sexta-feira, 30 de julho de 2010

Palco, Apresentação e muito mais

Essa ultima semana não consegui escrever muito, pois o trabalho ocupou a maior parte dos dias o que dificultou escrever. Nesta ultima semana fui mestre de cerimônia do lançamento da camisa de um clube de futebol e depois fiz uma feira onde novamente lá estava eu com o microfone brincando com público. Na feira eu tinha uma liberdade maior para brincar, e é sobre essa interação com o publico é que eu quero escrever a seguir.
Você conseguiria estar a frente de um grupo de desconhecidos no microfone, tentando entretê-los? Isso não é para todos e escolhi para falar hoje de uma pessoa que atraía a muitos e comandava um palco como ninguém, segundo Nelson Mota foi um dos primeiros “entretainers” a comandar uma massa no palco.
Para falar sobre ele poderia contar a história de um garoto de família humilde que tinha que escolher entre a família e a carreira militar, sendo que ele queria cantar e não era samba. Ele cantava cha-cha-chá, rock musica romântica e muito mais.
Foi um artista conhecido internacionalmente na década de 60 e, apesar de hoje estar falando sobre sua relação com o palco, sua carreira nos daria diversas possibilidades:
  • Racismo e preconceito - Quase uma condição para o negro
  • Em ano de Copa do mundo sua relação com os atletas
  • Em 70Marketing, Seria um precursor no licenciamento de produtos?

Esse ano tem eleição poderíamos escrever como a política perpassa a sua história. O “ficha limpa” seria um tema para descrever muito sobre ele e “pilantragem” é um termo que só tem relação com a sua musica.

Muitas informações estão “soltas” como uma forma de incentivar que os leitores busquem conhecer mais desta figura.Fica aqui uma lembrança e, onde você estiver, obrigado...
Wilson Simonal!
“alegria ... alegria...”

O texto usou como base o filme - “Simonal - Ninguém sabe o duro que eu dei” – No DVD tem muito mais dos assuntos citados acima (uma pesquisa bem organizada que resultou em um documentário muito bom)

Título:Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei Duração:01 hs 26 min Ano:2009 site oficial: http://www.simonal.com/Estúdio:TVZero / Zohar / Globo Filmes Distribuidora:Riofilme Direção: Cláudio Manoel , Micael Langer , Calvito Leal

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Noticias

Depois, de muitos jogos na Copa do Mundo, a seleção brasileira eliminada e lances incríveis com a “Jabulaaaaaaaaaaaaani”(bola da copa), o país voltou a ter a seleção como assunto recorrente com a escolha do técnico da seleção.
Como o esporte já tem muitos "blog's" competentes, gostaria de ressaltar outros pontos.
Aos meus colegas formados em educação física: O escolhido para o cargo é uma pessoa da área. O que a principio para qualquer cargo em uma empresa parece uma condição, para um cargo administrador no futebol não é essa a regra. Sou a favor da formação acadêmica, ainda que ela não garanta bons serviços muito menos idoneidade, assunto para uma longa discussão que não faz parte desse momento.
Alguns de nós conhecem mais o futebol, seu mercado, e os números ($) que estão a sua volta. Com todos esses fatores, o presidente do clube ao qual o “novo” técnico da seleção trabalhava (portanto seu chefe) disse que não poderia negar um sonho a um homem.
Fantástico!
Ele (o presidente), poderia vetar a saída do profissional para a seleção, mas não o fez! Pois independente do contrato, respeitou a escolha e importância desse momento ao homem, Luis Antônio Venker de Menezes, conhecido por “Mano Menezes”.Boa sorte ao “professor” (termo de boleiro)!
Muricy Ramalho, mais uma vez mostrou ser um homem de palavra, por que decidiu ficar para cumprir seu contrato com o clube.
O respeito ao homem (profissional) e a “sua palavra”, exemplos para se pensar.

Blog do Pediatra em casa

Para quem interessar, o blog do pediatra em casa escreveu um texto sobre o “banco imobiliário” ou "super banco imobiliário” e como tem tudo a ver com meu blog quem puder passa por lá http://www.pediatraemcasa.com/2010/07/dinheirinho-de-brincadeira.html

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Dominó Ratimbum

Seguindo meu dialogo com pais e educadores, outra possibilidades para fazer com os filhos em casa. A intenção é de incentivar que cada um desenvolva sua brincadeira, do “seu jeito” dentro do possível.
O personagem de hoje é o dominó, a principio um jogo conhecido, mas se você não conhece as regras fique tranqüilo, vamos usar as peças para brincar. Imagino que a essa altura alguns de vocês já estão pensando na brincadeira que consiste em derrubar as pecinhas de dominó. Sim é isso! Mas como você vai executar é que torna essa atividade divertida e diferenciada, pois com ela podem aparecer outras atividades. Confuso? Calma! A principio, o jogo consiste em colocar as peças uma ao lado da outra para derrubá-las, mas onde estarão dispostas essas peças em cima da mesa, de um livro (é possível?), usando outros materiais para variar a brincadeira.
Uma imagem que me vem à mente é a abertura do programa Ra-tim-bum, para quem não lembra esta abaixo um "link". É muito bom, mas tendo as reservadas proporções é uma inspiração, não precisa do ratinho só a criatividade.
Abaixo coloco um vídeo dessa atividade no clube*, reparem os materiais usados desde brinquedos, livros, um “espiral de palitos”(parece a imagem da bola de boliche que desce na abertura do Ra-tim-bum), mas são palitos de sorvete colados e decorados, mais uma opção de atividade, que podem ser usados nos desafios com o dominó e que permite a preparação um dia antes. No caso no caminho da “queda”, ele escorrega pela Pipoca (Simone), chega no barco, empurra uma bolinha “o canhão do navio”, cai pelo tubo é direcionado por Amauri (segundo quadrinho de monitor) para concluir a tarefa.
O mesmo percurso pode ter pequenas alterações, este mesmo em uma outra vez foi iniciado por um carrinho de fricção. No segundo exemplo repare na explicação do “dono da idéia” e no terceiro ATENÇÃO ao som no final, emocionou até o câmera (Eu), que perdeu a imagem para poder comemorar o feito!!!.
Agora a criatividade é de cada um... Boa sorte!!

*Recreação do Clube Hípico Santo Amaro
Abertura do Ra-tim-bum http://www.youtube.com/watch?v=Z3hMfPhVKak

Exemplos “diferenciados”
http://www.youtube.com/watch?v=vKeTLRo3b7Y&feature=watch_response http://www.youtube.com/results?search_query=domino+rally&aq=f

Vale conferir

http://grupoplccj.webnode.com.br/

segunda-feira, 19 de julho de 2010

“Wi-fi gratuito”

Cada dia mais presente em nossas vidas a internet é analisada de diversos pontos, lendo mensagens do twitter fui redirecionado ao texto com o nome “Hotels: Don’t Charge Us For Internet Use” (algo como “Hoteis: não nos cobrem a internet”).
O autor do texto Jeremiah Owyang (analista de mídias sociais) entende essa cobrança como uma oportunidade de negócios, ainda pouco utilizada por hotéis. Apoiando sua teoria em exemplos como cafés, bares ou restaurantes que disponibilizam o wi-fi aos seus clientes como uma maneira de que seu cliente permaneça um tempo maior no estabelecimento.
Usando os chamados dispositivos habilitados (smartphone, ipod touch e outros) nas áreas diversas áreas do hotel, podendo assim até “manter nossos filhos ocupados”(trecho do autor). Esta frase acho que caberia um texto sobre lazer das crianças em hotéis, mas sem perder o foco, o acesso a tecnologia é um fato entre os jovens (tween educação e consumo), e porque não tentar desenvolver propostas diferenciadas que não só ocupem as crianças e adultos, mas faça parte do projeto que traga um diferencial ao hotel.
Jeremiah diz que essas atividades podem fidelizar clientes, nós podemos imaginar que o assunto interessa aos gestores, pois transforma em números($) o bem estar dos hospedes. Os comentários que seguem apontam diversas experiências, visões, questões financeiras, estruturais, aparentemente pessoas se interessam por hotéis com “wi-fi gratuito” (incluso no preço).
A rede é espaço gigantesco assim como as possibilidades a serem desenvolvidas

Noticia recebida – @vereda_estreita
Jeremiah Owyang - Blog Web Strategy -
texto - “Hotels: Don’t Charge Us For Internet Use”.

domingo, 18 de julho de 2010

Blog do Aurelião

Vitor Knijnik
Texto publicado na revista Carta Capital e no endereço eletrônico
http://www.blogsdoalem.com.br/aurelio

"BIG AURILIAN"
Sempre acreditei que a língua é viva, orgânica e independente. Cheguei até, certa vez, a levar um tapão forte de uma mulher, tentando aplicar essa conversa. Minha crença nunca foi tão verdadeira. Anglicismos entram sem pedir licença todos os dias na nossa life por conta da web e suas redes sociais. A coisa tá speedy mesmo. O ritmo é frenético. Deletar, por exemplo, teve de esperar anos de uso intenso até virar um verbete no meu dicionário. Hoje não temos mais esse tempo, a vida é on-line. Por isso resolvi estartar esse projeto de upideitização de novos termos aqui no meu blog. Meu objetivo não é baipassar a versão impressa. Nada disso. Ela continuará tendo seu valor como peso de papel. Aos saudosos, recomendo que printem minhas postagens e anexem ao tijolão. Chattear. (adapt. do inglês). (to) chat. Encher o saco de alguém, durante conversa realizada por mensagens escritas, com expressões do tipo brigadim kirido e pru6. \o/. (adapt. do chinês 喜悦). 1. Mostrar alegria exacerbada. 2. Provar que você está usando desodorante. 3. Chamar a atenção de garçons desatentos. Feicebucar. (adapt. do internetês). (to) facebook, 1. “procurar”, “xeretar”, investigar a vida alheia de quem não cadeou suas informações, descobrir se ele ou ela tem fotos de sunga ou biquíni na praia. 2. Postar fotos do bebê, do fim de semana ou da viagem ao exterior que mostrem que a sua vida está melhor do que a de quem a está olhando. Laicar. (adapt. do webês). (to) like. V.t.d. Informal. Apertar o botão de like oferecido por algumas postagens. Um jeito bom de fazer uma média sem emitir nenhuma opinião por escrito. O termo pode ser usad também na sua versão antipática: deslaicar. Trenditopicar. (adapt. do tuitês). Ato coletivo ou individual de colocar um assunto bizarro, desimportante ou cifrado entre os mais falados no Twitter. “Eu trenditopicara o Cala Boca Galvão durante aquela Copa.”