeu ainda?
Tibitar deixa muita gente feliz, mas em alguns casos depois tem gente que se arrepende.
Vou dar uma dica para tibitar eu uso a boca, claro as mãos ajudam sempre e fica até melhor...
Descobriu?

Tibitar nesse texto é o verbo ... uma ação

No caso comer.
Essa é uma brincadeira bem legal que hoje o meu primo (Frederico) me lembrou.
Gostou? 
A ideia é substituir uma “ação” por tibitar, por exemplo, tibitar seria sinônimo de brincar.
Agora você tem que tibitar com seus amigos onde você quiser, no carro em casa ou na praia
BORA TIBITAR!! 

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Zuckerberg japonês - Yoshikazu Tanaka


 
 Veja o comparativo entra Zuckerberg ORIGINAL X JAPONÊS
Você já ouviu falar neste rapaz?? (Via Folha reportagem Alexandre Orrico)

O sujeito sorridente aí ao lado é o japonês Yoshikazu Tanaka, 35, o mais jovem bilionário da Ásia e o segundo mais jovem do mundo, só atrás de Mark Zuckerberg, 28. 
Os dois executivos têm mais em comum do que a conta bancária abarrotada de dólares: ambos fizeram suas fortunas a partir de redes sociais fundadas em 2004 --o Gree e o Facebook. 

O Gree é voltado para jogos móveis (de celulares e tablets) e conta com mais de 230 milhões de usuários, a maioria na Ásia. Na região, é maior do que o próprio Facebook, que tem 204 milhões de cadastrados por lá.
Apelidado de "Zuckerberg japonês" por blogs e veículos especializados em tecnologia, Tanaka é dono de US$ 4,3 bilhões, segundo o ranking da revista "Forbes", e não se irrita com a comparação com o colega, que tem US$ 17,5 bilhões.
Para "invadir o ocidente", o Zuckerberg asiático prepara escritórios em países que considera chave no mundo, além da sede no Japão: EUA, Inglaterra e Brasil. Até o fim de 2012 ele pretende lançar mais de cem jogos por aqui.
"O Brasil é um mercado muito importante pelo tamanho e pelo atual ritmo de crescimento de vendas de smartphones", diz o executivo.

Mais na reportagem de ALEXANDRE ORRICO na Folha de onde tirei essas informações






sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Trabalho? Voluntário!

 No ultimo sábado pelo segundo ano consecutivo fiz uma ação voluntária para uma associação chamada TUCCA. O TUCCA é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 1998 que atende crianças e adolescentes com câncer.
Esse texto não é uma propaganda da associação ou uma autopromoção falando do meu voluntariado, pode ser uma ideia ou quem sabe um convite.
Como vocês sabem trabalho com lazer, sem ser muito teórico, mas apenas para localizar, o lazer se configura (é reconhecido por alguns) a partir da revolução industrial, com a diferenciação do tempo de trabalho e de não trabalho (não existe lazer nas línguas latinas - os termos usados são ócio ou tempo livre).
É um fenômeno tipicamente moderno, estudado por alguns, mas com alguns preceitos arraigados (em alguns casos) como por exemplo, ser associado SÓ a diversão, prazer, recuperação do trabalho  ou oposição ao trabalho (uma presença forte dos interesses de mercado). 
Então vou fazer um recorte de um teorico do lazer (Dumazedier 1973 p.34) que compreende o lazer como “um conjunto de ocupações as quais o indivíduo pode se entregar de livre vontade, seja para repousar, seja para divertir-se, recrear-se, e entreter-se ou ainda desenvolver, sua formação desinteressada, sua participação social voluntária, ou sua livre capacidade criadora, após livrar-se ou desembaraçar-se das obrigações profissionais familiares e sociais”
Taí, posso considerar esse trabalho como lazer? 
Não tinha nenhuma obrigação profissional, me dispus por livre vontade para divertir, recrear (a mim e as pessoas que cruzaram comigo) através de uma participação social voluntária.
Então não é trabalho voluntário e sim ação social voluntária?
Voltando a ação com o TUCCA, quem me convidou para participar junto a essa associação foi o pai de uma sócia do clube no qual eu coordeno a parte de recreação. Vale dizer que essa pessoa (filha – nome Debora) já esta na faculdade não frequenta mais a recreação a não ser para conversar com o “tio(a)” presente. Sendo assim, existe uma ligação com meu trabalho, uma não varias, em momento algum estive ali a lazer, eu estive ali para colocar o meu trabalho (no caso esculturas em balões e truques com cartas de baralho) para chamar atenção para o trabalho da instituição. 
O meu trabalho possibilita momentos divertidos e prazerosos, mas ainda assim é trabalho. Fico muito contente por ter a oportunidade de fazer uma ação social junto a pessoas que conheci (e até vi crescer) através do meu trabalho, mas que temos interesses em comum além do lazer, no caso o voluntariado em prol do TUCCA, mas poderia ser uma outra ONG ou... o fato é que nos propomos a estar ali cada um a sua maneira, algumas pessoas buscaram arrecadar mais fundos para associação com produtos a venda além do sanduiches, outras levaram como eu o seu trabalho. (abaixo uma postagem de quem me convidou para ação)


Quem sabe esse texto contagie outras pessoas a fazer o mesmo, a colocar suas habilidades a disposição do próximo ou quem sabe apenas buscar opções para ajudar (conheça o Social Good Brasil ou Voluntários Online)
E aproveitei mais esse evento para divagar um pouco mais sobre lazer aqui no blog, para não ficar em aberto o fragmento relacionado ao lazer, foi apenas um recorte para compor o texto, pois se fizer uma analise um pouco mais atenta, pode-se considerar que fiz uma oposição ao trabalho ao brincar que voluntário não seria trabalho, colocando assim o trabalho carregado de negatividade e o lazer carregado de positividade. Nem tudo é o que parece ser, nem todo trabalho é “ruim”, nem todo lazer é “bom” (ideia baseada em um fragmento do livro organizado por Valquiria Padilha)




Se você quiser conhecer o TUCCA clique no logo.




PS - aos interessados por estudos do lazer são dois bons livros
DUMAZEDIER, J. Lazer e Cultura Popular. São Paulo: Perspectiva, 1973
PADILHA, V(org). Dialética do Lazer São Paulo: Cortez, 2006

(O evento citado é realizado pelo Mc Donalds, não entrei no mérito da venda dos sanduíches, o texto prezou por falar do voluntariado e de lazer)



quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Jogo de tabuleiro (BI), tecnologia, publicidade...

Em Agosto de 2010 escrevi das variações do Banco Imobiliário (BI), na ocasião falei sobre alguns modelos, preços, mas comentei um pouco mais sobre dois deles o Super Banco Imobiliário (SBI), que era o título do texto, e o Sustentável. Hoje me deparei com uma publicação do Criança e Consumo falando sobre uma reportagem da revista O Globo (abaixo) falando sobre jogos patrocinados e como jogo é algo que me interessa muito nada mais justo que escrever um pouco mais.


No texto de 2010 coloquei alguns preços dos jogos e se você reparar o “Super Banco Imobiliário” (SBI) custa mais caro que o “Sustentável”, entendo que o SBI tem uma maquina para os cartões de crédito (de brinquedo), mas me pergunto, se as marcas estão investindo no jogo ele não poderia ter um preço menor? Mas como descreveu a reportagem da revista citada pelo Criança e Consumo, o jogo traz profunda relação com as marcas, para quem conhece o jogo tradicional as companhias ferroviárias, aéreas foram substituídas pelo patrocinadores do jogo como um posto, uma empresa aérea e assim vai.
A rede Globo de televisão na semana em um de seus telejornais mostrou a migração de alguns jogos de tabuleiro para celulares entre eles, o Banco Imobiliário, que tem o codinome (ou sufixo) “GEO”, uma versão para dispositivos móveis  que acontece nos espaços reais (usando o nome de espaços reais parecido com o SBI porém me parece que nesse caso tem uma maior amplitude de possibilidades de empresas), o jogo também tem parceria com um banco. Não consegui jogá-lo por questões de tempo e instabilidade do servidor, mas vale dizer que a Estrela espera ter 1 milhão de downloads até o final do ano.
Existe uma versão chamada do Banco Imobiliário que se chama Monopoly (que também tem variações) inclusive com adaptações para celulares e tablets, esse se assemelha bastante com o original com nomes de ruas conhecidas e as tradicionais empresas ferroviária aérea e etc.
Agora vamos a algumas questões que visualizei com as crianças na brinquedoteca, algumas delas perguntam o que quer dizer “o conteudo” das cartas (as ações da ... ), algumas ainda não sabem o que são ações ou um seguro de carro (ainda que indiretamente possam descobrir que ter a marca X pode lhe trazer beneficio). O jogo (diga-se de passagem sempre gostei), que antigamente (não quero ser saudosista ou romântico) indiretamente fazia com que você montasse sua estratégia de jogo para comprar e vender propriedades, tem suas diferenças que sem nenhum estudo aprofundado considero interessante, apesar de achar um pouco exagerada essa busca por aproximar do real (utilizando os nomes dos parceiros). Acho uma pena o BI sustentável não chamar tanto a atenção das crianças, quem sabe a versão online possa trazer outros pontos importantes para sustentabilidade, pois ser sustentável não precisa estar ligado apenas a questão geográfica ou a produção do material do jogo. Acredito também que é uma questão de tempo para que as marcas percebam que não precisam ser tão diretas ou incisivas em suas ações. Regulamentar algumas praticas é importante, mas creio que crianças e adultos também percebem algumas atitudes que possam não considerar interessantes e com esse julgamento criar sua relação com as marcas.


Foto do Criança e consumo - link facebook
Banco Imobiliario para celular (Globo)
problemas com o “BI Geo”